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BPW Cuiabá e Assembleia Social firmam parceria para implementação do Projeto Chita & Fuxico

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Assembleia Social firma nova parceria para promoção de ações sociais e culturais

Foto: Karen Malagoli

A Assembleia Social é a nova parceira da Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais – BPW Cuiabá na promoção de ações sociais e culturais, com foco em valorizar a cultura cuiabana e oferecer capacitação para mulheres em vulnerabilidade social.

O carro-chefe dessa parceria é o Projeto Chita & Fuxico, que prevê capacitação profissional em corte e costura e venda de produtos personalizados com o tecido chita. O primeiro ateliê será montado na Associação Cultural Flor Ribeirinha, na comunidade São Gonçalo Beira Rio. “O Chita & Fuxico já nasceu com a cara de Cuiabá”, avaliou a idealizadora Sueli Batista, coordenadora da Comissão de Responsabilidade Social.

A associação das empreendedoras já recebeu doações de algumas máquinas de costura e está organizando para que a primeira turma de capacitação em corte e costura ocorra nos próximos dias. Pela parceria, a BPW fornecerá ainda a professora e a Assembleia Social, o material necessário para as aulas, como tecidos, agulhas e linhas.

A iniciativa já nasceu grande. Os primeiros produtos confeccionados serão vendidos em um bazar no período natalino, a ser realizado no Goiabeiras Shopping, que cedeu, também, um ponto de arrecadação de doações. “Quem quiser doar máquina de costura velha, pedaços de tecido, calças jeans descartáveis, estamos recebendo no primeiro andar”, conta Sueli.

A proposta é abrir vários polos de formação, para atingir o maior número de mulheres necessitadas. O primeiro ateliê, na Comunidade São Gonçalo, também costurará as roupas do Flor Ribeirinha e confeccionará adornos para a cerâmica já produzida. “A ideia é conversar com a arte desenvolvida lá. Esse ateliê tem tudo para ser sucesso”, vislumbra, contemplando a formação e a comercialização no centro de turismo culinário.

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Sueli está buscando novas parcerias para design de moda, a fim de ter uma linha exclusiva de produtos, que incluem vestuário, utilidades para o lar, decoração e itens diversos, como tapetes e lixeira para carro.

O público-alvo são mulheres em várias situações vulneráveis, seja por questões financeiras, seja por terem sido vítimas de violência doméstica, seja por serem mães de crianças com alguma deficiência, a fim de gerar renda com a nova profissão.

A venda dos produtos será revertida para o próprio projeto, para outras iniciativas da BPW Cuiabá e para algumas parcerias específicas, como a firmada com a Associação de Mães de Crianças com Microcefalia.

Para fomentar os ateliês, a Assembleia Social já se colocou parceira de ações em 2021: o 19º Março é Mulher e a edição do Bazar Solidário, em maio. “O projeto Chita & Fuxico é muito lindo, não só pela convergência de parcerias de resgate social, mas também porque produz belas peças, fortalecendo a nossa cultura”, comentou a diretora da AL Social, Daniella Paula Oliveira, exibindo o avental que ganhou, produzido na etapa-piloto do Chita & Fuxico.

A Assembleia Social acolherá dois eventos do 19º Março é Mulher no Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros: o Business Day BPW Cuiabá, voltado para empreendedoras; e o show Cantando Elas, com várias cantoras cuiabanas, encerrando o mês de março. Inclusive, o ingresso social para o show será de tecidos e suprimentos de costura.

“Quem trabalha com o social precisa de pontes, se não, ficamos ilhados. E essa parceria com a Assembleia Social será uma ponte muito bem pavimentada”, enaltece e agradece Sueli Batista.

Participaram da reunião de parceria, além de Daniella Paula e Sueli Batista, a presidenta da BPW Cuiabá Zilda Zompero e as coordenadoras de Cultura, Deize Águena, e de Educação, Tatiane Barbieri. 

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Fonte: ALMT

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ALMT e OAB-MT selam parceria pela proteção do Pantanal

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ALMT e Ordem dos Advogados do Brasil – secção MT selam parceria pelo Pantanal

Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

As comissões de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso e da Ordem dos Advogados do Brasil – secção MT selaram parceria para trabalhar ações que resultem em medidas que promovam o desenvolvimento sustentável do Pantanal. Representantes da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul também deverão participar dos estudos, que darão subsídios à criação do Estatuto do Pantanal. Objetivo é formular uma legislação sintonizada, em âmbitos estaduais e federal, que preserve o Pantanal e potencialize as suas vocações. 

A iniciativa foi firmada, durante reunião nesta quinta-feira (26), na Presidência da ALMT, que contou com a participação do secretário-geral da OAB-MT, Flávio Ferreira, e dos deputados Eduardo Botelho (DEM), presidente da ALMT, Lúdio Cabral (PT) e Wilson Santos (PSDB), além da produtora cultural Carlina Jacob, do assessor jurídico da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) Enéas Figueiredo e a Daniela Campos Preza, da OAB. 

De acordo com Ferreira, a conversa com a ALMT reforça um trabalho sobre a integração das leis estaduais com a lei federal para proteger o bioma. 

“Estamos fazendo essa interface daquilo que o Congresso Nacional nos enviou para que nós apresentássemos sugestões e isso tem que estar alinhado com a lei de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Fomos muito bem acolhidos pelo presidente da Assembleia [Botelho] e entendemos que nos próximos 30 a 60 dias esse estudo esteja concluído”, afirmou, ao esclarecer que já há subsídio de pesquisadores da Unemat e UFMT alertando que as ocorrências de incêndios deste ano foram apenas o começo da grande seca no Pantanal, que deverá ocorrer até 2024. “Cada ano vai agravando mais e se não houver essa união entre Legislativo, Executivo e sociedade organizada, o caos vai ser muito pior”, acrescentou Ferreira.

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Botelho informou que as sugestões da OAB são importantes e defendeu celeridade no levantamento técnico. “Temos que acelerar esse estudo porque há previsão de que no ano que vem haja novamente seca e podem ocorrer novas queimadas como houve neste ano. Já estamos discutindo orçamento específico para a Sema para esse combate a incêndios no Pantanal. Esse estudo é justamente para isso, para criarmos algo permanente, criarmos leis, códigos, sobre o que se pode explorar e plantar no Pantanal, temos a questão do avanço do garimpo, da soja, PCHs, sobretudo a exploração turística, e criar estrutura permanente para quem mora lá de participar e avisar sobre prováveis incêndios para que sejam combatidos em tempo hábil. Vamos trabalhar, sim, junto com a OAB”, afirmou o presidente da ALMT.

Na oportunidade, o deputado Lúdio Cabral disse que a preocupação esbarra na pesquisa que aponta mais cinco anos de seca na região. Defende a soma de esforços para o enfrentamento do problema. “2020 foi grave, mas estudiosos dizem que serão cinco anos de um período prolongado de seca. Portanto, precisamos de ações práticas para prevenir, combater o fogo e despertar as vocações que o Pantanal e seu entorno têm, as vocações econômicas, sociais, culturais e ambientais, porque a maior riqueza é a biodiversidade, que está ligada à água e está ligada à necessidade da preservação. Então, a partir do ano que vem já ter no orçamento, por exemplo, recursos para capacitação e contratação de brigadistas da população do Pantanal, isso assegura as condições de enfrentar eventuais incêndios e sustentabilidade econômicas das famílias pantaneiras. E, ao mesmo tempo, alocar recursos para fazer um debate sobre qual é a vocação econômica e não sofrer o que passa hoje pela ação climática e por ações dos seres humanos, como hidrovias, PCHs, expansão da soja e garimpo”, explicou o deputado Lúdio. 

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O deputado Wilson lembrou que as abordagens estão previstas no BID Pantanal e o que maior desafio seria convencer os gestores de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul a retomar o programa. 

Fonte: ALMT

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Deputados e governo debatem pela segunda vez o PLOA 2021

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Secretário Rogério Gallo apresenta PLOA 2021 à Comissão de Fiscalização da ALMT

Foto: ANGELO VARELA / ALMT

Na segunda audiência pública para debater o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2021, o secretário estadual de Fazenda, Rogério Gallo, divulgou como será feita a alocação de recursos das Políticas Públicas Prioritárias e do programa Mais Mato Grosso para o próximo ano.

A explicação foi feita à Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária. O orçamento total do PLOA 2021 é da ordem de R$ 22,114 bilhões. No ano que vem, de acordo com o secretário, a previsão orçamentária total do programa Mais Mato Grosso está estimada em R$ 3,110 bilhões.

Esse recurso engloba gastos em investimentos e outras despesas correntes. No setor de infraestrutura, o investimento é da ordem de R$ 1,326 bilhão. Com parte desse recurso, o estado, segundo Gallo, pretende pavimentar 677 km de rodovias estaduais a um custo de R$ 263,3 milhões.

Gallo disse ainda que com aporte financeiro do Tesouro do Estado, que será contratado junto a instituição financeira internacional, o governo deve investir cerca de R$ 500 milhões na educação pública de Mato Grosso. “Os recursos serão destinados às reformas das escolas e ainda universalizar a climatização e a informatização de 350 unidades escolares de todo o estado”, explicou Gallo.

O deputado Calos Avallone (PSDB), que presidiu a audiência pública, afirmou que a partir de 2021 a economia de Mato Grosso dá forte tendência de crescimento com a geração de novos investimentos e na geração de empregos. Segundo ele, o governo pretende investir mais de R$ 500 milhões na educação.

“Isso nunca houve. Com empréstimos do Banco Mundial a juros baixos. O Brasil perdeu um ano na educação. Isso é difícil de recuperar, e Mato Grosso vai investir no próximo ano. Isso vai dar melhores condições de climatização e de informática à educação”, explicou o parlamentar.

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Outro ponto discutido na audiência pública foi a Previdência pública dos servidores do estado de Mato Grosso, que deve ser de quase R$ 700 milhões no próximo ano. Segundo Avallone, o Projeto de Lei Complementar 36/2020 foi aprovado em primeira votação. À época, a realidade econômica de Mato Grosso era de crise, mas a arrecadação melhorou nos últimos meses.

“Quem está pagando mais é aquele que ganha menos e o que mais precisa. O estado está disposto a discutir o assunto e, com isso, ver o que se pode fazer principalmente para os aposentados. É um trabalho conjunto, governo, deputados e aposentados, que precisa ser realizado e chegar num denominador comum”, disse Avallone.

O secretário Rogerio Gallo voltou afirmar que o PLOA 2021 está em equilíbrio. Durante a apresentação, ele fez um detalhamento de todas as receitas e despesas que o estado está projetando para o próximo ano. Com os Poderes (Assembleia Legislativa e Tribunal de Justiça), mais o Ministério Público, a Defensoria Pública e o Tribunal de Contas, o dispêndio será de R$ 3,3 bilhões. Já com o Executivo, a despesa é de R$ 18,7 bilhões.

O programa Mais Mato Grosso, de acordo com Gallo, é sustentado em 12 eixos. Segundo ele, é um instrumento de organização da ação do governo estadual, que articula e executa um conjunto de investimentos em obras e ações voltadas ao fomento do desenvolvimento de Mato Grosso.

Fonte: ALMT

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