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EXCLUSIVO: confira o teaser de “Mó Confusão”, novo single de Júlia & Rafaela

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Redação

EXCLUSIVO: confira o teaser de “Mó Confusão”, novo single de Júlia

Assim como todo sentimento, o amor tem seus altos e baixos, momentos de grande paixão, momentos de reclusão, de alegrias, de saudade e, com certeza, de muita confusão. Essa é a mensagem do novo single de Júlia & Rafaela que chega à todas plataformas digitais pela Universal Music nesta quinta-feira (19).

Com vídeo e sonoridade diferenciada – já apresenta ao público da dupla em seu último lançamento, Cangote – o novo single Mó Confusão é mais um passo de maturidade na nova fase das gêmeas do sertanejo.

Neste novo lançamento, a dupla dá mais um passo em direção a maturidade musical com uma sonoridade diferenciada que traz elementos do Dobro Resonator, Bouzouki, Mandolin e Steel Guitar , unindo o sertanejo raiz, com o universitário, country , se aproximando do folk em um show de referências.

EXCLUSIVO: confira o teaser de

Foto: Universal Music

A canção também é pura identificação em sua letra. “Bagunça na minha cama, eu até quero. Mas meu coração cê leva a sério. Para de matar uma saudade e deixar outra, ou beija ou desocupa a boca”, o refrão chiclete é um retrato sincero de uma situação que todo mundo já viveu: uma paixão intensa repleta de encontros e desencontros.

O vídeo envelopa todas as características marcantes e os diferenciais de Júlia & Rafaela. O timbre grave das gêmeas parecem nem sair da feição doce e apaixonada das jovens mulheres. Em diferentes cenários, as gêmeas dão show de interpretação e encantam com a sintonia que não deixa dúvidas que nasceram para cantar.

“Mó Confusão é o nosso segundo single dessa nova fase. É uma música sobre um relacionamento, em que uma pessoa não sabe o que quer, então a outra pessoa do relacionamento implora para o amado ficar na vida dela. Esperamos que vocês gostem” , conta Rafa.

Leia mais:  Filme sobre Eduardo e Mônica é ‘catarse coletiva’, diz diretor na CCXP Worlds

Assista ao teaser com exclusividade pelo TMJ:

Fonte: IG GENTE

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‘Precisei me distanciar do caso’, diz atriz sobre viver Richthofen no cinema

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cena dos filmes 'A Menina Que Matou Os Pais' e 'O Menino Que Matou Meus Pais'
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Ilana Casoy, Raphael Montes e Carla Diaz participam de painel na CCXP Worlds


A pandemia do novo coronavírus fez com que muitos lançamentos de filmes fossem adiados. É o caso de ‘A Menina que Matou Os Pais’ e ‘O Menino Que Matou Meus Pais’ , que têm como tema central o assassinato do casal Richthofen encomendado pela própria filha, Suzane von Richthofen, e os irmãos Daniel e Christian Cravinho.


CCXP Worlds convidou os roteiristas dos filmes, o escritor Raphael Montes e a criminalista Ilana Casoy , e a atriz Carla Diaz , que interpreta Suzane nos longas, para falar sobre novidades e o processo de criação do filme.

Montes e Casoy já haviam trabalhado juntos no livro ‘ Bom Dia, Verônica ‘, que esse ano fez sucesso com sua adaptação na Netflix. Eles repetem a parceria para trazer duas percepções diferentes sobre o Caso Richtofen, que ocorreu em 2002. 

Ao passo que Montes tem a expertise da ficção, Casoy esteve envolvida nas investigações do crime na vida real. Ela passou 15 anos na investigação e tinha conhecimento profundo sobre o processo, o que ajudou a remontar as duas versões para os filmes. A ideia original era contar tudo em um filme só, mas a produtora gostou tanto da ideia que decidiu que seria mais interessante se a história fosse dividida em duas partes.

Montes e Casoy comentaram sobre o processo criativo para a realização dos roteiros. O escritor afirma que foi preciso criar pontos dramáticos diferentes nas versões de Suzane e de Daniel.

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“A gente separou as cenas pilares, que são as que ambos concordam, cenas que existem só em uma versão, as que aparecem nas duas. Tivemos que fazer escolhas para poder fazer o filme, em qual deles colocaríamos o quê”, conta Montes. Casoy chama esse processo de “quebra-cabeça”. “Nosso quadro de trabalho é um enigma”, brinca.

Carla contou que sabia que o filme seria desafiador desde o início, quando topou fazer o teste para o papel de Suzane. Ao mesmo tempo, ela se motivou por saber que era uma personagem que, artisticamente, a instigaria.

“Mergulhei profundamente no processo de preparação da personagem. Foi uma busca muito grande em livros e reportagens, só que em um primeiro momento eu precisei me distanciar do caso real e que me isentar do meu julgamento pessoal sobre esse crime que é tão cruel”, afirma a atriz.

Outro desafio que ela precisou enfrentar foi o fato de precisar gravar a mesma cena em pontos de vistas diferentes em intervalo muito curto de tempo. As duas versões eram, geralmente, gravadas na mesma hora. “Eu tinha que me desligar muito rápido de uma versão para rodar a próxima, às vezes até da mesma cena”, conta.

Na preparação, Carla teve acesso ao processo, fotos, vídeos, documentos e mergulhou em reportagens e livros, incluindo ‘Casos de família: 01. Arquivos Richthofen, 02. Arquivos Nardoni’, escritos por Casoy.

Raphael, por outro lado, preferiu não revisitar o processo e focar na parte técnica do roteiro. “Eu só tive acesso aos áudios do processo e do júri. Acho que Ilana tinha todo esse conhecimento e, por mais que eu estudasse, nunca conseguiria suprir o conhecimento dela”, afirma o escritor.
O filme não tem data de estreia definida.

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Confira o trailer de ‘A Menina que Matou Os Pais’ e ‘O Menino Que Matou Meus Pais’ aqui:

Fonte: IG GENTE

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Filme sobre Eduardo e Mônica é ‘catarse coletiva’, diz diretor na CCXP Worlds

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Os atores Gabriel Leone e Alice Braga e o diretor René Sampaio em painel na CCXP Worlds
Reprodução/CCXP Worlds

Os atores Gabriel Leone e Alice Braga e o diretor René Sampaio em painel na CCXP Worlds


Neste sábado (05), foram revelados detalhes sobre o filme Eduardo e Mônica , inspirado na música de mesmo nome composta por Renato Russo para o Legião Urbana. O diretor René Sampaio e os atores Gabriel Leone e Alice Braga, que dão vida ao casal, participaram de painel sobre o longa na CCXP Worlds


Eduardo e Mônica conta a história de um casal de personalidades e universos completamente diferentes, mas que começam a se aproximar e a viver uma história de amor. Trata-se de uma história real, já que o compositor se inspirou em um casal de amigos.

Os atores contaram que mergulharam muito no universo da música e de Renato para conseguir evocar a energia catártica e nostálgica da canção para o público. “O Renato também tinha muito do Eduardo e da Mônica”, diz Gabriel para o curador da CCXP Worlds, Marcelo Forlani.

Para Alice, o filme é uma verdadeira homenagem para a figura de Renato Russo e uma maneira de celebrá-lo no imaginário do público brasileiro. “Esse filme foi uma oportunidade de poder fazer o coração dele bater um pouquinho através do nosso”, diz a atriz.

Esse é o segundo filme de René baseado na obra do líder do Legião Urbana. Ele também adaptou a história de Faroeste Caboclo em 2013, que foi estrelado por Fabrício Boliveira e Isis Valverde. No painel, ele revela que a intenção é fazer uma trilogia das músicas de Renato, mas não revela qual deve ser a terceira adaptação.

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“Eu sou fã do Legião Urbana desde moleque, conheci em uma festinha aos 12, 13 anos, e a obra do Legião já fazia sentido para mim naquela época. Ao longo dos anos não só continuou fazendo sentido como passou a conquistar mais pessoas”, afirma o diretor.

os atores caracterizados de eduardo e monica
Divulgação

“Eduardo e Mônica foi uma oportunidade de poder fazer o coração do Renato bater um pouquinho através do nosso”, diz Alice Braga


Uma dessas pessoas é o intérprete de Eduardo. Gabriel conta que se considera um grande fã do Legião Urbana e que quem o introduziu à banda foi os pais. “Dar vida a esse personagem, criado da cabeça e da alma do Renato, foi muito especial. Foi a realização de um sonho para mim e, ao mesmo tempo, uma responsabilidade muito grande como fã”, conta o ator.

Alice também conta que é uma grande admiradora principalmente da obra de Renato Russo como compositor e poeta. O roteirista Jorge Furtado, grande amigo de sua mãe, Sônia Braga, foi quem apresentou a música a ela.

A atriz também conta que ‘Eduardo e Mônica’ representou uma virada em sua carreira, já que foi sua primeira comédia romântica. “Foi uma experiência linda. O René queria me tirar desse lugar do drama, do peso, e me trazer para uma coisa mais solar, mais viva.

O lançamento de ‘Eduardo e Mônica’ seria em março deste ano, mas foi adiado por causa da pandemia. Mesmo assim, o filme já foi premiado no Festival de Edmonton, no Canadá. René conta que foram feitas diversas propostas para levar o filme ao streaming, mas recusou.

“A gente faz questão que o filme vá para o cinema porque é um evento. É para levar a família, celebrar em conjunto, uma catarse coletiva. O público merece ver na tela grande”, diz o diretor. Alice complementa que é muito importante que ‘Eduardo e Mônica’ vá para o cinema depois da pandemia. “Vai ser muito bom para o coração poder falar de amor”, diz a atriz.

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‘Eduardo e Mônica’ ainda não tem uma data de lançamento, mas o filme foi lançado no fim de 2019. Veja aqui:


Fonte: IG GENTE

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