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POLÍTICA NACIONAL

PSB quer apoiar Boulos e Márcio França discorda; apoio ainda não foi declarado

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Márcio França em campanha de rua
Fernanda Luz/Fotos Públicas

Márcio França ficou em terceiro lugar no 1º turno

O PSB quer declarar apoio ao candidato Guilherme Boulos (PSOL) no 2º turno das eleições municipais em São Paulo , mas o ex-governador Márcio França (PSB), que ficou em terceiro lugar no 1º turno, é contra a decisão por conta da falta de apoio do PSOL em 2018 quando ele foi para o 2º turno contra João Doria para chegar ao comando do estado de São Paulo. As informações são da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo .

O presidente do PSB, Carlos Siqueira, e França (PSB) terão uma reunião na noite desta quinta-feira (19) para definir qual será o posicionamento do partido. Eles deverão anunciar uma posição após o encontro. Há expectativa que o PSB formalize o apoio, sinalizando uma união na esquerda, deixando de lado o apoio pessoal de França.

Nesta quarta-feira (18), Siqueira, inclusive, já conversou com Boulos a vice dele, Luiza Erundina (PSOL), que foi do PSB.

O argumento da sigla é que o partido deve se somar ao espectro da esquerda, apesar das diferenças, como fez em Porto Alegre, e se distancie de João Doria (PSDB), cujo candidato é Bruno Covas.

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POLÍTICA NACIONAL

Paes anuncia primeira mulher negra a integrar a cúpula do seu secretariado

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cinco pessoas sentadas em bancada
Daniel Castelo Branco/ Agência O Dia

Marlí foi anunciada como a primeira mulher negra a compor o secretariado da futura administração

Nesta quarta-feira (02), o prefeito eleito do Rio de Janeiro , Eduardo Paes (DEM), anunciou Marlí Peçanha como o mais novo nome do seu secretariado. Marlí será responsável por comandar a Secretaria de Ações Comunitárias do futuro governo e será a primeira mulher negra a integrar a cúpula dos mandatos de Paes. As informações foram apuradas pelo portal  UOL .

Marlí é professora da rede municipal de ensino. Ela nasceu em Minas Gerais, mas foi criada na comunidade de Rio das Pedras, na zona oeste da capital fluminense. 

O anúncio da mulher na pasta cumpre uma promessa da campanha de Paes, que afirmou que teria um secretariado diverso e com mulheres negras no primeiro escalão. Segundo o portal, outros quadros com essas características devem ser anunciados até o final da semana. Marlí tem um histórico de lutas ao lado de Paes, destacado por ele no momento do anúncio.

“São pessoas da minha total confiança [os secretários já anunciados], entre elas a Marlí, que trabalha comigo há 20 anos”, disse. Marlí também esteve presente durante as remoções de moradias para a realização de obras olímpicas, feitas nos dois primeiros mandatos de Paes.

Na ocasião, ela foi uma das nomeadas para falar com os moradores que se recusavam a deixar o local. Na época, ela era assessora do gabinete do prefeito e também chegou a ser nomeada coordenador de Articulação da Secretaria de Habitação. Em um vídeo compartilhado em 2016, às vésperas dos Jogos Olímpicos, Marlí aparece dizendo que sentia “o cheiro desse povo de longe. Aqui é tudo farinha do mesmo saco”, em relação às manifestações dos moradores que se recusavam a deixar o local.

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Afinidade

Ainda de acordo com a publicação, a futura secretária não esconde a afinidade com Paes nas redes sociais. Além de publicar fotos ao lado dele e do deputado federal e futuro secretário de Fazenda, Pedro Paulo (DEM), ela posa ao lado do ex-deputado estadual Rafael Picciani, filho do ex-presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) Jorge Picciani.

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POLÍTICA NACIONAL

Carta assinada por 14 senadores é contra a reeleição de Maia e Alcolumbre

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maia e alcolumbre
Geraldo Magela/Agência Senado

Reeleição por dois mandatos consecutivos não é permitida pela constituição atualmente


Os 14 senadores que integram o grupo Muda Senado divulgaram uma carta se manifestando contra a possibilidade de recondução de Davi Alcolumbre (DEM-AP) e Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a Presidência das duas casas do Congresso Nacional . Maia comanda a Câmara e Alcolumbre o Senado. A eleição está marcada para fevereiro de 2021, mas já movimenta o cenário político.


“O próprio artigo 59 do Regimento Interno do Senado Federal reproduz a parte final do dispositivo transcrito, ao dispor que “os membros da Mesa serão eleitos mandato de dois anos, vedada a reeleição para o período imediatamente subsequente”, diz um texto do documento.

“Consideramos que a alternância de poder é essencial para a democracia. O Congresso deve respeitar a Constituição Federal que muitos de seus antigos membros ajudaram a construir e à qual estará sempre submetido”, escrevem os senadores em outro ponto.

Enquanto os senadores e deputados se movimento em torno da reeelição, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) vão analisar em audiência a ação movida pelo PTB contra a reeleição.


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