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Antiga amiga de Ivanka Trump escreve sobre bullyings que sofreu de Donald Trump

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Ivanka e o pai, Donald Trump
Reprodução/Instagram

Ivanka e o pai, Donald Trump


Amiga de infância e adolescência de Ivanka Trump, a jornalista Lysandra Ohrstrom escreveu um artigo para a “Vanity Fair” contando os bullyings que sofreu do presidente Donald Trump , principalmente em relação ao seu peso.

“Embora Trump nunca tenha se lembrado do meu nome, ele parecia ter uma memória fotográfica das mudanças em meu corpo”, escreveu Lysandra no artigo publicado na última terça.


“Eu nunca vou esquecer de quando Ivanka e eu estávamos almoçando com os irmãos dela em Mar-a-Lago. Enquanto o Sr. Trump dizia ‘oi, Don Jr’, ele roubou meio sanduíche de queijo grelhado do meu prato. Ivanka o repreendeu, mas o presidente a interrompeu: ‘Não se preocupe. Ela não precisa disso. Ele está fazendo um favor a ela’. Por outro lado, ele geralmente me parabenizava se eu perdesse peso.”

Assim como Donald Trump teria a repreendido por seu peso, ele era excessivamente elogioso com relação às outras garotas. “Ele mal me cumprimentava, exceto para perguntar se Ivanka era a garota mais bonita ou mais popular da nossa série”, disse Lysandra. “Antes de aprender que os Trump não têm senso de humor sobre si mesmos, lembro-me de responder honestamente que ela provavelmente estava entre os cinco primeiras”.

Fonte: IG GENTE

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‘Precisei me distanciar do caso’, diz atriz sobre viver Richthofen no cinema

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cena dos filmes 'A Menina Que Matou Os Pais' e 'O Menino Que Matou Meus Pais'
Divulgação

Ilana Casoy, Raphael Montes e Carla Diaz participam de painel na CCXP Worlds


A pandemia do novo coronavírus fez com que muitos lançamentos de filmes fossem adiados. É o caso de ‘A Menina que Matou Os Pais’ e ‘O Menino Que Matou Meus Pais’ , que têm como tema central o assassinato do casal Richthofen encomendado pela própria filha, Suzane von Richthofen, e os irmãos Daniel e Christian Cravinho.


CCXP Worlds convidou os roteiristas dos filmes, o escritor Raphael Montes e a criminalista Ilana Casoy , e a atriz Carla Diaz , que interpreta Suzane nos longas, para falar sobre novidades e o processo de criação do filme.

Montes e Casoy já haviam trabalhado juntos no livro ‘ Bom Dia, Verônica ‘, que esse ano fez sucesso com sua adaptação na Netflix. Eles repetem a parceria para trazer duas percepções diferentes sobre o Caso Richtofen, que ocorreu em 2002. 

Ao passo que Montes tem a expertise da ficção, Casoy esteve envolvida nas investigações do crime na vida real. Ela passou 15 anos na investigação e tinha conhecimento profundo sobre o processo, o que ajudou a remontar as duas versões para os filmes. A ideia original era contar tudo em um filme só, mas a produtora gostou tanto da ideia que decidiu que seria mais interessante se a história fosse dividida em duas partes.

Montes e Casoy comentaram sobre o processo criativo para a realização dos roteiros. O escritor afirma que foi preciso criar pontos dramáticos diferentes nas versões de Suzane e de Daniel.

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“A gente separou as cenas pilares, que são as que ambos concordam, cenas que existem só em uma versão, as que aparecem nas duas. Tivemos que fazer escolhas para poder fazer o filme, em qual deles colocaríamos o quê”, conta Montes. Casoy chama esse processo de “quebra-cabeça”. “Nosso quadro de trabalho é um enigma”, brinca.

Carla contou que sabia que o filme seria desafiador desde o início, quando topou fazer o teste para o papel de Suzane. Ao mesmo tempo, ela se motivou por saber que era uma personagem que, artisticamente, a instigaria.

“Mergulhei profundamente no processo de preparação da personagem. Foi uma busca muito grande em livros e reportagens, só que em um primeiro momento eu precisei me distanciar do caso real e que me isentar do meu julgamento pessoal sobre esse crime que é tão cruel”, afirma a atriz.

Outro desafio que ela precisou enfrentar foi o fato de precisar gravar a mesma cena em pontos de vistas diferentes em intervalo muito curto de tempo. As duas versões eram, geralmente, gravadas na mesma hora. “Eu tinha que me desligar muito rápido de uma versão para rodar a próxima, às vezes até da mesma cena”, conta.

Na preparação, Carla teve acesso ao processo, fotos, vídeos, documentos e mergulhou em reportagens e livros, incluindo ‘Casos de família: 01. Arquivos Richthofen, 02. Arquivos Nardoni’, escritos por Casoy.

Raphael, por outro lado, preferiu não revisitar o processo e focar na parte técnica do roteiro. “Eu só tive acesso aos áudios do processo e do júri. Acho que Ilana tinha todo esse conhecimento e, por mais que eu estudasse, nunca conseguiria suprir o conhecimento dela”, afirma o escritor.
O filme não tem data de estreia definida.

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Confira o trailer de ‘A Menina que Matou Os Pais’ e ‘O Menino Que Matou Meus Pais’ aqui:

Fonte: IG GENTE

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Filme sobre Eduardo e Mônica é ‘catarse coletiva’, diz diretor na CCXP Worlds

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Os atores Gabriel Leone e Alice Braga e o diretor René Sampaio em painel na CCXP Worlds
Reprodução/CCXP Worlds

Os atores Gabriel Leone e Alice Braga e o diretor René Sampaio em painel na CCXP Worlds


Neste sábado (05), foram revelados detalhes sobre o filme Eduardo e Mônica , inspirado na música de mesmo nome composta por Renato Russo para o Legião Urbana. O diretor René Sampaio e os atores Gabriel Leone e Alice Braga, que dão vida ao casal, participaram de painel sobre o longa na CCXP Worlds


Eduardo e Mônica conta a história de um casal de personalidades e universos completamente diferentes, mas que começam a se aproximar e a viver uma história de amor. Trata-se de uma história real, já que o compositor se inspirou em um casal de amigos.

Os atores contaram que mergulharam muito no universo da música e de Renato para conseguir evocar a energia catártica e nostálgica da canção para o público. “O Renato também tinha muito do Eduardo e da Mônica”, diz Gabriel para o curador da CCXP Worlds, Marcelo Forlani.

Para Alice, o filme é uma verdadeira homenagem para a figura de Renato Russo e uma maneira de celebrá-lo no imaginário do público brasileiro. “Esse filme foi uma oportunidade de poder fazer o coração dele bater um pouquinho através do nosso”, diz a atriz.

Esse é o segundo filme de René baseado na obra do líder do Legião Urbana. Ele também adaptou a história de Faroeste Caboclo em 2013, que foi estrelado por Fabrício Boliveira e Isis Valverde. No painel, ele revela que a intenção é fazer uma trilogia das músicas de Renato, mas não revela qual deve ser a terceira adaptação.

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“Eu sou fã do Legião Urbana desde moleque, conheci em uma festinha aos 12, 13 anos, e a obra do Legião já fazia sentido para mim naquela época. Ao longo dos anos não só continuou fazendo sentido como passou a conquistar mais pessoas”, afirma o diretor.

os atores caracterizados de eduardo e monica
Divulgação

“Eduardo e Mônica foi uma oportunidade de poder fazer o coração do Renato bater um pouquinho através do nosso”, diz Alice Braga


Uma dessas pessoas é o intérprete de Eduardo. Gabriel conta que se considera um grande fã do Legião Urbana e que quem o introduziu à banda foi os pais. “Dar vida a esse personagem, criado da cabeça e da alma do Renato, foi muito especial. Foi a realização de um sonho para mim e, ao mesmo tempo, uma responsabilidade muito grande como fã”, conta o ator.

Alice também conta que é uma grande admiradora principalmente da obra de Renato Russo como compositor e poeta. O roteirista Jorge Furtado, grande amigo de sua mãe, Sônia Braga, foi quem apresentou a música a ela.

A atriz também conta que ‘Eduardo e Mônica’ representou uma virada em sua carreira, já que foi sua primeira comédia romântica. “Foi uma experiência linda. O René queria me tirar desse lugar do drama, do peso, e me trazer para uma coisa mais solar, mais viva.

O lançamento de ‘Eduardo e Mônica’ seria em março deste ano, mas foi adiado por causa da pandemia. Mesmo assim, o filme já foi premiado no Festival de Edmonton, no Canadá. René conta que foram feitas diversas propostas para levar o filme ao streaming, mas recusou.

“A gente faz questão que o filme vá para o cinema porque é um evento. É para levar a família, celebrar em conjunto, uma catarse coletiva. O público merece ver na tela grande”, diz o diretor. Alice complementa que é muito importante que ‘Eduardo e Mônica’ vá para o cinema depois da pandemia. “Vai ser muito bom para o coração poder falar de amor”, diz a atriz.

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‘Eduardo e Mônica’ ainda não tem uma data de lançamento, mas o filme foi lançado no fim de 2019. Veja aqui:


Fonte: IG GENTE

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