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POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro vota em escola no Rio de Janeiro

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Bolsonaro votou em menos de cinco minutos
Foto: Reprodução/CNN

Bolsonaro votou em menos de cinco minutos

Poucas horas após desembarcar, Jair Bolsonaro (sem partido) votou, na manhã deste domingo (15), no Rio de Janeiro. De máscara, o presidente chegou por volta das 10h na Escola Municipal Rosa da Fonseca, na Vila Militar, Zona Oeste do Rio.

O presidente chegou ao local em um carro acompanhado por seguranças. Sem falar com a imprensa, Bolsonaro votou em menos de cinco minutos. Na saída, apenas atendeu uma admiradora que pediu para tirar uma foto e foi embora. 

O presidente da República deixou o Palácio da Alvorada às 7h30 deste domingo e retorno para a capital Federal está previsto para o fim do dia. Por ser privado, o compromisso não consta na agenda presidencial. A assessoria do Planalto, no entanto, confirmou sua viagem. 

Nesta véspera de eleições municipais, o presidente usou sua conta na rede social Facebook para divulgar o nome de candidatos. Ele postou uma lista, sem fazer nenhum comentário.

Bolsonaro, no entanto, não citou seu filho, Carlos Bolsonaro, que disputa a reeleição como vereador no Rio de Janeiro pelo Republicanos. Nos últimos dias, o presidente pediu votos para o “zero dois”, como chama seu filho, em publicações e transmissões ao vivo nas redes sociais.

Carlos Bolsonaro tenta se eleger pela sexta vez ao legislativo da cidade do Rio de Janeiro. O desempenho do filho zero dois nas urnas servirá como um termômetro da aprovação do presidente em seu reduto eleitoral.

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POLÍTICA NACIONAL

Ministério de Damares critica maconha medicinal: “Pouquíssimas evidências”

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Damares Alves%2C ministra da Mulher%2C Família e Direitos Humanos
Alan Santos/PR

Damares Alves, ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves,  lançou na última terça-feira (2), a cartilha “Os riscos do uso da maconha na família, na infância e na juventude”, e dentre os pontos citados, critica o plantio da planta para uso medicinal.

Há na Câmara dos deputados uma comissão especial que trata sobre o assunto dos medicamentos feitos à base da cannabis sativa. O relatoR do projeto, é o deputado Luciano Ducci (PSB-PR), que deu parecer favorável à proposta de plantio da maconha, contudo, não há consenso. O governo federal já se mostrou contrário ao projeto, sendo o ministério de Damares um dos braços contrários a tal aprovação.

“É importante salientar que o uso terapêutico dos componentes da maconha ainda é extremamente restrito, contando com pouquíssimas evidências científicas”, diz a cartilha, que contém 31 páginas.

Em uma live feita nesta terça (2), secretários do Ministério da família argumentaram contra o uso medicinal da droga . Contudo, nenhum deles é da área da saúde.

“O uso da maconha causa queda do Q.I do usuário”, afirmou a secretária Emilly Coelho, que também criticou a questão medicInal, classificando como uma “falácia da mídia”:

“O repetido uso medicinal é um mantra. É a armadilha linguística para impor algo danoso. Não há uso medicinal da maconha. É uma falácia da mídia. Não é inofensiva, é lesiva”, afirmou.

Leia mais:  Ministério de Damares critica maconha medicinal: "Pouquíssimas evidências"

Mauricio Cunha , secretário Nacional da Criança e adolescente, indagou que o uso da maconha, de forma recreativa, leva a doenças psicóticas, com sintomas como medo de morrer e ‘ideias paranoicas’.

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POLÍTICA NACIONAL

Militares atuam para impedir reeleição de Rodrigo Maia, mas aceitam Alcolumbre

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Maia e Alcolumbre
Pedro França/Agência Senado

Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre tentam reeleição, respectivamente, na Câmara e no Senado

A ala militar do governo tem atuado nos bastidores para impedir que o STF (Supremo Tribunal Federal) permita a reeleição de Rodrigo Maia (DEM) na Câmara dos Deputados. Segundo informações da CNN Brasil,  a ideia é convencer os magistrados de impor uma trava à reeleição de Maia; Alcolumbre (DEM-AL), porém, não sofre oposição dos militares para se reeleger no Senado.

Os ministros militares estão trabalhando com a possibilidade de que a trava a Maia seja apresentada em um voto divergente ao do ministro Gilmar Mendes , relator de uma ação em que o PTB contesta a possibilidade de uma nova candidatura na mesma legislatura.

Dessa forma, o presidente do Senado, eleito 2019, poderia disputar a reeleição em 2021, mas Maia, que comanda a Câmara dos Deputados desde 2016, estaria impedido.

O movimento da ala militar leva em conta o fato de ministros da corte admitirem, em conversas reservadas, não haver brecha para pedidos de vista ou de destaque, o que poderia travar o julgamento. 

Caso isso ocorra, Gilmar Mendes – defendor da reeleição de Maia e Alcolumbre – pode ser responsável pela decisão, de forma liminar, já que a eleição está agendada para 2 de fevereiro e o Supremo entra em recesso no dia 18

Já a porção do STF que defende a possibilidade dos dois parlamentares se reelegerem, esperam uma definição do julgamento já nesta sexta-feira, 4 de dezembro. A ala acredita ter a maioria dos votos , o que favoreceria a candidatura de ambos.

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