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POLÍTICA NACIONAL

Ataque sofrido pela TSE nas eleições teve origem do Brasil, EUA e Nova Zelândia

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Prédio do Tribunal Superior Eleitoral
José Cruz/Agência Brasil

Sistema do TSE sofreu ataque na manhã deste domingo (15)

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso , disse em entrevista coletiva nesta segunda-feira (16) que o ataque sofrido pelo sistema eleitoral na manhã do domingo (15) das eleições municipais teve origem do Brasil , dos Estados Unidos e da Nova Zelândia .

De acordo com o ministro, os ataques tiveram como objetivo derrubar os servidores do TSE para tirar a credibilidade da totalização e da apuração dos votos. Os acessos chegaram a uma quantidade de 436 mil conexões por segundo.

Questionado sobre se os ataques seriam oriundos de grupos políticos, Barroso afirmou que não responderia essa pergunta. “Eu não posso e não devo responder essa pergunta porque juiz só julga e não fica levantando suspeitas, mas certamento esses grupos tinham uma motivação política”, disse o ministro.

“Essa instabilidade fez com que milícias digitais e grupos extremistas que clamam pela volta da ditadura questionassem a credibilidade do sistema eleitoral. Muitos desses grupos hoje são investigados pelo Supremo Tribunal Federal”, completou.

Demora na divulgação da apuração de votos

Barroso ainda falou sobre a demora na divulgação da apuração dos votos e afirmou que o problema ocorreu por conta de ter sido realizada uma tarefa nova no processo de totalização.

Segundo o ministro, neste ano a totalização passou para o TSE, diferente do que ocorreu nos anos anteriores, quando isso era feito pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). “Essa totalização descentralizada foi uma recomendação de segurança feita pela Polícia Federal”, explicou.

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Os equipamentos contratados, ainda de acordo com Barroso, são da empresa de tecnologia Oracle. Eles foram comprados em março, mas, por conta da pandemia da Covid-19, os aparelhos chegaram em agosto.

“Esse atraso não permitiu que fossem realizados testes prévios com o exato ambiente das eleições. Essa é a origem do problema ocorrido. O sistema de inteligência artificial demorou no aprendizado do volume de informações existentes”, afirmou.

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POLÍTICA NACIONAL

Militares atuam para impedir reeleição de Rodrigo Maia, mas aceitam Alcolumbre

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Maia e Alcolumbre
Pedro França/Agência Senado

Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre tentam reeleição, respectivamente, na Câmara e no Senado

A ala militar do governo tem atuado nos bastidores para impedir que o STF (Supremo Tribunal Federal) permita a reeleição de Rodrigo Maia (DEM) na Câmara dos Deputados. Segundo informações da CNN Brasil,  a ideia é convencer os magistrados de impor uma trava à reeleição de Maia; Alcolumbre (DEM-AL), porém, não sofre oposição dos militares para se reeleger no Senado.

Os ministros militares estão trabalhando com a possibilidade de que a trava a Maia seja apresentada em um voto divergente ao do ministro Gilmar Mendes , relator de uma ação em que o PTB contesta a possibilidade de uma nova candidatura na mesma legislatura.

Dessa forma, o presidente do Senado, eleito 2019, poderia disputar a reeleição em 2021, mas Maia, que comanda a Câmara dos Deputados desde 2016, estaria impedido.

O movimento da ala militar leva em conta o fato de ministros da corte admitirem, em conversas reservadas, não haver brecha para pedidos de vista ou de destaque, o que poderia travar o julgamento. 

Caso isso ocorra, Gilmar Mendes – defendor da reeleição de Maia e Alcolumbre – pode ser responsável pela decisão, de forma liminar, já que a eleição está agendada para 2 de fevereiro e o Supremo entra em recesso no dia 18

Já a porção do STF que defende a possibilidade dos dois parlamentares se reelegerem, esperam uma definição do julgamento já nesta sexta-feira, 4 de dezembro. A ala acredita ter a maioria dos votos , o que favoreceria a candidatura de ambos.

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POLÍTICA NACIONAL

Jandira Feghali propõe CPI para investigar a lista de detratores de Paulo Guedes

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jandira
Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Jandira Feghalide (PCdoB)


A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) deu início, nesta quarta-feira (2), ao processo de coleta de assinaturas para a instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que deve investigar a contratação pelo governo federal de uma empresa com a função de monitorar e categorizar jornalistas , influenciadores digitais e intelectuais em “detratores”, “neutros informativos” e “favoráveis”. As informações são do colunista do UOL Rubens Valente.


Para que CPI seja instalada é necessário a coleta de 171 assinaturas de deputados federais. A Câmara tem 5 CPIs em curso atualmente, as regras permitem que uma nova seja criada. A comissão deverá investigar os motivos da empresa listar as pessoas com base em publicações nas redes sociais sobre o ministro da Economia Paulo Guedes.

Jandira deseja investigar outros dois ministros, além de Guedes . O governo gastou R$ 2,7 milhões parra contrar os serviços da empresa de comunicação, que também presta serviços para o Ministério da Ciência e Tecnologia, e foi responsável por elencar 77 jornalistas e outros formadores de opiniões que merecem a atenção do governo. A empresa BR+ Comunicação respondeu em nota a UOL que “a utilização do termo ‘detratores’ foi um erro de processo, já corrigido pela empresa”.

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