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POLÍTICA NACIONAL

Doria diz confiar na eleição de Covas e ataca Boulos: não invadimos propriedades

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Doria
Governo do Estado de São Paulo/Divulgação

Governador de São Paulo, João Doria, critica candidato Guilherme Boulos

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), voltou a reafirmar a rivalidade política com o candidato à prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos (Psol), nesta segunda-feira (16). Questionado sobre uma possível dificuldade de diálogo com a prefeitura da capital caso o Boulos seja eleito, Doria afirmou apenas que confia “na vitória de Bruno Covas, que será reeleito”. 

“Ainda bem que somos bem diferentes. Nós não invadimos propriedades. Nós protegemos propriedades”, disse o governador sobre o candidato do Psol, que é ex-presidente do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e militante pelo direito à moradia.

Boulos já negou, em outras ocasiões, a acusação que relaciona o movimento à prática de invadir propriedades ocupadas. “Eu, com muito orgulho, atuo no movimento de luta por moradia, mas o MTST – ao contrário do que dizem as fake news – nunca invadiu a casa de ninguém”, afirmou o candidato em resposta a uma eleitora, mais tarde veiculada na imprensa. 

Doria também comentou, em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes, a declaração de  Boulos (Psol), que disse que competiria diretamente com o governador no segundo turno. “Em relação à colocação feita pelo candidato, eu recomendo que ele se concentre naquilo que ele deve, ou seja, a prefeitura de São Paulo. Ele não está disputando o governo”, disse Doria.

“Se alguém entra numa eleição para disputar a prefeitura de São Paulo pensando no governo de São Paulo, tem mais chances de perder do que de ganhar”, finalizou o tucano. 

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POLÍTICA NACIONAL

Rosa Weber vota contra reeleição de Maia e Alcolumbre; entenda o placar

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Rosa Weber votou para impedir reeleição de presidentes das casas legislativas
Rosinei Coutinho/SCO/STF

Rosa Weber votou para impedir reeleição de presidentes das casas legislativas

A ministra do STF, Rosa Weber, votou neste sábado (5) contra a possibilidade de reeleição dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). O placar, agora, é de 4 a 3 para os que consideram legítima a reeleição de ambos.

A análise vai até a próxima semana. Faltam ainda os votos dos ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e do presidente do STF, Luiz Fux. Os magistrados que já votaram também mudar suas decisões até o término do processo.

A votação do STF analisa uma ação do PTB, que alegou ser ilegítimo a reeleição do presidente das duas Casas – cujas votações devem ocorrer no início do fevereiro.

A Constituição Federal, no artigo 57, diz que é vedada a recondução de presidentes da Câmara e do Senado para o mesmo cargo dentro de uma mesma legislatura. A legislatura é o período de quatro anos que começa no primeiro ano do mandato parlamentar. A atual legislatura começou em 2019 e vai até o início de 2023.

Até o momento, o placar está assim:

Votaram a favor da possibilidade de reeleição:

  • Gilmar Mendes
  • Dias Toffoli
  • Ricardo Lewandowski
  • Alexandre de Moraes

Defendem barreira à reeleição:

  • Marco Aurélio Mello
  • Cármen Lúcia
  • Rosa Weber

O ministro Nunes Marques defende uma regra intermediária: diz que é possível a reeleição uma única vez, independentemente se dentro da mesma legislatura ou na mudança de uma legislatura para outra. Na prática, o voto do ministro impediria a reeleição de Maia (já reeleito, em 2019), mas autorizaria a de Alcolumbre.

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POLÍTICA NACIONAL

“Não digo uma coisa nem outra”, diz Maia sobre candidatura para novo mandato

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Deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ)%2C presidente da Câmara
Najara Araújo/Câmara dos Deputados

Deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), voltou a desconversar se será ou não candidato à reeleição para o comando da Casa em entrevista deste sábado (5) ao jornal O Globo . “Não digo uma coisa nem outra”, afirmou o parlamentar ao ser questionado se entrará na disputa para uma recondução ao cargo. A eleição para presidente da Câmara está prevista para fevereiro de 2021.

“No meio de um processo como esse, eu preciso me resguardar, não digo uma coisa nem outra. Gosto de dar resposta para tudo. Mas no meio de um processo como esse, darei minha opinião sobre o assunto depois”, comentou Maia.

Nesta semana, o Supremo Tribunal Federal (STF) começou o julgamento sobre a legalidade da reeleição no comando do Legislativo dentro de um mesmo mandato. Dependendo do resultado, a decisão pode favorecer tanto Maia quanto Davi Alcolumbre (DEM-AP), que atualmente é presidente do Senado.

Maia também se recusou a falar sobre o assunto até que o julgamento termine. “Eu não acho correto me manifestar sobre esse assunto enquanto o julgamento estiver ocorrendo. A única coisa que eu tenho certeza é que a Câmara precisa ter um presidente com alguma independência dentro da instituição, priorizando as agendas de reforma do país. O próximo presidente terá que ter o perfil de ser liberal na economia”, disse.

No caso do presidente da Câmara, ele tem participado de articulações para escolher o nome de um sucessor e negado que vai disputar novamente o cargo. Apesar disso, não é possível diminuir a possibilidade de que ele realmente não vá tentar um quarto mandato consecutivo.

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Na entrevista, Maia ainda comentou os cenários que se desenham para as eleições de 2022, tanto no plano nacional quanto no governo do Rio.

“O caminho de centro continua aberto. O que é necessário é uma grande aliança de centro. Que haja maturidade. Acho que temos nesse campo uma grande convergência em grandes assuntos. O importante é que consigamos discutir a questão econômica. Há nomes como (João) Doria, (Luciano) Huck, Paulo Câmara (governador de Pernambuco)”, afirmou.

Questionado sobre as chances de ele ser candidato a governador do Rio de Janeiro, Maia disse, aos risos, que “hoje é zero”. “Como a eleição não é hoje… No curto prazo não tenho essa certeza. O Rio é fundamental para que o Brasil volte a crescer. O DEM tem que valorizar os melhores quadros. E nunca governou o Rio”, concluiu.

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