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POLÍTICA NACIONAL

Após esconder Doria na campanha, Covas se junta ao governador antes do 1º turno

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Bruno Covas%2C candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PSDB
Patrícia Cruz/Divulgação

Bruno Covas, candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PSDB, na reta final da campanha para o 1º turno

Após passar toda a campanha para o 1º turno escondendo sua ligação com o governador João Doria (PSDB), o candidato tucano à Prefeitura de São Paulo, Bruno Covas , voltou a ficar ao lado do seu padrinho político. Neste domingo (15), ele vai acompanhar o voto do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e de Doria.

Na parte da manhã, ele tomará café com a ex-prefeita Marta Suplicy, que era uma das pré-candidatas para a corrida eleitoral pelo Solidariedade. Ela acabou rompendo com o partido para apoiar individualmente o tucano. O gesto de Covas tem como objetivo passar a ideia de criação de uma “frente ampla” para vencer no 2º turno.

No início de seus últimos atos de campanha, Covas vai se deslocar da casa de Marta até Higienópolis, bairro nobre da capital, para acompanhar a votação de FHC. Até pouco tempo o ex-presidente estava em dúvida se votaria devido ao risco de aglomeração por conta da pandemia da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Em seguida, o prefeito vai ao encontro de Doria, que vota no Jardins. Neste sábado (14), o Covas esteve em Pinheiros e participou de um ato ao lado do tio, o vereador Mário Covas Neto, candidato do Podemos.

“A coligação que eu represento se chama ‘Todos por São Paulo’. Esses três  – Marta, FHC e Doria – mostram exatamente isso, a ampliação de esforços”, disse Covas.

Leia mais:  Datafolha em São Paulo: Covas tem 54% dos votos válidos no 2º turno; Boulos, 46%

Questionado sobre a ausência da marca PSDB na campanha, o prefeito fez uma piada recorrente. “Costumo dizer que não foi uma cegonha que me trouxe, mas um tucano. Sou tucano de berço e não nego isso para ninguém.”

Na agenda em Pinheiros, o prefeito também foi questionado sobre ação movida por Márcio França (PSB), que acusa o tucano de abuso de poder econômico por suposto uso da máquina na campanha.

Covas comparou o adversário ao presidente Donald Trump, que não reconheceu a vitória de seu adversário das eleições. “Quando a gente sai candidato, tem que estar preparado para duas possibilidades: ganhar ou perder. Parece que Donald Trump está fazendo escola no Brasil”, afirmou.

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POLÍTICA NACIONAL

Marília Arraes tem 52% dos votos válidos e João Campos 48%, aponta Datafolha

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Marília Arraes e João Campos
Yacy Ribeiro/JC Imagem/Redes Sociais

Marília Arraes (PT) e João Campos (PSB)

candidata à Prefeitura do Recife Marília Arraes (PT) apareceu liderando a disputa com 52% dos votos válidos, enquanto João Campos (PSB) aparece com 48%. Os dados do Datafolha foram divulgados nesta quinta-feira (26) e mostra um empate técnico entre os dois.

Os votos válidos são dados que excluem votos brancos, nulos e indecisos. Na amostra anterior ela estava com 55%.

Em relação às intenções de votos, Marília Arraes surge com 43%, oscilando positivamente dois pontos percentuais, em comparação ao último resultado de pesquisa, que era de 41%.

João Campos aparece com 40%, seis pontos percentuais a mais do que a amostra anterior, que era de 34%.

O Datafolha entrevistou 1.036 eleitores nos dias 24 e 25 de novembro e foi realizada em parceria com a Folha de São Paulo e a TV Globo. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com 95% de confiança.

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POLÍTICA NACIONAL

Presidente do Cidadania diz que Luciano Huck é o “candidato dos sonhos”; entenda

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Huck
Reprodução

Luciano Huck chegou a participar do Fórum Econômico Mundial, em Davos, neste ano

O presidente do partido Cidadania, Roberto Freire, está investindo na disputa presencial de 2022 com o nome do apresentador Luciano Huck . Na visão de Freire, Huck seria o “candidato dos sonhos” por ter “conteúdo” e ser um “progressista”. As declarações foram feitas à revista Crusoé.

“Eu o conheço, não estou falando do nome de uma celebridade. Ele tem conteúdo, tem formação. E informação. É alguém que tem liderança, não é qualquer um que faz programa de televisão com ligação direta com a população mais vulnerável deste país”.

O presidente do Cidadania defendeu que Huck também conseguiria mostrar conhecimento sobre desigualdade social e meio ambiente, com foco na construção “do futuro de uma pátria verde”.

“Só beócios é que ficam imaginando que riqueza se constrói destruindo a floresta, a Amazônia, quando a riqueza está na floresta em pé, na biodiversidade, na biotecnologia. Esse é o mundo do futuro. O pasto e o plantio de soja precisam de cada vez menos terra pelo avanço da produtividade, do conhecimento. Se alguém pensar que falo isso dele é porque ele é apresentador de televisão, não entendeu nada”.

Na visão de Freire, Huck “está atravessando a rua”, expressão utilizada por ele para definir que o apresentador estaria disposto a abrir mão da carreira na televisão para ingressar na política.

O apresentador Luciano Huck tem até março de 2021 para decidir se será candidato em 2022. O prazo foi estipulado pela Rede Globo.

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