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POLÍTICA NACIONAL

França chama Boulos e Russomanno de extremos e diz que criou “segundo centro”

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Márcio França%2C candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PSB%2C votou em colégio no Itaim Bibi
Fernanda Luz/Divulgação

Márcio França, candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PSB, votou em colégio no Itaim Bibi

O candidato Márcio França à Prefeitura de São Paulo pelo PSB votou na manhã deste domingo (15), por volta das 10h30, e disse que criou um “segundo centro” durante sua campanha antes do 1º turno na corrida eleitoral. Ele votou na Escola Estadual Professora Ludovina Credidio Peixoto, no Itaim Bibi, acompanhado de sua mulher, Lúcia França, e do vice de sua chapa, o sindicalista Antonio Neto (PDT).

“Eu procurei encontrar um eixo que é mais ou menos um segundo centro. Tem o centro, que Bruno [Covas] ocupa, e a gente criou um segundo centro, que é uma novidade no Brasil”, afirmou.

França ainda comentou que os candidatos Guilherme Boulos (PSOL) e Celso Russomanno (Republicanos) representam os extremos nas eleições municipais. “Você tem um extremo do PSOL, um extremo do Russomanno. E a gente fez um segundo centro aqui no meio, que eu tenho chamado de centro de bom senso”, acrescentou. 

O ex-governador afirmou que Covas é o seu principal adversário na disputa e que Guilherme Boulos (PSOL) é seu maior oponente no primeiro turno.

Na última pesquisa Ibope feita antes do 1º turno, Covas apareceu com 38% dos votos válidos contra 16% de Boulos. França ficou com 13%, assim como Russomanno. Boulos, França e Russomanno estão em empate técnico dentro da margem de erro de três pontos percentuais. 

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Depois de votar, o ex-governador seguiu para a PUC, para acompanhar o voto de de seu vice. “No segundo turno, os debates são muito decisivos, porque é um contra um. Você consegue ver quem é mais bem preparado, mais experiente, quem tem mais pulso”, disse, sobre sua expectativa de disputar a Prefeitura contra Covas no segundo turno. 

Ele vai acompanhar a apuração com a mulher em sua residência, na Vila Clementino, próximo ao Parque Ibirapuera.

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POLÍTICA NACIONAL

Covas telefona para Bolsonaro, é parabenizado e propõe relação republicana

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covas
Reprodução

Bruno Covas, Jair Bolsonaro e João Doria


O prefeito reeleito Bruno Covas (PSDB)  telefonou na segunda-feira (30) para o presidente Jair Bolsonaro. O gesto foi uma proposta de trégua política depois de uma campanha em que Bolsonaro saiu derrotado em São Paulo.


A conversa com o presidente foi de apenas alguns minutos e protocolar. Bolsonaro parabenizou Covas pela vitória, e o tucano demonstrou interesse em estabelecer uma relação republicana com o presidente.

A cidade de São Paulo depende de recursos federais. Em 2021, que se anuncia ainda mais difícil para os cofres públicos do país por causa da crise econômica gerada pela pandemia do novo coronavírus, uma parceria com o governo federal se torna ainda mais fundamental para o governo Covas.

Na segunda-feira (30) o prefeito eleito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes , também telefonou para Bolsonaro. Paes combinou uma ida a Brasília “já”, sem data ainda marcada. Também houve espaço para uma brincadeira: “Disse que já podia ter livrado ele do Wilson Witzel (governador afastado e alvo de impeachment), se ele não tivesse errado. Mas que ele votou errado de novo, mas eu livrei ele do pior prefeito da história da vida dele e do Rio”, relatou Paes ao GLOBO.

Covas evitou durante toda a eleição fulanizar o embate contra o que ele chamou de ” radicalismo “. Embora a crítica tivesse remetentes certos, a esquerda e o bolsonarismo, foram poucas as vezes em que o candidato de PSDB mencionou Bolsonaro.

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O telefonema desta segunda-feira de Covas também indica que ele não deverá seguir a cartilha de seu aliado, o governador João Doria (PSDB) . Potencial candidato ao Planalto em 2022, Doria entrou numa disputa com Bolsonaro que tem extrapolado os limites da política e contaminado decisões de governo de ambos os lados.

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POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro busca novo partido para 2022; saiba quais são as legendas possíveis

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Bolsonaro
Mariama Correia / Agência Pública

Bolsonaro está em busca de um novo partido para disputar eleições de 2022

O presidente  Jair Bolsonaro (sem partido) tem acelerado conversas com líderes partidários com o intuito de encontar uma legenda para se lançar à reeleição em 2022.

Entre os conselhos recebidos pelo chefe do Executivo está a orientação para escolher um partido estruturado e com recursos. Legenda do centrão estão entre as alternativas.

Deputados da ala ideológica negociam com o PSL para reformular a legenda e abrigar Bolsonaro .

Além do PSL , os aliados de Bolsonaro acreditam que o PSD, o PP, o Republicanos, o PTB e o Patriota devem ser mantidos no radar do presidente.

A expectativa é que Bolsonaro aguarde as eleições da presidência do Senado e da Câmara, em fevereiro de 2021, para realizar agendas com líderes partidários.

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