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Chico Brown se apresenta no Somamos Festival no Rio

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The Music Journal Brazil

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Redação

Chico Brown se apresenta no Somamos Festival no Rio

Chico Brown , neto e parceiro de Chico Buarque e filho de Carlinhos Brown, traz um apanhado de versões e abordagens experimentais de clássicos renomados, peças instrumentais e canções autorais inéditas, reverenciando suas influências familiares e artísticas ao longo do repertório.

O show apresentará também Massarandupió , valsa composta por ele com letra de seu avô Chico Buarque , lançada em seu disco mais recente.

Os ingressos, que custam R$ 14 (para assistir a live – cupom promocional) e R$ 50 (presencial – cupom promocional) podem ser adquiridos no site da Sympla.

Chico Brown carrega em seu DNA a musicalidade forte, tendo convivido desde o berço com a música da família. Foi seu próprio avô, que hoje o considera “o melhor músico da família”, que identificou no neto um raro fenômeno: o ouvido absoluto , ou seja, a habilidade de identificar qualquer nota apenas ao escutá-la.

Apesar da habilidade inata de Chico , seu trabalho não chama atenção apenas por seu talento. O som eclético e com forte personalidade impressa que já vem ganhando muitos apreciadores, é resultado de muito estudo e dedicação de Chico, que foi buscar sonoridades diferentes quando começou a se interessar por composição, criando uma mistura única e potente em seu trabalho.

A apresentação de Chico Brown no Somamos Festival acontece no Teatro Prudential (Rua do Russel, 804 – Glória – Rio de Janeiro (RJ)) nos dias 20 e 21 de novembro.

Chico Brown
Teatro Prudential – Rua do Russel, 804 – Glória
Restaurante funcionará com venda no local e antecipada, pelo site da Sympla.
Venda de ingressos através do site https://www.sympla.com.br
Valor do Ingresso Presencial: A partir de R$50,00 (cupom promocional)
Valor da Live: A partir deR$ 14,00 (cupom promocional)
LIVE DIA 21: Com cobrança de ingressos – transmissão online pela plataforma do teatro.

Fonte: IG GENTE

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Com Covid-19, Marieta Severo internada com pneumonia

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Marieta Severo
Reprodução

Marieta Severo foi internada com quadro leve de pneumonia, informou sua assessoria

A atriz Marieta Severo , de 74 anos, está internada no Hospital Copa Star, em Copacabana, com pneumonia. De acordo com a assessoria da global, que foi diagnosticada com Covid-19 , a artista está com “uma pneumonia bem leve, mas por precaução e segurança, devido à idade, é mais seguro ficar no hospital”.

A atriz deu entrada no hospital, nesta sexta-feira, para fazer alguns exames relacionados à doença, quando foi constata a pneumonia. Ainda não há previsão de alta.

Marieta estava gravando “Um Lugar ao Sol” , novela de Licia Manzo com previsão de estreia em abril de 2021. Além de Marieta, outra pessoa que tem acesso ao ser de gravação também testou positivo.

Outras novas novelas, “Quanto Mais Vida Melhor” e “Nos Tempos do Imperador”, também estão sendo gravadas no momento na Globo,  mesmo com o crescimento de casos de Covid-19.

Fonte: IG GENTE

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‘Precisei me distanciar do caso’, diz atriz sobre viver Richthofen no cinema

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cena dos filmes 'A Menina Que Matou Os Pais' e 'O Menino Que Matou Meus Pais'
Divulgação

Ilana Casoy, Raphael Montes e Carla Diaz participam de painel na CCXP Worlds


A pandemia do novo coronavírus fez com que muitos lançamentos de filmes fossem adiados. É o caso de ‘A Menina que Matou Os Pais’ e ‘O Menino Que Matou Meus Pais’ , que têm como tema central o assassinato do casal Richthofen encomendado pela própria filha, Suzane von Richthofen, e os irmãos Daniel e Christian Cravinho.


CCXP Worlds convidou os roteiristas dos filmes, o escritor Raphael Montes e a criminalista Ilana Casoy , e a atriz Carla Diaz , que interpreta Suzane nos longas, para falar sobre novidades e o processo de criação do filme.

Montes e Casoy já haviam trabalhado juntos no livro ‘ Bom Dia, Verônica ‘, que esse ano fez sucesso com sua adaptação na Netflix. Eles repetem a parceria para trazer duas percepções diferentes sobre o Caso Richtofen, que ocorreu em 2002. 

Ao passo que Montes tem a expertise da ficção, Casoy esteve envolvida nas investigações do crime na vida real. Ela passou 15 anos na investigação e tinha conhecimento profundo sobre o processo, o que ajudou a remontar as duas versões para os filmes. A ideia original era contar tudo em um filme só, mas a produtora gostou tanto da ideia que decidiu que seria mais interessante se a história fosse dividida em duas partes.

Montes e Casoy comentaram sobre o processo criativo para a realização dos roteiros. O escritor afirma que foi preciso criar pontos dramáticos diferentes nas versões de Suzane e de Daniel.

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“A gente separou as cenas pilares, que são as que ambos concordam, cenas que existem só em uma versão, as que aparecem nas duas. Tivemos que fazer escolhas para poder fazer o filme, em qual deles colocaríamos o quê”, conta Montes. Casoy chama esse processo de “quebra-cabeça”. “Nosso quadro de trabalho é um enigma”, brinca.

Carla contou que sabia que o filme seria desafiador desde o início, quando topou fazer o teste para o papel de Suzane. Ao mesmo tempo, ela se motivou por saber que era uma personagem que, artisticamente, a instigaria.

“Mergulhei profundamente no processo de preparação da personagem. Foi uma busca muito grande em livros e reportagens, só que em um primeiro momento eu precisei me distanciar do caso real e que me isentar do meu julgamento pessoal sobre esse crime que é tão cruel”, afirma a atriz.

Outro desafio que ela precisou enfrentar foi o fato de precisar gravar a mesma cena em pontos de vistas diferentes em intervalo muito curto de tempo. As duas versões eram, geralmente, gravadas na mesma hora. “Eu tinha que me desligar muito rápido de uma versão para rodar a próxima, às vezes até da mesma cena”, conta.

Na preparação, Carla teve acesso ao processo, fotos, vídeos, documentos e mergulhou em reportagens e livros, incluindo ‘Casos de família: 01. Arquivos Richthofen, 02. Arquivos Nardoni’, escritos por Casoy.

Raphael, por outro lado, preferiu não revisitar o processo e focar na parte técnica do roteiro. “Eu só tive acesso aos áudios do processo e do júri. Acho que Ilana tinha todo esse conhecimento e, por mais que eu estudasse, nunca conseguiria suprir o conhecimento dela”, afirma o escritor.
O filme não tem data de estreia definida.

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Confira o trailer de ‘A Menina que Matou Os Pais’ e ‘O Menino Que Matou Meus Pais’ aqui:

Fonte: IG GENTE

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