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POLÍTICA NACIONAL

Caso do dinheiro na cueca completa um mês e ação contra senador segue parada

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Senador Chico Rodrigues (DEM-RR)
Agência Senado

Senador Chico Rodrigues (DEM-RR)

Completa um mês neste sábado (14) o escândalo do dinheiro na cueca envolvendo o senador Chico Rodrigues (DEM-RR) e a representação contra ele no Conselho de Ética do Senado continua parada.

O parlamentar foi flagrado com uma quantia de R$ 33 mil nas roupas íntimas durante uma operação da Polícia Federal (PF) na casa dele. Durante o mandado de busca de apreensão, Rodrigues passou por revista três vezes. Em todas, os agentes encontraram cédulas na cueca dele.

O presidente do órgão colegiado do Senado é presidido por Jayme Campos. É de responsabilidade dele fazer com que o julgamento de Rodrigues prossiga. Os dois, porém são do mesmo partido, o DEM.

A operação que teve Rodrigues como um dos alvos teve início após um ex-funcionário da Secretaria de Saúde de Roraima citar a existência de um esquema para desvio dos recursos destinados ao enfrentamento da pandemia da Covid-19, com participação de membros do Congresso Nacional.

Após o episódio, Rodrigues alegou inocência e disse que apenas cumpriu o seu trabalho de “trazer recursos para combater a Covid-19” a Roraima. Hoje ele está afastado do cargo e quem assumiu a vaga dele no Senado foi o filho dele.

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POLÍTICA NACIONAL

Militares atuam para impedir reeleição de Rodrigo Maia, mas aceitam Alcolumbre

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Maia e Alcolumbre
Pedro França/Agência Senado

Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre tentam reeleição, respectivamente, na Câmara e no Senado

A ala militar do governo tem atuado nos bastidores para impedir que o STF (Supremo Tribunal Federal) permita a reeleição de Rodrigo Maia (DEM) na Câmara dos Deputados. Segundo informações da CNN Brasil,  a ideia é convencer os magistrados de impor uma trava à reeleição de Maia; Alcolumbre (DEM-AL), porém, não sofre oposição dos militares para se reeleger no Senado.

Os ministros militares estão trabalhando com a possibilidade de que a trava a Maia seja apresentada em um voto divergente ao do ministro Gilmar Mendes , relator de uma ação em que o PTB contesta a possibilidade de uma nova candidatura na mesma legislatura.

Dessa forma, o presidente do Senado, eleito 2019, poderia disputar a reeleição em 2021, mas Maia, que comanda a Câmara dos Deputados desde 2016, estaria impedido.

O movimento da ala militar leva em conta o fato de ministros da corte admitirem, em conversas reservadas, não haver brecha para pedidos de vista ou de destaque, o que poderia travar o julgamento. 

Caso isso ocorra, Gilmar Mendes – defendor da reeleição de Maia e Alcolumbre – pode ser responsável pela decisão, de forma liminar, já que a eleição está agendada para 2 de fevereiro e o Supremo entra em recesso no dia 18

Já a porção do STF que defende a possibilidade dos dois parlamentares se reelegerem, esperam uma definição do julgamento já nesta sexta-feira, 4 de dezembro. A ala acredita ter a maioria dos votos , o que favoreceria a candidatura de ambos.

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POLÍTICA NACIONAL

Jandira Feghali propõe CPI para investigar a lista de detratores de Paulo Guedes

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jandira
Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Jandira Feghalide (PCdoB)


A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) deu início, nesta quarta-feira (2), ao processo de coleta de assinaturas para a instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que deve investigar a contratação pelo governo federal de uma empresa com a função de monitorar e categorizar jornalistas , influenciadores digitais e intelectuais em “detratores”, “neutros informativos” e “favoráveis”. As informações são do colunista do UOL Rubens Valente.


Para que CPI seja instalada é necessário a coleta de 171 assinaturas de deputados federais. A Câmara tem 5 CPIs em curso atualmente, as regras permitem que uma nova seja criada. A comissão deverá investigar os motivos da empresa listar as pessoas com base em publicações nas redes sociais sobre o ministro da Economia Paulo Guedes.

Jandira deseja investigar outros dois ministros, além de Guedes . O governo gastou R$ 2,7 milhões parra contrar os serviços da empresa de comunicação, que também presta serviços para o Ministério da Ciência e Tecnologia, e foi responsável por elencar 77 jornalistas e outros formadores de opiniões que merecem a atenção do governo. A empresa BR+ Comunicação respondeu em nota a UOL que “a utilização do termo ‘detratores’ foi um erro de processo, já corrigido pela empresa”.

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