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POLÍTICA NACIONAL

Morto na véspera da eleição, prefeito é reeleito com 60% dos votos em MG

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Antônio Claret Mota Esteves foi reeleito com 60% dos votos para a prefeitura de Passa Quatro (MG)
Divulgação Partido Verde

Antônio Claret Mota Esteves foi reeleito com 60% dos votos para a prefeitura de Passa Quatro (MG)

Atual prefeito de Passa Quatro , Minas Gerais, que buscava a reeleição, Antônio Claret , de 62 anos faleceu um dia antes das eleições municipais, que ocorreram neste domingo (15).

Candidato pelo Partido Verde, Antônio estava internado em um hospital de Varginha, no sul de Minas, onde se recuperava de um infarto sofrido há 15 dias, mas acabou nâo resistindo, vindo à óbito na noite de sábado(14).

O Partido chegou a pedir para que seu nome na urna eletrônica fosse substituido pelo do vice, Henrique Nogueira Gonçalves , mas Justiça Eleitoral disse não ter tido tempo hábil para realizar a mudança.

Na eleição, Antônio recebeu 5.638 votos, que representa 60,8% do eleitorado de Passa Quatro. Betinho Paiva (DEM), teve 35,6%, e Dr. Aledson (PSC) ficou em último, com apenas 3,5 de pontos percentuais.

Com a morte de Claret, Henrique Nogueira assumirá a prefeitura em janeiro de 2021, quando toma pose oficial.

O Partido Verde, por meio de nota oficial, lamentou a morte de seu associado:

“O Partido Verde lamenta a morte do amigo e candidato Antonio Claret Mota Esteves, de Passa Quatro (MG). Estendemos a todos os familiares, amigos e equipe da campanha nossa solidariedade e pesar neste triste momento.”

Ainda na nota, o partido relembrou sua trajetória política:

“A história de vida deste importante quadro faz parte da história do município, tendo sido o primeiro prefeito após a redemocratização e o mais novo, com 28 anos, em 1986. Claret foi ainda vereador, presidente da Câmara, vice-prefeito e prefeito em duas ocasiões.”

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POLÍTICA NACIONAL

Ministério de Damares critica maconha medicinal: “Pouquíssimas evidências”

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Damares Alves%2C ministra da Mulher%2C Família e Direitos Humanos
Alan Santos/PR

Damares Alves, ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves,  lançou na última terça-feira (2), a cartilha “Os riscos do uso da maconha na família, na infância e na juventude”, e dentre os pontos citados, critica o plantio da planta para uso medicinal.

Há na Câmara dos deputados uma comissão especial que trata sobre o assunto dos medicamentos feitos à base da cannabis sativa. O relatoR do projeto, é o deputado Luciano Ducci (PSB-PR), que deu parecer favorável à proposta de plantio da maconha, contudo, não há consenso. O governo federal já se mostrou contrário ao projeto, sendo o ministério de Damares um dos braços contrários a tal aprovação.

“É importante salientar que o uso terapêutico dos componentes da maconha ainda é extremamente restrito, contando com pouquíssimas evidências científicas”, diz a cartilha, que contém 31 páginas.

Em uma live feita nesta terça (2), secretários do Ministério da família argumentaram contra o uso medicinal da droga . Contudo, nenhum deles é da área da saúde.

“O uso da maconha causa queda do Q.I do usuário”, afirmou a secretária Emilly Coelho, que também criticou a questão medicInal, classificando como uma “falácia da mídia”:

“O repetido uso medicinal é um mantra. É a armadilha linguística para impor algo danoso. Não há uso medicinal da maconha. É uma falácia da mídia. Não é inofensiva, é lesiva”, afirmou.

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Mauricio Cunha , secretário Nacional da Criança e adolescente, indagou que o uso da maconha, de forma recreativa, leva a doenças psicóticas, com sintomas como medo de morrer e ‘ideias paranoicas’.

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POLÍTICA NACIONAL

Militares atuam para impedir reeleição de Rodrigo Maia, mas aceitam Alcolumbre

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Maia e Alcolumbre
Pedro França/Agência Senado

Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre tentam reeleição, respectivamente, na Câmara e no Senado

A ala militar do governo tem atuado nos bastidores para impedir que o STF (Supremo Tribunal Federal) permita a reeleição de Rodrigo Maia (DEM) na Câmara dos Deputados. Segundo informações da CNN Brasil,  a ideia é convencer os magistrados de impor uma trava à reeleição de Maia; Alcolumbre (DEM-AL), porém, não sofre oposição dos militares para se reeleger no Senado.

Os ministros militares estão trabalhando com a possibilidade de que a trava a Maia seja apresentada em um voto divergente ao do ministro Gilmar Mendes , relator de uma ação em que o PTB contesta a possibilidade de uma nova candidatura na mesma legislatura.

Dessa forma, o presidente do Senado, eleito 2019, poderia disputar a reeleição em 2021, mas Maia, que comanda a Câmara dos Deputados desde 2016, estaria impedido.

O movimento da ala militar leva em conta o fato de ministros da corte admitirem, em conversas reservadas, não haver brecha para pedidos de vista ou de destaque, o que poderia travar o julgamento. 

Caso isso ocorra, Gilmar Mendes – defendor da reeleição de Maia e Alcolumbre – pode ser responsável pela decisão, de forma liminar, já que a eleição está agendada para 2 de fevereiro e o Supremo entra em recesso no dia 18

Já a porção do STF que defende a possibilidade dos dois parlamentares se reelegerem, esperam uma definição do julgamento já nesta sexta-feira, 4 de dezembro. A ala acredita ter a maioria dos votos , o que favoreceria a candidatura de ambos.

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