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POLÍTICA NACIONAL

Darci Lermen é candidato a prefeito de Parauapebas, confirma TRE

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Darci Lermen
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Darci Lermen é candidato a prefeito de Parauapebas, confirma TSE


Direito de resposta concedido pela Justiça Eleitoral

O registro de candidatura de Darci Lermen foi deferido (autorizado) pela Justiça
Eleitoral de Parauapebas e qualquer notícia em sentido contrário é fake news. Alguns sítios de notícias, bem como agentes políticos utilizando as redes sociais, tentaram manipular a opinião pública divulgando fake news sobre a candidatura do Prefeito Darci Lermen.

A única verdade é que a Justiça Eleitoral autorizou a candidatura de Darci Lermen. Após a vitória de Darci Lermen no primeiro grau, Júlio César não ficou conformado e recorreu, mas o Tribunal Regional Eleitoral do Pará, em sintonia com o TSE, já pacificou entendimento e no dia 10 de novembro de 2020, em julgamento do processo nº 0600170-96.2020.6.14.0106, o Tribunal Eleitoral do Pará confirmou: Darci Lermen é candidato ao cargo de Prefeito na cidade de Parauapebas.

O parecer do MPE no recurso apresentado pela oposição não se trata de uma decisão judicial, mas sim uma mera opinião baseada em entendimento ultrapassado do TSE. O TCE-PA havia julgado erroneamente determinado convênio assinado entre o Estado do Pará e Parauapebas, atribuído a responsabilidade a Darci Lermen, quando na verdade o convênio fora assinado pela prefeita que o antecedeu.

Logo, Darci não poderia responder por algo que não administrou. Depois de protocolar o recurso necessário, o Tribunal reconheceu o erro e retirou qualquer responsabilidade de Darci, motivo pelo qual nunca possuiu qualquer impedimento para registrar sua candidatura.

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POLÍTICA NACIONAL

Com mais vereadores do que Doria, Covas terá de brigar por maioria na Câmara

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Bruno Covas no debate da Band do 2º turno
Patrícia Cruz/Divulgação

Bruno Covas (PSDB) foi eleito para mais quatro anos de mandato

O eleito para o comando da Prefeitura de São Paulo Bruno Covas (PSDB), vai ter mais vereadores na Câmara Municipal  dos partidos que fazem parte de sua coligação do que teve seu antecessor e padrinho político João Doria (PSDB). O aumento de aliados no Legislativo subiu de 23 para 25, em um total de 55 parlamentares. Vale lembrar que Doria deixou o cargo de prefeito para disputar as eleições para governador em 2018.

Apesar do aumento, Covas ainda vai precisar negociar com uma oposição – que ganhou força nessas eleições – para que as pautas de seu governo avancem a partir de janeiro de 2021.

Além do próprio PSDB, que elegeu oito vereadores, fazem parte da base de apoio do prefeito eleito o MDB, partido de seu vice Ricardo Nunes e que teve três vereadores eleitos, DEM (6), Podemos (3), PL (2), PP (1), PSC (1), PV (1), Cidadania (nenhum), PTC (nenhum) e Pros (nenhum).

O PSOL, por exemplo, que tradicionalmente faz oposição a governos tucanos, elegeu seis vereadores este ano. Em 2016, os vereadores eleitos pela sigla foram dois. Junto com o PT, que levou oito de seus candidatos à Câmara, um a menos que em 2016, a oposição forma um grupo de 14 parlamentares.

Mais partidos, menos vereadores

Para este ano, Covas montou uma coligação com 11 partidos. Há quatro anos, o ex-prefeito João Doria tinha 13 legendas aliadas. Mesmo com um número de siglas maior, o número de vereadores eleitos em 2016 foi menor.

Leia mais:  "The Guardian" usa artigo de Nuno Vasconcellos para comentar derrota de Crivella

Os partidos que se aliaram ao atual governador foram DEM, que elegeu quatro vereadores, PSB (3), PV (2), PTN (1), PP (1), PHS (1), PMB, PPS, PSL, PT do B, PRP e PTC — todos sem nenhum vereador eleito.

Em compensação, PT e PSOL juntos também tinham menos representantes, com nove e dois parlamentares, respectivamente, somando 11 vereadores.

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POLÍTICA NACIONAL

PGR é acionada para investigar Moro por contratação em consultaria da Lava Jato

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Moro
O Antagonista

Sergio Moro é contratado por empresa americana de compliance


O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro , teve um pedido de investigação por corrupção registrado na Procuradoria Geral da República (PGR) a pedido do deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP). O parlamentar argumenta que Moro estaria se sendo retribuido pela consultora norte-americana Alvarez & Marsal , que é a responsável por administrar a recuperação do Odebrecht.


Segundo Teixeira, Moro está se beneficiando por ter autorizado os acordos de leniência e delação premiada que favoreceram a Alvarez & Marshal, quando ainda era juiz federal em Curitiba. O parlamentar pede que a Procuradoria Geral da República investigue “valores e condições” para que Moro fosse trabalhar na empresa, bem como da contratação da Alvarez & Marshal pela Odebrechet.

O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) pediu à Procuradoria-Geral da República (PGR) que investigue a possibilidade de crime de corrupção na contratação do ex-juiz da Lava Jato e ex-ministro da Justiça Sérgio Moro pela empresa norte-americana de consultoria Alvarez & Marsal.

“Diante desse cenário, é urgente que se apure as relações, as condições e os valores envolvidos nos contratos celebrados entre o Grupo Odebrecht, a consultoria norte-americana Alvarez & Marsal e, agora, o sr. Sergio Fernando Moro. As decisões proferidas pelo então juiz Sérgio Moro provocaram significativos impactos políticos, sociais e econômicos ao país. Sua atuação foi decisiva para que fossem celebrados acordos e concedidos benefícios ao Grupo Odebrecht , seus sócios e executivos. O mínimo que se espera é que os desdobramentos dessa operação sejam trazidos às claras e que haja transparência na conduta dos envolvidos”, escreve no documento.

Leia mais:  Após reatar com Lula, Ciro diz: lulopetismo e bolsonarismo "foram banidos"

Moro e a Alvarez & Marshal disseram à imprena que não vão se manifestar sobre o caso.


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