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Rafael Sardão emenda novela com série sobre nova pandemia e vírus misterioso

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Rafael Sardão emenda novela com série
Divulgação/Renata Spinelli

Rafael Sardão emenda novela com série


No ar como Miguel, protagonista da novela “Amor Sem Igual” , da RecordTV, Rafael Sardão já está reservado para outro projeto da emissora da Barra da Funda. Trata-se da série “Ameaça Invisível”, escrita por Ingrid Zavarezzi, cujo tema abordará um vírus misterioso que contamina vários países ao redor do mundo.

Nela, interpretará Greg, um motorista de aplicativo descrito como “um cara amargurado e totalmente entregue a um casamento doente, que se transformará, aos poucos, em um relacionamento abusivo”. Sardão, inclusive, dividirá a maior parte das cenas com a mulher, a não menos talentosa Karen Júlia. 

Rafael Sardão e Karen Júlia
Divulgação

Karen Júlia e Rafael Sardão


Questionado sobre as gravações, ele deu spoiler de parte do processo de criação: “Gravamos a promo durante o isolamento social. Eu e a Karen, com os celulares, produzindo planos de filmagem, de luz e até operando a câmera. A gente pôde se envolver em todos os aspectos, além da atuação propriamente dita”. 


Fora isso, o artista ressaltou a satisfação com o seriado e a companhia. “Foi uma experiência inovadora, mas muito gostosa, sobretudo por estar com a minha esposa novamente. É sempre bom estar ao seu lado. Além de grande atriz, uma parceira incrível para se ter no set”, manifestou-se. A estreia da produção está prevista para o ano que vem.

Felipe Gurgel
Divulgação

Felipe Gurgel


Novidades a caminho

Comemorando 21 anos de sucesso e carreira, Felipe Gurgel, o Felipão, dono dos hits “O Cara da Internet”, “Se Arrependeu” e “Apaixonado Vagabundo”, entrou em estúdio para a gravação de seu próximo álbum, com produção musical de Leandro Holanda. O primeiro single desse novo trabalho está previsto para ser lançado em todas as plataformas de streaming e YouTube no mês que vem.

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Conhecido pelo jeito solto de dançar no palco desde a época do “Forró Moral”, o artista paraibano, que já gravou feat com Léo Santana e Márcia Fellipe, tem usado as redes sociais para aguçar a curiosidade dos fãs. Em uma das últimas publicações no Instagram, por exemplo, o forrozeiro escreveu: “Felicidade de quem está preparando algo massa para vocês”. O jeito é aguardar!

João Company
Divulgação/Sergio Santoian

João Company


Emoção à flor da pele

Desde o último dia 10, João Company pode ser visto na pele de Dom Pedro I na série “Brasil Imperial”, que tem 10 episódios e é exibida nas plataformas de streaming Amazon Prime e VivoPlay. “Fazer o Dom Pedro I foi um desafio como ator. E eu só consegui sentir o personagem no meu corpo quando larguei mão de tentar construir um psicológico bem delineado”, explicou.

Logo depois, ressaltou a importância de ter lido a obra da historiadora Isabel Lustosa: “A autora escreveu que Dom Pedro tinha traços de loucura e esquizofrenia. Isso porque, além da genética, ele tinha convulsões que poderiam ser um desses sinais. E, como a medicina da época ainda não havia desenvolvido bem a psiquiatria e a psicologia, não sabiam ao certo diagnosticar o motivo delas”.

Por fim, Company mencionou como essa obtenção de cultura foi benéfica para sua atuação. “Pronto, foi o ponto de partida para eu entrar na loucura do Imperador, e foi uma delícia”, garantiu o artista, que participou das novelas globais “Bom Sucesso” e “Amor de Mãe”, em rápido bate-papo com a Coluna Marcelo Bandeira, hospedada no iG Gente .

Mily e Mary Oliveira
Divulgação/Mattheus Lamim

Mily e Mary Oliveira


Dose extra de talento

As gêmeas Mily e Mary Oliveira, que participaram da novela infantojuvenil “As Aventuras de Poliana”, do SBT, não cabem em si de tanta felicidade. Um dos motivos? O lançamento do single “Meu Amor É Você”, que chegou às plataformas digitais e ao YouTube na semana passada.

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Segundo Mily, a gravação do vídeo aconteceu em Guararema, no interior de São Paulo, e foi uma aventura daquelas. “Saímos de casa à 1h e chegamos às 3h, pois o diretor queria registrar uma cena com o nascer do sol, mas, infelizmente, acabou não rolando, porque ele nasceu atrás das nuvens. Mas, apesar disso, o resultado ficou lindo, incrível. Valeu o esforço e a dedicação de toda a equipe”, confidenciou.

Já Mary lembrou que a letra da canção retrata o valor da amizade verdadeira. Por isso, elas resolveram convidar os amigos para a filmagem. “Como em todo grupinho sempre tem alguém que tem um crush no outro, nós resolvemos trazer isso para o clipe também”, destacou. Play já!

Roteiro cultural

Mony Gester, que está à frente da Filomena Produções, não esconde de ninguém a contagem regressiva para se ver em cena em um de seus novos projetos: a série “Amazônia Oculta”, que terá cinco episódios e exibirá narrativas de horror, suspense e ficção científica na Amazônia contemporânea. Quando? A partir de dezembro, na grade de programação da Rede Cultura do Pará.

Mony Gester
Divulgação/Oseias Barbosa

Mony Gester


“Viver Bebel no episódio ‘Eterno Retorno’, de ‘Amazônia Oculta’, foi um presente! A personagem chegou em um momento pontual da minha carreira, e filmar novamente em Belém, estando próxima à minha família, me tocou de uma forma diferente”, detalhou a atriz, que já havia trabalhado com o diretor Roger Elarrat no seriado “Squat na Amazônia” e no filme “Eu, Nirvana”.

Leon Zurke
Divulgação/Dan Xavier

Leon Zurke


Som na vitrola

Leon Zurke está em plena divulgação do single autoral “Anjo Caído”, lançado há pouquíssimos dias em todas as plataformas digitais e em seu canal oficial no YouTube. O videoclipe, aliás, foi gravado em São José dos Campos (SP), sob a produção da Calabouço Records, a direção de Dan Xavier e a participação da drag queen Naomi Robbins.

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Ao falar sobre o projeto, ele abriu um sorriso, cantou o refrão da letra “Não tem mais certo nem errado / Porque eu já cresci / E as regras que você criou / Só se aplicam a ti” e afirmou que “Anjo Caído” foi muito especial. “Quis focar um pouco da experiência que muitos LGBTQIA+ passam, mas de maneira leve e esteticamente bonita”, narrou.

Pouco tempo depois, porém, o artista joseense completou seu pensamento e deixou alguns questionamentos no ar. Um deles foi: “Quantos passam pela experiência do julgamento apenas por serem quem são?”. Já o outro: “A orientação sexual e o gênero são mais importantes do que ser uma pessoa boa?”. Vale a reflexão!

Fonte: IG GENTE

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Com Covid-19, Marieta Severo internada com pneumonia

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Marieta Severo
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Marieta Severo foi internada com quadro leve de pneumonia, informou sua assessoria

A atriz Marieta Severo , de 74 anos, está internada no Hospital Copa Star, em Copacabana, com pneumonia. De acordo com a assessoria da global, que foi diagnosticada com Covid-19 , a artista está com “uma pneumonia bem leve, mas por precaução e segurança, devido à idade, é mais seguro ficar no hospital”.

A atriz deu entrada no hospital, nesta sexta-feira, para fazer alguns exames relacionados à doença, quando foi constata a pneumonia. Ainda não há previsão de alta.

Marieta estava gravando “Um Lugar ao Sol” , novela de Licia Manzo com previsão de estreia em abril de 2021. Além de Marieta, outra pessoa que tem acesso ao ser de gravação também testou positivo.

Outras novas novelas, “Quanto Mais Vida Melhor” e “Nos Tempos do Imperador”, também estão sendo gravadas no momento na Globo,  mesmo com o crescimento de casos de Covid-19.

Fonte: IG GENTE

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‘Precisei me distanciar do caso’, diz atriz sobre viver Richthofen no cinema

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cena dos filmes 'A Menina Que Matou Os Pais' e 'O Menino Que Matou Meus Pais'
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Ilana Casoy, Raphael Montes e Carla Diaz participam de painel na CCXP Worlds


A pandemia do novo coronavírus fez com que muitos lançamentos de filmes fossem adiados. É o caso de ‘A Menina que Matou Os Pais’ e ‘O Menino Que Matou Meus Pais’ , que têm como tema central o assassinato do casal Richthofen encomendado pela própria filha, Suzane von Richthofen, e os irmãos Daniel e Christian Cravinho.


CCXP Worlds convidou os roteiristas dos filmes, o escritor Raphael Montes e a criminalista Ilana Casoy , e a atriz Carla Diaz , que interpreta Suzane nos longas, para falar sobre novidades e o processo de criação do filme.

Montes e Casoy já haviam trabalhado juntos no livro ‘ Bom Dia, Verônica ‘, que esse ano fez sucesso com sua adaptação na Netflix. Eles repetem a parceria para trazer duas percepções diferentes sobre o Caso Richtofen, que ocorreu em 2002. 

Ao passo que Montes tem a expertise da ficção, Casoy esteve envolvida nas investigações do crime na vida real. Ela passou 15 anos na investigação e tinha conhecimento profundo sobre o processo, o que ajudou a remontar as duas versões para os filmes. A ideia original era contar tudo em um filme só, mas a produtora gostou tanto da ideia que decidiu que seria mais interessante se a história fosse dividida em duas partes.

Montes e Casoy comentaram sobre o processo criativo para a realização dos roteiros. O escritor afirma que foi preciso criar pontos dramáticos diferentes nas versões de Suzane e de Daniel.

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“A gente separou as cenas pilares, que são as que ambos concordam, cenas que existem só em uma versão, as que aparecem nas duas. Tivemos que fazer escolhas para poder fazer o filme, em qual deles colocaríamos o quê”, conta Montes. Casoy chama esse processo de “quebra-cabeça”. “Nosso quadro de trabalho é um enigma”, brinca.

Carla contou que sabia que o filme seria desafiador desde o início, quando topou fazer o teste para o papel de Suzane. Ao mesmo tempo, ela se motivou por saber que era uma personagem que, artisticamente, a instigaria.

“Mergulhei profundamente no processo de preparação da personagem. Foi uma busca muito grande em livros e reportagens, só que em um primeiro momento eu precisei me distanciar do caso real e que me isentar do meu julgamento pessoal sobre esse crime que é tão cruel”, afirma a atriz.

Outro desafio que ela precisou enfrentar foi o fato de precisar gravar a mesma cena em pontos de vistas diferentes em intervalo muito curto de tempo. As duas versões eram, geralmente, gravadas na mesma hora. “Eu tinha que me desligar muito rápido de uma versão para rodar a próxima, às vezes até da mesma cena”, conta.

Na preparação, Carla teve acesso ao processo, fotos, vídeos, documentos e mergulhou em reportagens e livros, incluindo ‘Casos de família: 01. Arquivos Richthofen, 02. Arquivos Nardoni’, escritos por Casoy.

Raphael, por outro lado, preferiu não revisitar o processo e focar na parte técnica do roteiro. “Eu só tive acesso aos áudios do processo e do júri. Acho que Ilana tinha todo esse conhecimento e, por mais que eu estudasse, nunca conseguiria suprir o conhecimento dela”, afirma o escritor.
O filme não tem data de estreia definida.

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Confira o trailer de ‘A Menina que Matou Os Pais’ e ‘O Menino Que Matou Meus Pais’ aqui:

Fonte: IG GENTE

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