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POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro vai ao Amapá acompanhar situação no estado após 19 dias de apagão

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Agência Brasil

Bolsonaro
Reprodução / YouTube

Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) irá para o Amapá acompanhar situação após 19 dias de apagão

presidente Jair Bolsonaro (sem partido) embarca neste sábado (21) para o Amapá, estado que vive uma crise no fornecimento de energia elétrica desde o início do mês. A viagem foi confirmada pelo Palácio do Planalto após reunião entre Bolsonaro e o presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre , parlamentar eleito pelo estado do Norte do país.

Durante a conversa, Alcolumbre relatou as dificuldades que a população do Amapá está enfrentando e reforçou o pedido para o pagamento de um auxílio social à população atingida pelo apagão, além de outras providências do governo federal para resolver o problema. Bolsonaro deve chegar a Macapá, capital do estado, no início da tarde.

No dia 3 de novembro, um transformador pegou fogo e deixou 14 das 16 cidades do estado sem luz. Dos outros dois equipamentos no local, um também acabou danificado e outro já estava inoperante. Com isso, o estado ficou mais de 80 horas sem energia elétrica e até agora a situação não foi totalmente restabelecida.

A população tem fornecimento de energia limitado, em sistema de rodízio. Na última terça-feira (17), um novo blecaute voltou a afetar o estado. Segundo o governo federal, mais de 765 mil pessoas já foram atingidas pelos apagões, o que corresponde a 90% da população do Amapá.

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque , está na capital amapaense monitorando pessoalmente a religação de transformadores e subestações de energia do estado. Após a autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para o uso de duas usinas termelétricas no estado, Albuquerque acionou, nesaa sexta-feira (20), o gerador de uma delas.

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Além do uso das usinas em caráter excepcional, o Ministério de Minas e Energia já havia autorizado a instalação de 22 unidades emergenciais de geração de energia na região. A subestação Santa Rita recebeu 13 geradores, enquanto a subestação Santana recebeu nove geradores.

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POLÍTICA NACIONAL

PGR é acionada para investigar Moro por contratação em consultaria da Lava Jato

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Moro
O Antagonista

Sergio Moro é contratado por empresa americana de compliance


O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro , teve um pedido de investigação por corrupção registrado na Procuradoria Geral da República (PGR) a pedido do deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP). O parlamentar argumenta que Moro estaria se sendo retribuido pela consultora norte-americana Alvarez & Marsal , que é a responsável por administrar a recuperação do Odebrecht.


Segundo Teixeira, Moro está se beneficiando por ter autorizado os acordos de leniência e delação premiada que favoreceram a Alvarez & Marshal, quando ainda era juiz federal em Curitiba. O parlamentar pede que a Procuradoria Geral da República investigue “valores e condições” para que Moro fosse trabalhar na empresa, bem como da contratação da Alvarez & Marshal pela Odebrechet.

O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) pediu à Procuradoria-Geral da República (PGR) que investigue a possibilidade de crime de corrupção na contratação do ex-juiz da Lava Jato e ex-ministro da Justiça Sérgio Moro pela empresa norte-americana de consultoria Alvarez & Marsal.

“Diante desse cenário, é urgente que se apure as relações, as condições e os valores envolvidos nos contratos celebrados entre o Grupo Odebrecht, a consultoria norte-americana Alvarez & Marsal e, agora, o sr. Sergio Fernando Moro. As decisões proferidas pelo então juiz Sérgio Moro provocaram significativos impactos políticos, sociais e econômicos ao país. Sua atuação foi decisiva para que fossem celebrados acordos e concedidos benefícios ao Grupo Odebrecht , seus sócios e executivos. O mínimo que se espera é que os desdobramentos dessa operação sejam trazidos às claras e que haja transparência na conduta dos envolvidos”, escreve no documento.

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Moro e a Alvarez & Marshal disseram à imprena que não vão se manifestar sobre o caso.


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POLÍTICA NACIONAL

Em meio a processo de impeachment, Witzel é batizado em igreja evangélica do Rio

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Governador afastado do Rio de Janeiro Wilson Witzel
Carlos Magno/Governo do Estado do Rio de Janeiro

Governador afastado do Rio de Janeiro Wilson Witzel

Em meio ao seu processo de impeachment no Rio , o governador afastado Wilson Witzel foi batizado em uma igreja evangélica na noite do último domingo, dia 29, na Zona Norte da capital. A informação foi dada pelo jornal O Dia , e confirmada pelo O GLOBO .

De camisa preta, ele foi banhado em uma piscina da Igreja Vida Nova, localizada aos pés do Morro do Alemão. O batismo aconteceu um dia antes de Witzel protocolar sua defesa no processo de impeachment ao tribunal misto de julgamento, que dará a palavra final sobre a perda de mandato do ex-juiz.

Witzel utilizou um versículo bíblico para explicar o momento que tem vivido na recente carreira política. Na próxima sexta-feira, dia 4, às 11h, o Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) fará uma nova sessão sobre o processo do governador afastado . Na ocasião, os cinco deputados e cinco desembargadores que integram o grupo vão definir o calendário do julgamento, com as testemunhas que serão ouvidas e provas a serem produzidas e periciadas.

“Lucas 18: 26. E os que ouviram isto disseram: Logo quem pode salvar-se? 27. Mas ele respondeu: As coisas que são impossíveis aos homens são possíveis a Deus. Quais sonhos você tem sonhado, que para você é impossível de alcançar? Jesus nos ensina que aquilo que é impossível para nós seres humanos, é totalmente possível para Deus. Apenas creia e tudo irá acontecer”, diz o governador.

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Witzel se defende das acusações de irregularidades na contratação da Organização Social (OS) Iabas para a construção de hospitais de campanha e na requalificação da Unir Saúde, assinada por ele em março contrariando pareceres técnicos. O documento pede que sejam ouvidas 13 testemunhas, entre elas o ex-secretário estadual de Saúde Edmar Santos e o empresário Mário Peixoto, apontado pelo Ministério Público Federal (MPF) como sócio oculto das OSs.

Confira os próximos passos do processo contra Witzel:

  • Entregue a defesa, o presidente do tribunal misto marca nova reunião do grupo
  • Integrantes do tribunal deliberam sobre o calendário de instrução e julgamento, quando decidem quais testemunhas serão ouvidas
  • Instrução processual: podem ser ouvidas testemunhas e realizadas diligências e perícias documentais; não há prazo específico
  • Witzel será o último a depor no processo
  • Encerrada a instrução, é aberto prazo de 10 dias para defesa e acusação apresentarem alegações finais
  • Após alegações, julgamento final é marcado
  • Perda de mandato de Witzel é definida por 2/3 dos integrantes, ou sete votos
  • Além do mandato, tribunal vota, em separado, perda de direitos políticos por cinco anos

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