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POLÍTICA NACIONAL

Eleitor usa caneta para apertar teclas e quebra urna no interior de SP

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Urna eletrônica
Reprodução: O Dia

Teclas das urnas devem ser pressionadas com os dedos

Um eleitor usou a caneta para apertar as teclas ao votar e quebrou a urna eletrônica na cidade de Rio Claro , no interior do estado de São Paulo. O incidente ocorreu na Escola Municipal Sergio Hernani e o aparelho precisou ser substituído.

Segundo o chefe do cartório da 288ª Zona Eleitoral, Alexandre Sanches, não é correto usar a caneta para votar. A recomendação está circulando nas redes sociais, mas essa uma desinformação.

“Não pode ser feito isso. O eleitor leva a caneta para assinar o caderno de votação e só. Se o eleitor levar a caneta e usar a caneta nas teclas da urna, como essas urnas são um equipamento de 2010, há o risco de quebrar a mola da urna e começa a travar a tecla”, disse.

Ainda de acordo com Sanches, a prática pode fazer com que as teclas fiquem travadas e os eleitores suspeitem de fraude.

Voto na pandemia

O uso da máscara é obrigatório e os locais de votação terão pontos marcados no chão com distanciamento mínimo de um metro nas filas.

O documento de identificação deverá ser mostrado aos mesários de longe.

Cada eleitor deve levar a sua própria caneta. E álcool gel estará à disposição para higienizar as mãos antes e depois do voto.

O eleitor deverá entrar na seção eleitoral e se posicionar a um metro de distância do mesário, conforme a marcação no chão.

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POLÍTICA NACIONAL

Datafolha em São Paulo: Covas tem 54% dos votos válidos no 2º turno; Boulos, 46%

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Bruno Covas (PSDB) e Guilherme Boulos (PSOL)
Arte iG

Bruno Covas (PSDB) e Guilherme Boulos (PSOL) estão no 2º turno

Pesquisa Datafolha do 2º turno em São Paulo divulgada nesta quinta-feira (26) mostra que o candidato Bruno Covas (PSDB) está com 54% dos votos válidos na corrida eleitoral, enquanto Guilherme Boulos (PSOL) tem 46%. No levantamento anterior, Covas tinha 55% e Boulos, 45%.

O percentual de votos válidos é calculado descontando brancos, nulos e os entrevistados que não souberam responder. Esse é o mesmo parâmetro usado pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) para determinar os vencedores.

Em votos totais, o tucano tem 47% dos votos. Já o socialista ficou com 40%. Brancos e nulos somaram 9% e 4% não souberam responder em quem votariam. O candidato do PSDB teve uma oscilação negativa de um ponto. Já o o socialista se manteve estável.

A pesquisa tem margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. Foram entrevistados 1.512 eleitores da cidade de São Paulo nos dias 24 e 25 de novembro de 2020. O número registro da pesquisa junto à Justiça Eleitoral é SP-09865/2020. A encomenda foi feita pela TV Globo e pelo jornal Folha de S. Paulo .

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POLÍTICA NACIONAL

Eleições em SP: veja as principais propostas de Covas e Boulos para a economia

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Covas e Boulos têm diretrizes antagônicas no que diz respeito aos planos econômicos para a cidade de São Paulo
Arte iG

Bruno Covas (PSDB) e Guilherme Boulos (PSOL) estão no 2º turno

Às vésperas do segundo turno das eleições para a prefeitura de São Paulo, a disputa entre o prefeito e candidato à reeleição, Bruno Covas (PSDB) e  Guilherme Boulos (PSOL) vai se acirrando.  De acordo com a última pesquisa Datafolha (24), Covas tem 55% das intenções de voto, contra 45% do candidato da oposição.

Portal iG conferiu o programa de governo dos rivais, conversou com a campanha de ambos e convidou especialistas para analisar principais propostas dos dois candidatos em temas como:  economia, saúde, educação, segurança e cultura.

Para esta matéria, o tema escolhido foi economia. Bruno Covas destrincha seu plano baseado em privatizações, concessões, parcerias público-privadas e redução de entraves para novos empreendimentos. Guilherme Boulos aposta em um programa que visa apoiar cooperativas em setores econômicos que a prefeitura utilize dos recursos e produtos, além de promover progamas sociais de auxílio a minorias sociais.

Diretrizes opostas

O candidato do PSDB, que tenta a reeleição, se atém principalmente à saúde financeira do município em seu plano de governo. O psolista aposta em programas de “choque de gestão”, com investimentos públicos considerados de maiores riscos.

De acordo com José Paulo Guedes Pinto, doutor em economia pela USP, com pós-doutorado pela London School of Economics and Political Science e professor dos bacharelados de Ciências Econômicas e Relações Internacionais na Universidade Federal do ABC, o plano de governo dos dois candidatos seguem diretrizes bastante distintas: enquanto Covas repete a máxima de que é necessário conter gastos, Guilherme Boulos aposta em investimentos mais expressivos para gerar um ciclo de investimento econômico que permita maior arrecadação futura.

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“Bruno Covas pretende adjudicar o setor privado a áreas de seguridade essencial, como saúde e educação, tentando garantir um lucro para o orçamento público e também para o setor privado. Já Boulos, olha para um choque de gestão em setores essenciais”, explica. 

Já para Daniela Daniela Casabona, sócia-diretora e assessora financeira da FB Wealth, é imprescindível distribuir as propostas de melhorias para a cidade de modo que não haja um novo rombo de gastos.

“A cidade de São Paulo enfrentou um ano econômico bastante difícil com a pandemia, e o ano seguinte será ainda mais desafiador. O governo atual se preocupou com essa poupança e é muito importante que se tenha uma gestão e responsabilidade nos gastos”, comenta.

Confira as principais propostas de cada candidato para a economia de SP:

Guilherme Boulos (PSOL)

Em seu plano de governo, o candidato Guilherme Boulos promete fazer o dinheiro circular “garantindo dignidade à população, por um lado, e aumento da demanda, por outro, sobretudo nos pequenos comércios dos bairros onde as pessoas vivem”.

De acordo com a campanha, o programa terá um investimento de R$ 3,5 bilhões ao ano, e será custeado com recursos do orçamento e do caixa da Prefeitura.

“Nós vamos instituir já em janeiro o Renda Solidária, que dará um auxílio de R$ 200 a R$ 400, dependendo do grau de vulnerabilidade social do beneficiário, para 1 milhão de famílias inscritas no CadÚnico, beneficiando cerca de 3 milhões de paulistanos. Esse volume de recursos será fundamental para que ninguém passe fome na cidade mais rica da América Latina”, respondeu Boulos, via assessoria.

O plano ainda cita a criação de Centros Públicos de Economia Solidária nas subprefeituras para que deem suporte às cooperativas e trabalhadores informais. Além disso, o documento anuncia a criação de canais de financiamento e crédito pasra os pequenos comerciantes e indústrias.

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“Também criaremos Frentes de Trabalho em todas as subprefeituras, contratando mão de obra local para trabalhar nas próprias regiões onde atuam, realizando serviços de zeladoria e manutenção, pequenas obras e ajudando na construção de moradias nos mutirões. Serão geradas 50 mil vagas de trabalho, com salário digno, a um investimento de R$ 940 milhões em quatro anos, com recursos do orçamento municipal”, afirmou a assessoria de Guilherme Boulos.

Bruno Covas (PSDB)

Bruno Covas informou ao  iG , por meio de sua assessoria, que “a grande porta de saída no pós-pandemia é a geração de emprego e renda através de ações que passam pelo aumento da competitividade da cidade e no investimento em qualificação”.

“Durante nossa gestão, fizemos muito para estimular o emprego e a geração de renda. E faremos muito mais nos próximos quatro anos. Entre as ações desenvolvidas, podemos citar o programa Trabalho Novo, que se destina a promover o acesso de pessoas atendidas pela rede socioassistencial da prefeitura a vagas de emprego, ao trabalho e a iniciativas ligadas ao empreendedorismo”, prevê o programa tucano. 

“Na próxima gestão, quando enfrentaremos os duros efeitos econômicos e sociais do pós-pandemia, vamos investir pesado em qualificação profissional e na criação de frentes de trabalho, além de continuar a reduzir a burocracia para os que desejam empreender na cidade”, complementa.

Em seu plano de governo, Covas enfatiza a necessidade de incentivar a concorrência e investir na economia criativa e verde, promovendo benefícios a estabelecimentos que funcionem à noite e aos finais de semana, em uma ideia inspirada em distritos criativos de Londres.

O candidato também afirmou ao  Portal iG  que investirá cerca de R$ 1 milhão para acelerar o desenvolvimento de 24 startups que participam do Programa de Valorização de Iniciativas Tecnológicas, da Agência São Paulo de Desenvolvimento.

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“Vamos apostar ainda no incremento à economia criativa, na cultura, nos esportes, na moda, na gastronomia, nos games, nas startups. É uma economia de baixo carbono e queoferece alternativas de ingresso no mercado de trabalho aos jovens da periferia”, afirmou.

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