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POLÍTICA NACIONAL

Candidato em SP faz campanha com número errado e recebe apenas 6 votos

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Candidato em Jambeiro, no interior de São Paulo, usou número errado durante a campanha
Arquivo pessoal

Candidato em Jambeiro, no interior de São Paulo, usou número errado durante a campanha

Alaor José Machado (MDB), candidato a vereador em Jambeiro (128km de São Paulo), teve uma surpresa negativa no último domingo (15) na hora de ir votar: ao digitar seu número na urna recebeu a mensagem de “candidatura inexistente”.  Um candidato em Pernambuco também passou pela mesma incômoda situação.

Após essa situação, Alaor descobriu através da juíza responsável pela seção eleitoral, que realizou uma checagem na Justiça eleitoral, e viu que o número correto era 15412 , contudo, o número divulgado em santinhos de sua campanha mostravam o número 15413 .

“Estou tentando saber o que aconteceu. Não sei se o partido [MDB] passou errado para a gráfica ou se a gráfica que errou na hora de imprimir. Quando me deram os santinhos para fazer a campanha, divulguei para as pessoas acreditando que estava certo. Como moro na zona rural de Jambeiro, o acesso à internet é mais complicado. Não consegui conferir no site do TSE se era realmente isso. Confiei no número que me passaram no santinho”, afirmou o candidato ao Portal G1.

A divulgação errônea comprometeu a campanha de Alaor, que recebeu apenas 6 votos dos eleitores de Jambeiro. Apesar do mal desempenho nas urnas, ele conquistou uma vaga de suplente na assembléia.

“Muitas pessoas me procuraram falando que não conseguiram votar em mim. Quando eu descobri que estava errado, só não divulguei no domingo que meu número era outro porque poderia parecer que eu estava fazendo campanha no dia da eleição. Isso é errado. Segui certinho todas as regras. Daí não pude avisar as pessoas que estava errado”, lamentou.

Leia mais:  Militares atuam para impedir reeleição de Rodrigo Maia, mas aceitam Alcolumbre

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POLÍTICA NACIONAL

Militares atuam para impedir reeleição de Rodrigo Maia, mas aceitam Alcolumbre

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Maia e Alcolumbre
Pedro França/Agência Senado

Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre tentam reeleição, respectivamente, na Câmara e no Senado

A ala militar do governo tem atuado nos bastidores para impedir que o STF (Supremo Tribunal Federal) permita a reeleição de Rodrigo Maia (DEM) na Câmara dos Deputados. Segundo informações da CNN Brasil,  a ideia é convencer os magistrados de impor uma trava à reeleição de Maia; Alcolumbre (DEM-AL), porém, não sofre oposição dos militares para se reeleger no Senado.

Os ministros militares estão trabalhando com a possibilidade de que a trava a Maia seja apresentada em um voto divergente ao do ministro Gilmar Mendes , relator de uma ação em que o PTB contesta a possibilidade de uma nova candidatura na mesma legislatura.

Dessa forma, o presidente do Senado, eleito 2019, poderia disputar a reeleição em 2021, mas Maia, que comanda a Câmara dos Deputados desde 2016, estaria impedido.

O movimento da ala militar leva em conta o fato de ministros da corte admitirem, em conversas reservadas, não haver brecha para pedidos de vista ou de destaque, o que poderia travar o julgamento. 

Caso isso ocorra, Gilmar Mendes – defendor da reeleição de Maia e Alcolumbre – pode ser responsável pela decisão, de forma liminar, já que a eleição está agendada para 2 de fevereiro e o Supremo entra em recesso no dia 18

Já a porção do STF que defende a possibilidade dos dois parlamentares se reelegerem, esperam uma definição do julgamento já nesta sexta-feira, 4 de dezembro. A ala acredita ter a maioria dos votos , o que favoreceria a candidatura de ambos.

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POLÍTICA NACIONAL

Jandira Feghali propõe CPI para investigar a lista de detratores de Paulo Guedes

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jandira
Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Jandira Feghalide (PCdoB)


A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) deu início, nesta quarta-feira (2), ao processo de coleta de assinaturas para a instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que deve investigar a contratação pelo governo federal de uma empresa com a função de monitorar e categorizar jornalistas , influenciadores digitais e intelectuais em “detratores”, “neutros informativos” e “favoráveis”. As informações são do colunista do UOL Rubens Valente.


Para que CPI seja instalada é necessário a coleta de 171 assinaturas de deputados federais. A Câmara tem 5 CPIs em curso atualmente, as regras permitem que uma nova seja criada. A comissão deverá investigar os motivos da empresa listar as pessoas com base em publicações nas redes sociais sobre o ministro da Economia Paulo Guedes.

Jandira deseja investigar outros dois ministros, além de Guedes . O governo gastou R$ 2,7 milhões parra contrar os serviços da empresa de comunicação, que também presta serviços para o Ministério da Ciência e Tecnologia, e foi responsável por elencar 77 jornalistas e outros formadores de opiniões que merecem a atenção do governo. A empresa BR+ Comunicação respondeu em nota a UOL que “a utilização do termo ‘detratores’ foi um erro de processo, já corrigido pela empresa”.

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