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MATO GROSSO

Após oito anos paralisado, crédito fundiário é retomado em MT

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Após oito anos paralisado, o Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF), do Governo Federal, foi retomado em Mato Grosso. O benefício que permite que trabalhadores rurais e sem-terra possam comprar terras por meio de financiamento com carência e a longo prazo estava interrompido desde abril de 2012, em decorrência de irregularidades de contratos anteriores.

A retomada do programa federal em Mato Grosso ocorreu após o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), atuar junto ao departamento de gestão do crédito fundiário do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Cinquenta famílias de Lucas do Rio Verde (a 330 km de Cuiabá) serão contempladas com o PNCF. Juntas elas irão financiar uma área de 347 hectares que pertencia a fazenda Fênix II, no valor de R$ 6 milhões. Cada famílias pagará R$ R$ 120 mil por 6.72 hectares, com carência de três anos para a primeira parcela e com um prazo de 25 anos para quitar o empréstimo.

Uma das famílias beneficiadas em Lucas do Rio Verde é a da trabalhadora rural Rejane Aparecida Fogaça, 50 anos. Junto com o esposo, filhos e netos, ela já faz planos para tornar a área produtiva. Ela pretende trabalhar com a criação de frango caipira e o cultivo de frutas como acerola e o maracujá. “Essa terra é um sonho para nós. Vivo em Mato Grosso há 18 anos, sendo 12 deles só em Lucas, e será a primeira vez que terei uma propriedade rural que poderei chamar de minha”, afirma emocionada Rejane Fogaça.

De acordo o coordenador da Unidade Técnica Estadual (UTE) da Seaf, Marcos Roberto dos Santo e Silva, responsável pela condução do programa em Mato Grosso, além das condições de pagamento serem boas, o valor do imóvel foi praticado abaixo de mercado. “É também uma grande conquista nossa, porque conseguimos convencer a proprietária da fazenda a vender o hectare pelo preço que era praticado em 2017”. Cada família irá pagar R$ 17 mil por hectare, sendo o que o preço da área em Lucas do Rio Verde hoje é de R$ 35 mil.

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Marcos Roberto acrescenta ainda que a partir de dezembro será reaberto em Mato Grosso, de forma definitiva, o novo modelo de crédito fundiário, que agora passa a se chamar ‘Terra Brasil’, com novas regras técnicas de adesão.  

Nas próximas semanas, explica o secretário de Estado de Agricultura Familiar, Silvano Amaral, serão encaminhadas ao Banco do Brasil as propostas para a confecção das minutas dos contratos de financiamento dos imóveis rurais. Esse processo antecede a efetiva compra da fazenda por parte dos beneficiários de Lucas do Rio Verde.

Como funciona o PNCF 

Feita a escolha da área, o proprietário deverá manifestar interesse na venda do imóvel com valor compatível ao de mercado. A partir de então, o Estado passa a atuar na elaboração da proposta de financiamento, reunindo informações sobre o imóvel, os investimentos necessários, a aptidão da área para o plantio, entre outras informações.

O produtor poderá financiar até R$ R$ 151 mil com juros de até 2,5% ao ano, sendo: 0,5% para a linha PNCF Social, para agricultores inscritos no CAD-Único; 2,5%, para a linha PNCF Mais. O pagamento é efetuado em até 25 anos, incluídos três anos de carência. O programa também disponibiliza recursos de até R$ 7.500,00 para contratação exclusiva de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), financiado em cinco parcelas anuais de R$ 1.500,00 por beneficiário.

Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

Condutores socorristas são capacitados em direção defensiva e evasiva

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Condutores socorristas do Serviço Móvel de Urgência (Samu) iniciaram nesta terça-feira (01.12) o curso de formação e atualização em direção defensiva e evasiva. A capacitação segue até sábado (05) e conta com o apoio técnico de miliares dos Batalhões da Rotam, do Raio (policiamento de moto da PM) e de servidores da Guarda municipal.

Conforme o coordenador do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, Weldo Ferreira Dos Santos, a proposta da capacitação é formar uma equipe que irá compor o efetivo do serviço de motolância em Várzea Grande, ampliando, dessa forma, a abrangência do trabalho que atualmente está disponível somente em Cuiabá. Além dessa equipe, também estão sendo capacitados condutores socorrista de veículos tradicionais (carro).

O curso visa melhorar o desempenho e a segurança no transporte de vítimas socorridas pelo Samu, bem como de profissionais que atuam na própria equipe. “Dessa maneira, haverá a redução do tempo de resposta e a otimização do emprego de viaturas”, avalia o coordenador.

Ao término das aulas práticas e teóricas, haverá a formatura de duas turmas com 34 componentes entre condutores socorrista para veículos e pilotos socorrista para as motolâncias. A programação das aulas prevê conhecimento nas áreas de legislação de trânsito, teoria de iniciação à prática de condução e pilotagem em defensiva e evasiva com veículo de trabalho e atendimento pré-hospitalar.

Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

Aumento na oferta leva a queda nos preços de hortifrúti

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Os preços das principais hortaliças comercializadas no atacado em Cuiabá e Várzea Grande apresentaram queda brusca nesse início de dezembro, em relação à semana anterior. É o que aponta o levantamento realizado pela Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), divulgado nesta terça-feira (01.12). De acordo com o comparativo de hoje com a da semana anterior, a redução nos preços das principais frutas, verduras e legumes comercializados na Central de Abastecimento de Cuiabá foi percebida em 22 dos 66 itens pesquisados.

Entre os produtos que tiveram os preços reduzidos vertiginosamente estão o tomate, a berinjela, o jiló, o chuchu e a pimenta-de-cheiro. Nesse último item o índice de queda chegou a 83% em apenas sete dias. De R$ 120, a caixa com 8kg do tempero de refogados está sendo vendida a R$ 20.

Já a berinjela que hoje custa R$ 15 a caixa com 12kg, na semana passada era vendida a R$ 35. Queda de 57% no valor de comercialização do fruto. De R$ 100 a caixa com 15kg do jiló caiu para R$ 50, representando uma redução de 50% no valor, e o chuchu teve redução de 42% no preço, passando de R$ 60 para R$ 35 a caixa com 21kg.

De acordo com técnica da Seaf, Doraci Maria Siqueira, a oferta elevada desses produtos no atacado é a causa para a redução nos preços. “A pimenta-de-cheiro por exemplo está em grande quantidade no comércio e por ser um produto com prazo de consumo curto, os comerciantes tratam de abaixar o preço significativamente para não correr o risco de perder o produto por descarte”, comenta a técnica da Seaf.

O único item que subiu de preço foi a mandioca, que de R$ 120 subiu para R$ 150. Nos últimos meses a raiz, tradicionalmente cultivada na agricultura familiar, está em escassez em Mato Grosso. A seca prolongada, a incidência de pragas e a pandemia provocaram a queda na produção da mandioca no Estado e, consequentemente, causaram a elevação do preço da raiz. Com a falta para abastecer o mercado interno, o comércio está tendo de importar mandioca de outros estados. “A grande maioria da mandioca que hoje é consumida em Mato Grosso tem vindo do Paraná, Mato Grosso do Sul e Goiás”, acrescenta Doraci Maria de Siqueira.

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Cotação

A cotação de preços dos principais produtos da agricultura familiar é realizada semanalmente, toda terça-feira, a partir 5h, por técnicos da Seaf, Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e Prefeitura de Cuiabá. A pesquisa de preço é realizada na Central de Abastecimento de Cuiabá, levando em conta o preço mínimo, mais comum e o preço máximo dos produtos encontrados nas barracas em três horários distintos durante o período matutino.

Além disso, o índice de preço médio dos 66 principais produtos da agricultura familiar em 21 estados brasileiros podem ser conferidos no site http://www.prohort.conab.gov.br/

Fonte: GOV MT

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