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POLÍTICA NACIONAL

Se for reeleito, Covas diz que só volta a ser candidato em 2026

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Bruno Covas em videoconferência
Patrícia Cruz/Divulgação

Bruno Covas está no 2º nas eleições municipais em São Paulo

O candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo , Bruno Covas , afirmou que, se for reeleito para assumir o Executivo municipal a partir de janeiro de 2021, ele só vai voltar a ser candidato em 2026. A declaração foi dada pelo atual prefeito da capital paulista nesta quinta-feira (19) em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo .

Em 2026, haverá eleições gerais para presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais. Covas garantiu que vai terminar o seu mandato antes de se candidatar para mais um cargo público, diferente do que fez seu padrinho político, o governador João Doria (PSDB), que deixou a Prefeitura em 2018 antes de completar dois anos de mandato.

Ao longo da entrevista, ele reforçou seu discurso a favor da responsabilidade fiscal e evitou se comprometer com a manutenção do preço atual da tarifa de ônibus em 2021.

“Se eu for reeleito, eu só volto a ser candidato em 2026”, afirmou após ser questionado sobre especulações em torno de seu nome para o Palácio dos Bandeirantes. “Não há a menor perspectiva de candidatura em 2022, já deixei bem claro isso ao partido. Já está todo mundo consciente em relação a esse tema.”

O término do mandato tem sido um dos temas usados por adversários para criticar os tucanos. Pela promessa de Covas, caso seja reeleito no segundo turno ele ainda passaria dois anos sem mandato, após concluir uma eventual gestão até o fim de 2024.

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Covas ainda rebateu a cobrança por não ter uma “marca” da sua gestão municipal na forma de grandes obras. “Quem tem marca é cerveja”, disse. “Político precisa ter responsabilidade. Nossa gestão foi marcada pela responsabilidade fiscal e boa gestão do recurso público.”

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POLÍTICA NACIONAL

Paes anuncia primeira mulher negra a integrar a cúpula do seu secretariado

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cinco pessoas sentadas em bancada
Daniel Castelo Branco/ Agência O Dia

Marlí foi anunciada como a primeira mulher negra a compor o secretariado da futura administração

Nesta quarta-feira (02), o prefeito eleito do Rio de Janeiro , Eduardo Paes (DEM), anunciou Marlí Peçanha como o mais novo nome do seu secretariado. Marlí será responsável por comandar a Secretaria de Ações Comunitárias do futuro governo e será a primeira mulher negra a integrar a cúpula dos mandatos de Paes. As informações foram apuradas pelo portal  UOL .

Marlí é professora da rede municipal de ensino. Ela nasceu em Minas Gerais, mas foi criada na comunidade de Rio das Pedras, na zona oeste da capital fluminense. 

O anúncio da mulher na pasta cumpre uma promessa da campanha de Paes, que afirmou que teria um secretariado diverso e com mulheres negras no primeiro escalão. Segundo o portal, outros quadros com essas características devem ser anunciados até o final da semana. Marlí tem um histórico de lutas ao lado de Paes, destacado por ele no momento do anúncio.

“São pessoas da minha total confiança [os secretários já anunciados], entre elas a Marlí, que trabalha comigo há 20 anos”, disse. Marlí também esteve presente durante as remoções de moradias para a realização de obras olímpicas, feitas nos dois primeiros mandatos de Paes.

Na ocasião, ela foi uma das nomeadas para falar com os moradores que se recusavam a deixar o local. Na época, ela era assessora do gabinete do prefeito e também chegou a ser nomeada coordenador de Articulação da Secretaria de Habitação. Em um vídeo compartilhado em 2016, às vésperas dos Jogos Olímpicos, Marlí aparece dizendo que sentia “o cheiro desse povo de longe. Aqui é tudo farinha do mesmo saco”, em relação às manifestações dos moradores que se recusavam a deixar o local.

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Afinidade

Ainda de acordo com a publicação, a futura secretária não esconde a afinidade com Paes nas redes sociais. Além de publicar fotos ao lado dele e do deputado federal e futuro secretário de Fazenda, Pedro Paulo (DEM), ela posa ao lado do ex-deputado estadual Rafael Picciani, filho do ex-presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) Jorge Picciani.

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POLÍTICA NACIONAL

Carta assinada por 14 senadores é contra a reeleição de Maia e Alcolumbre

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maia e alcolumbre
Geraldo Magela/Agência Senado

Reeleição por dois mandatos consecutivos não é permitida pela constituição atualmente


Os 14 senadores que integram o grupo Muda Senado divulgaram uma carta se manifestando contra a possibilidade de recondução de Davi Alcolumbre (DEM-AP) e Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a Presidência das duas casas do Congresso Nacional . Maia comanda a Câmara e Alcolumbre o Senado. A eleição está marcada para fevereiro de 2021, mas já movimenta o cenário político.


“O próprio artigo 59 do Regimento Interno do Senado Federal reproduz a parte final do dispositivo transcrito, ao dispor que “os membros da Mesa serão eleitos mandato de dois anos, vedada a reeleição para o período imediatamente subsequente”, diz um texto do documento.

“Consideramos que a alternância de poder é essencial para a democracia. O Congresso deve respeitar a Constituição Federal que muitos de seus antigos membros ajudaram a construir e à qual estará sempre submetido”, escrevem os senadores em outro ponto.

Enquanto os senadores e deputados se movimento em torno da reeelição, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) vão analisar em audiência a ação movida pelo PTB contra a reeleição.


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