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POLÍTICA NACIONAL

Covas afirma que aumentou o próprio salário para não perder servidores

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Bruno Covas
Patrícia Cruz/Divulgação

Covas assinou na véspera de Natal a lei que estabelece aumento de 46% do próprio salário.

Na última segunda-feira (28), o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), afirmou que sancionou o  aumento de 46% de seu próprio salário para não deixar o teto do funcionalismo público defasado e, desse modo, perder servidores. A declaração foi dada em entrevista à GloboNews .

Covas assinou na quinta-feira (24), véspera de Natal, a lei 173/18 , que estabelece aumento de 46% do próprio salário, que sai de R$24,1 mil e vai para R$35,4 mil. O projeto também garante aumento de salário para o vice-prefeito, Ricardo Nunes (MDB),  de R$21,7 mil para R$31,9 mil. Os secretários municipais tiveram aumento de 53%, chegando a R$30,1 mil.

“Durante este período de 8 anos, a inflação foi de 60% a 100%, dependendo do valor que é considerado. O salário mínimo aumentou, neste período, 68%. O valor do salário dos professores na rede municipal aumentou 80%. Então, hoje o teto está defasado. É um teto de R$ 24 mil”, afirmou o prefeito.

“E por que é ruim para a cidade de São Paulo ficar com teto defasado? Porque algumas carreiras que recebem pelo teto, como é o caso dos auditores fiscais, começam a se preparar para concursos para trabalhar no governo federal e outros governos municipais e ou estaduais. E nós vamos perdendo esses servidores que recebem pelo teto”, disse em entrevista à Globonews. 

A lei que autoriza o aumento salarial do executivo municipal de São Paulo foi aprovada pela Câmara com placar de 34 votos a favor, 17 contra e uma abstenção.

O aumento dos salários entra em vigor em 1º de janeiro de 2022, após vencer, em 31 de dezembro de 2021, a trava a reajustes de servidores prevista no plano de socorro aos Estados e municípios em meio à pandemia de Covid-19 (Sars-CoV-2). Segundo a lei, as despesas serão pagas com verbas orçamentárias próprias e suplementadas se necessário.

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POLÍTICA NACIONAL

Leite condensado é “energético” e chiclete, para higiene bucal, diz governo

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Soldados do Exército Brasileiro
Marcos Corrêa/PR

Soldados do Exército Brasileiro

O Ministério da Defesa divulgou nota nesta quarta-feira (27) para justificar a compra de alimentos por parte do governo federal em 2020 e disse que o leite condensado serve como “potencial energético” para militares, enquanto os chicletes para higiene bucal.

A compra de quantidade desses dois produtos teve repercussão negativa após a pasta efetuar a compra para os 370 mil homens e mulheres que se alimentam em 1,6 mil instalações militares em todo o País.

De acordo com o comunicado da pasta chefiada pelo general Fernando Azevedo e Silva, o contingente militar é “predominantemente jovem, o que pode aumentar as quantidades consumidas”.

“O leite condensado é um dos itens que compõem a alimentação por seu potencial energético. Eventualmente, pode ser usado em substituição ao leite. Ressalta-se que a conservação do produto é superior à do leite fresco, que demanda armazenamento e transporte protegido de altas temperaturas”, diz a nota.

Em 2020, o governo federal gastou cerca de R$ 15,6 milhões com leite condensado. Os dados estão no painel de compras do governo, ligado ao Ministério da Economia, e foram apresentados em reportagem publicada pelo portal  Metrópoles .

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O Ministério da Defesa é o órgão que mais comprou leite condensado no ano. A nota da também justificou o gasto de R$ 2,2 milhões com chicletes pelo governo federal.

De acordo com o ministério, “o produto ajuda na higiene bucal das tropas, quando na impossibilidade de escovação apropriada, como também é utilizado para aliviar as variações de pressão durante a atividade aérea”.

O comunicado acrescenta que os valores são todos compatíveis com as missões e tarefas desempenhadas. Além disso, ressaltou que considera um gasto de R$ 9 reais por dia, por militar. O valor não é reajustado desde 2017.

“As Forças Armadas têm a responsabilidade de promover a saúde da tropa por meio de uma alimentação nutricionalmente balanceada, em quantidade e qualidade adequadas, composta por diferentes itens”, segue o texto da nota.

Nesta quarta-feira, Bolsonaro atacou a imprensa por revelar os gastos do seu governo . “Quando vejo a imprensa me atacar dizendo que comprei 2 milhões e meio de latas de leite condensado, vai pra p* que o pariu, imprensa de m*! É pra enfiar no r* de vocês da imprensa essas latas de leite condensado”, disse.

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POLÍTICA NACIONAL

MDB diz que avalia “cenário” e sugere desistência da candidatura de Simone Tebet

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Senador Eduardo Braga (MDB-AM), líder do partido na Casa
Marcos Oliveira/Agência Senado

Senador Eduardo Braga (MDB-AM), líder do partido na Casa

A cinco dias da eleição, a bancada do MDB cogita desistir do apoio à candidatura de Simone Tebet (MS) ao comando do Senado para costurar acordo com o atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), padrinho de Rodrigo Pacheco (DEM-MG) na disputa. A informação é do líder do MDB, Eduardo Braga (AM), que falou com a imprensa após reunião da bancada nesta quarta-feira (27). Tebet reforça que mantém a sua candidatura independente do partido.

Braga, que foi reconduzido ao cargo de líder do MDB nesta quarta,  terá uma nova reunião com Alcolumbre amanhã para tratar de um eventual acordo entre eles. Segundo Braga, uma das possibilidades estudadas é o MDB liberar a bancada na votação em plenário. Neste cenário, Simone deve lançar uma candidatura avulsa.

“Nós não discutimos a desistência (da Simone), e sim o cenário, porque a candidatura da Simone foi construída por aclamação. Quando fizemos isso estávamos diante de algumas expectativas de apoio de alguns partidos, que em parte não se confirmaram”, disse Braga.

“A senadora reafirmou que é candidata é que compreende decisão do partido, mas que manterá a sua candidatura. Ela poderá levar a sua candidatura ao plenário, essa é uma questão que o MDB ainda está discutindo”, afirmou o líder.

Em caráter reservado, emedebistas relatam frustração com os apoios conquistados pela candidata do partido até o momento, que reúne Cidadania, Podemos e PSB entre os seus aliados. Ela não conseguiu alianças com siglas que dizia estarem alinhadas a ela, como PSDB e Rede. Pacheco, por sua vez, tem respaldo de nove legendas.

Leia mais:  Marco Aurélio será relator de acusação  de mentira de Bolsonaro por Flávio Dino

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Após a reunião da bancada, Simone Tebet saiu um pouco mais cedo e afirmou a jornalistas que manterá a sua candidatura “até o fim”. Questionada se a bancada está unida, ela respondeu que não sabe e que a pergunta deveria ser feita ao líder da bancada, Eduardo Braga.

Depois, ao ser abordado, o líder emedebista disse que “não poderia mentir” ao dizer que a bancada está unida porque hoje houve manifestação de vários senadores contra a candidatura própria da sigla.

Ontem, Alcolumbre procurou Braga e fez sinalizações aos emedebistas por vagas na vice-presidência, na segunda-secretaria e no comando de comissões da Casa. Mais tarde, a própria Simone procurou o atual presidente do Senado para reforçar que mantém a sua candidatura, e fez o mesmo hoje em encontro com os colegas de bancada durante encontro que durou cerca de quatro horas.

Sobre isso, Braga disse que Alcolumbre o procurou para relatar “o seu interesse de buscar um consenso, um entendimento”. O líder do MDB afirma que tem interesse de “construir pontes” com o democrata. Ele negou, no entanto, que tenha interesse em cargos e defende que as negociações são baseadas na tese da proporcionalidade, já que os emedebistas fazem parte da maior bancada da Casa, com 15 senadores.

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