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POLÍTICA NACIONAL

Ibope: Manuela D’Ávila lidera com 40%; Sebastião Melo (MDB) atrás com 25%

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Manuela D'Ávila lidera com 40% e deve estar no segundo turno
Marcelo Camargo/ABr

Manuela D’Ávila lidera com 40% e deve estar no segundo turno

O Ibope divulgou a última pesquisa do primeiro turno de intenções de votos válidos para a Prefeitura de Porto Alegre. Manuela D’Ávila (PCdoB) aparece na frente, com 40%, seguida por Sebastião Melo (MDB), com 25%. Nelson Marchezan Júnior (PSDB) é o terceiro, com 17%.

O Ibope também fez projeções de segundo turno considerando os três primeiros colocados na última pesquisa, de 29 de outubro. Numa disputa contra Melo, D’Ávila venceria com 42% das intenções de voto, e o rival, 40%, empatados tecnicamente.

Já contra Marchezan, a candidata do PcdoB tem 44%, e o tucano, 33%. Num possível confronto entre o segundo e terceiro colocados, Melo fica com 44%, contra 30% de Marchezan.

Rejeição

A pesquisa também avaliou o índice de rejeição de cada candidato. Manuela tem a maior rejeição entre todos os candidatos, com 38%. O terceiro colocado Marchezan tem índice próximo, de 36%. Entre os primeiros colocados, Melo é o que tem a menor rejeição, com 13%.

Apenas 3% dos entrevistados disseram que poderiam votar em qualquer um dos candidatos. Os que não souberam ou preferiram não opinar somaram 5%. A soma das porcentagens é maior que 100% porque os eleitores podiam apontar mais de um candidato na resposta.

Confira o índice de rejeição de cada pleiteante:

  • Manuela D’Ávila (PCdoB): 38%
  • Nelson Marchezan Júnior (PSDB): 36%
  • Rodrigo Maroni (PROS): 19%
  • Valter Nagelstein (PSD): 15%
  • Gustavo Paim (PP): 13%
  • Julio Flores (PSTU): 13%
  • Sebastião Melo (MDB): 13%
  • João Derly (Republicanos): 12%
  • Juliana Brizola (PDT): 10%
  • Fernanda Melchionna (PSOL): 9%
  • Luiz Delvair (PCO): 8%
  • Montserrat Martins (PV): 7%
Leia mais:  Com mais vereadores do que Doria, Covas terá de brigar por maioria na Câmara

Na pesquisa sob o protocolo RS-02998/2020, 805 pessoas foram entrevistadas entre 12 e 14 de novembro. O levantamento tem nível de confiança estimado em 95%, o que significa dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerada a margem de erro.

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POLÍTICA NACIONAL

Covas telefona para Bolsonaro, é parabenizado e propõe relação republicana

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covas
Reprodução

Bruno Covas, Jair Bolsonaro e João Doria


O prefeito reeleito Bruno Covas (PSDB)  telefonou na segunda-feira (30) para o presidente Jair Bolsonaro. O gesto foi uma proposta de trégua política depois de uma campanha em que Bolsonaro saiu derrotado em São Paulo.


A conversa com o presidente foi de apenas alguns minutos e protocolar. Bolsonaro parabenizou Covas pela vitória, e o tucano demonstrou interesse em estabelecer uma relação republicana com o presidente.

A cidade de São Paulo depende de recursos federais. Em 2021, que se anuncia ainda mais difícil para os cofres públicos do país por causa da crise econômica gerada pela pandemia do novo coronavírus, uma parceria com o governo federal se torna ainda mais fundamental para o governo Covas.

Na segunda-feira (30) o prefeito eleito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes , também telefonou para Bolsonaro. Paes combinou uma ida a Brasília “já”, sem data ainda marcada. Também houve espaço para uma brincadeira: “Disse que já podia ter livrado ele do Wilson Witzel (governador afastado e alvo de impeachment), se ele não tivesse errado. Mas que ele votou errado de novo, mas eu livrei ele do pior prefeito da história da vida dele e do Rio”, relatou Paes ao GLOBO.

Covas evitou durante toda a eleição fulanizar o embate contra o que ele chamou de ” radicalismo “. Embora a crítica tivesse remetentes certos, a esquerda e o bolsonarismo, foram poucas as vezes em que o candidato de PSDB mencionou Bolsonaro.

Leia mais:  PT x PDT: apoios no Nordeste acirram disputa na esquerda de olho em 2022

O telefonema desta segunda-feira de Covas também indica que ele não deverá seguir a cartilha de seu aliado, o governador João Doria (PSDB) . Potencial candidato ao Planalto em 2022, Doria entrou numa disputa com Bolsonaro que tem extrapolado os limites da política e contaminado decisões de governo de ambos os lados.

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POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro busca novo partido para 2022; saiba quais são as legendas possíveis

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Bolsonaro
Mariama Correia / Agência Pública

Bolsonaro está em busca de um novo partido para disputar eleições de 2022

O presidente  Jair Bolsonaro (sem partido) tem acelerado conversas com líderes partidários com o intuito de encontar uma legenda para se lançar à reeleição em 2022.

Entre os conselhos recebidos pelo chefe do Executivo está a orientação para escolher um partido estruturado e com recursos. Legenda do centrão estão entre as alternativas.

Deputados da ala ideológica negociam com o PSL para reformular a legenda e abrigar Bolsonaro .

Além do PSL , os aliados de Bolsonaro acreditam que o PSD, o PP, o Republicanos, o PTB e o Patriota devem ser mantidos no radar do presidente.

A expectativa é que Bolsonaro aguarde as eleições da presidência do Senado e da Câmara, em fevereiro de 2021, para realizar agendas com líderes partidários.

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