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POLÍTICA NACIONAL

São Paulo elege os 2 primeiros vereadores transexuais da história da Câmara

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Montagem reprodução

Erika Hilton (PSOL) e Thammy Miranda (PL)


Em São Paulo, dois vereadores transexuais fizeram história ao se elegerem pela primeira vez na história para a Câmara Municipal, com votação expressiva, ambos ficaram entre os 10 vereadores mais bem votados. Cerca de 99,92% das urnas já foram apuradas a capital paulista,  Erika Hilton (PSOL) tinha 50.477 votos e Thammy Miranda (PL) tinha 43.297 votos. 


A vereadora do PSOL foi a sexta mais votada no pleito, Já Thammy Miranda, do PL, ficou na nona posição. Erika Hilton se manifestou nas redes sociais celebrando a vitória:  “Vencemos! Com 99% das urnas apuradas já é possível dizer: Mulher preta e trans eleita a vereadora mais votada da cidade. Feminista, antirracista, LGBT e do PSOL! A primeira da história! Com mais de 50 mil votos. Obrigada”.

“Venho de uma trajetória repleta de ódio e de negações . Quando chego neste espaço, já é algum tipo de ascensão”, disse Erika Hilton em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, em 2019, ao se referir sobre a rotina como co-deputada da Bancada Ativista na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo).

Thammy Miranda também celebrou a vitória e disse que o seu mandato será colaborativo. “Agora começa um novo tempo, um novo ciclo na minha vida e eu vou mostrar que sou gente que cuida de gente(…) Somos mais de 43 mil pessoas agora que querem fazer o bem para a cidade de São Paulo “.



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POLÍTICA NACIONAL

PGE pede ao TSE quebra de sigilos de Luciano hang em ação contra Bolsonaro

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Véio da Havan, Luciano Hang
IG – Economia

‘Véio’ da Havan é investigado por suposto financiamento de disparo de mensagens falsas a favor de Bolsonaro em 2018

A Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a quebra dos sigilos bancário e fiscal do empresário Luciano Hang , dono da Havan e aliado do presidente  Jair Bolsonaro (sem partido).

A investigação apura se houve disparo em massa de mensagens falsas por meio do WhatsApp para favorecer a campanha de Bolsonaro em 2018.

Segundo as investigações, há indícios de que Luciano Hang teria financiado  o serviço de quatro empresas que teriam disparado mensagens contra rivais de Bolsonaro durante a campanha.

Diante disso, Brill de Góes pediu ao TSE que quatro ações que pedem a cassação da chapa formada por Bolsonaro e Hamilton Mourão tenham andamento conjunto na Corte.

O TSE analisa se houve impacto na eleição que possa configurar abuso de poder econômico e uso indevido de meio de comunicação social.

“É incontroverso que o surgimento dessa relevante informação superveniente – que converge harmonicamente com os fatos narrados na representação inaugural – consiste em indícios suficientes para a revisitação da decisão de indeferimento das medidas cautelares”, argumentou Brill de Góes .

Segundo o vice-procurador-geral eleitoral, “o modus operandi narrado nas peças portais dessas representações […] guarda notória semelhança com o adotado pelo representado Luciano Hang em relação ao Facebook para impulsionamento de conteúdo, como ficou bem demonstrado em julgamento realizado por esse Tribunal Superior.”

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Segundo informações do G1, a defesa do empresário disse que Hang “nada tem a esconder”e que ele “jamais financiou disparo ou impulsionou mensagens pelo WhatsApp durante a campanha eleitoral”.

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POLÍTICA NACIONAL

Ministério de Damares critica maconha medicinal: “Pouquíssimas evidências”

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Damares Alves%2C ministra da Mulher%2C Família e Direitos Humanos
Alan Santos/PR

Damares Alves, ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves,  lançou na última terça-feira (2), a cartilha “Os riscos do uso da maconha na família, na infância e na juventude”, e dentre os pontos citados, critica o plantio da planta para uso medicinal.

Há na Câmara dos deputados uma comissão especial que trata sobre o assunto dos medicamentos feitos à base da cannabis sativa. O relatoR do projeto, é o deputado Luciano Ducci (PSB-PR), que deu parecer favorável à proposta de plantio da maconha, contudo, não há consenso. O governo federal já se mostrou contrário ao projeto, sendo o ministério de Damares um dos braços contrários a tal aprovação.

“É importante salientar que o uso terapêutico dos componentes da maconha ainda é extremamente restrito, contando com pouquíssimas evidências científicas”, diz a cartilha, que contém 31 páginas.

Em uma live feita nesta terça (2), secretários do Ministério da família argumentaram contra o uso medicinal da droga . Contudo, nenhum deles é da área da saúde.

“O uso da maconha causa queda do Q.I do usuário”, afirmou a secretária Emilly Coelho, que também criticou a questão medicInal, classificando como uma “falácia da mídia”:

“O repetido uso medicinal é um mantra. É a armadilha linguística para impor algo danoso. Não há uso medicinal da maconha. É uma falácia da mídia. Não é inofensiva, é lesiva”, afirmou.

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Mauricio Cunha , secretário Nacional da Criança e adolescente, indagou que o uso da maconha, de forma recreativa, leva a doenças psicóticas, com sintomas como medo de morrer e ‘ideias paranoicas’.

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