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POLÍTICA NACIONAL

Vice de Bruno Covas foi acusado pela esposa de violência doméstica e ameaça

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Ricardo Nunes e Regina Carnovale
Reprodução / Facebook

Ricardo Nunes ao lado de Regina Carnovale

O vereador Ricardo Nunes (MDB), candidato a vice-prefeito na chapa de Bruno Covas (PSDB) , foi acusado em 2011 de violência doméstica, ameaça e injúria pela esposa. Os dois continuam casados até hoje. As informações são da Folha de São Paulo.

O boletim de ocorrência contra o vereador foi feito no dia 18 de fevereiro de 2011, na 6ª Delegacia da Mulher, localizada em Santo Amaro, na zona sul de São Paulo, por Regina Carnovale , esposa de Nunes.

No relato registrado pela polícia, Regina disse que estava em uma união estável com Nunes e que eles estariam separados há sete meses, antes do registro. O motivo da separação seria o “ciúme excessivo” do candidato à vice-prefeito de Bruno Covas .

“Inconformado com a separação, [ Ricardo Nunes ] não lhe dá paz, vem efetuando ligações proferindo ameaças, envia mensagens ameaçadoras todos os dias e vai em sua casa onde faz escândalos e a ofende com palavrões. Afirma a vítima que diante da conduta de Ricardo está com medo dele”, diz um dos trechos do boletim de ocorrência que contém a assinatura de Regina.

Em postagens antigas nas rede sociais, Regina questionou: “Como um político pode ser bom para o povo se ele não consegue ser bom nem pra ex-mulher e filha no qual viveu por 17 anos e exatamente isso um lobo fingindo ser um cordeiro”, compartilhou. Regina disse que a conta foi hackeada.

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POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro desiste de nomear suspeito de irregularidades para a Anvisa

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Sede da Anvisa
Divulgação

Sede da Anvisa

Nesta terça-feira (27), o presidente Jair Bolsonaro retirou a indicação de Roberto Ferreira Dias para diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) . A publicação foi realizada no Diário Oficial da União. As informações foram dadas pelo jornal O Globo .

Dias é o atual diretor de Logística do Ministério da Saúde. Em agosto, ele assinou um contrato na Saúde que está sob suspeita de irregularidades para a compra de 10 milhões de kits de reagentes utilizados em testes de Covid-19. O valor do contrato é de R$ 133,2 milhões.

A Diretoria de Integridade (Dinteg) do Ministério da Saúde repassou a suspeita de irregularidade ao Tribunal de Contas da União (TCU), que listou o caso como um dos dez maiores contratos de aquisição direta feita pela pasta da Saúde durante a pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2).

A Secretaria de Controle Externo da Saúde do TCU observou “diversas alterações na especificação do objeto ao ser contratado”.

Além disso, o relatório feito pelo TCU aponta para um pedido de reconsideração, apresentado pela empresa que ficou em segundo lugar no processo de aquisição emergencial, que alegava direcionamento à vencedora. O pedido foi ignorado pelos responsáveis e os outros integrantes da pasta não tinham conhecimento sobre ele.

Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que irá cancelar a compra dos kits e instaurar um “procedimento interno para apurar a responsabilidade dos envolvidos”.

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POLÍTICA NACIONAL

Justiça condena Augusto Nunes a indenizar Guilherme Boulos pela 2ª vez

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Guilherme Boulos
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Guilherme Boulos (PSOL), candidato à Prefeitura de São Paulo

O jornalista e comentarista da rádio Joevm Pan Augusto Nunes foi condenado pela segunda vez a pagar uma indenização ao candidato à prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos (PSOL) . Uma multa no valor de R$ 12 mil foi empregada após Nunes chamar Boulos de “gigolô de sem teto”. A primeira condenação foi no valor de R$ 19 mil.

As alfinetadas de Augusto Nunes contra Guilherme Boulos aconteceram antes da oficialização das eleições municipais. No dia 16 de agosto de 2019 a expressão “gigolô de sem teto” foi dita pela segunda vez e já havia rendido uma decisão contrária em primeira instância em 2018.

“É verdade que fui condenado em 2ª instância porque, como vive dizendo o Boulos , a Justiça pode errar também”, afirmou Nunes no programa Morning Show. Mesmo com as penalizações judiciais, Nunes não deixou de falar sobre o assunto e fez provocações contra Boulos.

“Ele ficou bravo porque eu o chamei de gigolô de sem-teto. Volto a chamá-lo de gigolô de sem-teto pra ver se ele me processa agora. Quero ver se o próximo juiz do caso vai repetir a sentença”.

Na sentença emitida pela juíza Luciana Pagano, Nunes poderia ter criticado e manifestado a opinião contrária a Boulos , “mas sem necessidade de utilizar termo ofensivo”.

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