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POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro diz desconhecer sistema de voto igual ao do Brasil

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Bolsonaro
Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro (sem partido)

presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira desconhecer um país que utiliza um sistema de votação igual ao Brasil. Apesar da declaração, 31 países utilizam um sistema de voto eletrônico, em eleições nacionais nacionais ou regionais. O levantamento foi feito pelo International Institute for Democracy and Electoral Assistance (IDEA) com 178 países.

Em conversa com apoiadores no Palácio da Alvorada, Bolsonaro disse que o sistema de votação precisa ser “confiável” e não pode “deixar margem para dúvidas”. Contudo, o presidente não explicou porque o sistema não é confiável. Em março, Bolsonaro disse que “brevemente” iria apresentar provas de que houve uma “fraude” nas eleições de 2018, mas até agora não mostrou nenhuma evidência.

“Temos que ter um sistema de apuração que não deixe dúvidas. É só isso. Tem que ser confiável e rápido. Não deixar margem para dúvidas. Agora, é um sistema que desconheço no mundo onde ele seja utilizado”, disse Bolsonaro nesta segunda-feira.

De acordo com o levantamento do IDEA, 16 países utilizam um sistema eletrônico de votação em eleições nacionais, 15 usam em eleições regionais e cinco utilizam em ambas. Duas nações utilizam o sistema em outros tipos de eleições, enquanto 144 não usam qualquer tipo de votação eletrônica.

Em outro levantamento, o IDEA mostrou que 15 países utilizam urnas eletrônicas, com ou sem a impressão do voto para permitir uma auditoria. Fazem parte dessa lista, além do Brasil, os Estados Unidos (que utilizam urnas em alguns estados), a França, a Índia, o Peru e a Rússia, entre outros.

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Nesta segunda, Bolsonaro voltou a defender a utilização do voto impresso , mas lembrou que o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou a proposta inconstitucional.

“Tenho proposta, tive, (mas) o Supremo disse que é inconstitucional o voto impresso. Tem Proposta de Emenda à Constituição na Câmara . Se não tivemos uma forma confiável de apurar as eleições a dúvida sempre vai permanecer”.

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POLÍTICA NACIONAL

PGR é acionada para investigar Moro por contratação em consultaria da Lava Jato

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Moro
O Antagonista

Sergio Moro é contratado por empresa americana de compliance


O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro , teve um pedido de investigação por corrupção registrado na Procuradoria Geral da República (PGR) a pedido do deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP). O parlamentar argumenta que Moro estaria se sendo retribuido pela consultora norte-americana Alvarez & Marsal , que é a responsável por administrar a recuperação do Odebrecht.


Segundo Teixeira, Moro está se beneficiando por ter autorizado os acordos de leniência e delação premiada que favoreceram a Alvarez & Marshal, quando ainda era juiz federal em Curitiba. O parlamentar pede que a Procuradoria Geral da República investigue “valores e condições” para que Moro fosse trabalhar na empresa, bem como da contratação da Alvarez & Marshal pela Odebrechet.

O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) pediu à Procuradoria-Geral da República (PGR) que investigue a possibilidade de crime de corrupção na contratação do ex-juiz da Lava Jato e ex-ministro da Justiça Sérgio Moro pela empresa norte-americana de consultoria Alvarez & Marsal.

“Diante desse cenário, é urgente que se apure as relações, as condições e os valores envolvidos nos contratos celebrados entre o Grupo Odebrecht, a consultoria norte-americana Alvarez & Marsal e, agora, o sr. Sergio Fernando Moro. As decisões proferidas pelo então juiz Sérgio Moro provocaram significativos impactos políticos, sociais e econômicos ao país. Sua atuação foi decisiva para que fossem celebrados acordos e concedidos benefícios ao Grupo Odebrecht , seus sócios e executivos. O mínimo que se espera é que os desdobramentos dessa operação sejam trazidos às claras e que haja transparência na conduta dos envolvidos”, escreve no documento.

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Moro e a Alvarez & Marshal disseram à imprena que não vão se manifestar sobre o caso.


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POLÍTICA NACIONAL

Em meio a processo de impeachment, Witzel é batizado em igreja evangélica do Rio

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Governador afastado do Rio de Janeiro Wilson Witzel
Carlos Magno/Governo do Estado do Rio de Janeiro

Governador afastado do Rio de Janeiro Wilson Witzel

Em meio ao seu processo de impeachment no Rio , o governador afastado Wilson Witzel foi batizado em uma igreja evangélica na noite do último domingo, dia 29, na Zona Norte da capital. A informação foi dada pelo jornal O Dia , e confirmada pelo O GLOBO .

De camisa preta, ele foi banhado em uma piscina da Igreja Vida Nova, localizada aos pés do Morro do Alemão. O batismo aconteceu um dia antes de Witzel protocolar sua defesa no processo de impeachment ao tribunal misto de julgamento, que dará a palavra final sobre a perda de mandato do ex-juiz.

Witzel utilizou um versículo bíblico para explicar o momento que tem vivido na recente carreira política. Na próxima sexta-feira, dia 4, às 11h, o Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) fará uma nova sessão sobre o processo do governador afastado . Na ocasião, os cinco deputados e cinco desembargadores que integram o grupo vão definir o calendário do julgamento, com as testemunhas que serão ouvidas e provas a serem produzidas e periciadas.

“Lucas 18: 26. E os que ouviram isto disseram: Logo quem pode salvar-se? 27. Mas ele respondeu: As coisas que são impossíveis aos homens são possíveis a Deus. Quais sonhos você tem sonhado, que para você é impossível de alcançar? Jesus nos ensina que aquilo que é impossível para nós seres humanos, é totalmente possível para Deus. Apenas creia e tudo irá acontecer”, diz o governador.

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Witzel se defende das acusações de irregularidades na contratação da Organização Social (OS) Iabas para a construção de hospitais de campanha e na requalificação da Unir Saúde, assinada por ele em março contrariando pareceres técnicos. O documento pede que sejam ouvidas 13 testemunhas, entre elas o ex-secretário estadual de Saúde Edmar Santos e o empresário Mário Peixoto, apontado pelo Ministério Público Federal (MPF) como sócio oculto das OSs.

Confira os próximos passos do processo contra Witzel:

  • Entregue a defesa, o presidente do tribunal misto marca nova reunião do grupo
  • Integrantes do tribunal deliberam sobre o calendário de instrução e julgamento, quando decidem quais testemunhas serão ouvidas
  • Instrução processual: podem ser ouvidas testemunhas e realizadas diligências e perícias documentais; não há prazo específico
  • Witzel será o último a depor no processo
  • Encerrada a instrução, é aberto prazo de 10 dias para defesa e acusação apresentarem alegações finais
  • Após alegações, julgamento final é marcado
  • Perda de mandato de Witzel é definida por 2/3 dos integrantes, ou sete votos
  • Além do mandato, tribunal vota, em separado, perda de direitos políticos por cinco anos

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