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POLÍTICA NACIONAL

TSE lacra sistema eletrônico que será usado nas eleições

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Agência Brasil

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Marcelo Camargo/ABr

A partir de agora, os dados dos candidatos e eleitores ficam blindados contra interferências externas, garantindo o sigilo do voto e a segurança da votação


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lacrou, nesta sexta-feira (16), o sistema eletrônico que será usado na votação e na divulgação dos resultados das eleições municipais , que serão realizadas em novembro. De acordo com o tribunal, a partir de agora, os dados dos candidatos e eleitores ficam blindados contra interferências externas, garantindo o sigilo do voto e a segurança da votação. 


Durante a cerimônia de assinatura digital do sistema, o presidente do TSE , ministro Luís Roberto Barroso, explicou que a lacração garante a proteção de 94 programas que fazem parte do sistema, entre eles, os que possuem o cadastro dos eleitores e os que geram a divulgação dos resultados. Segundo o ministro, nem mesmo o tribunal pode alterar o sistema. 

“A urna eletrônica é utilizada no Brasil desde 1996 sem que jamais tenha sido documentada qualquer situação de fraude, não correspondência entre o resultado das urnas e o resultado da efetiva manifestação de vontade dos eleitores. Portanto, nós sempre estamos aperfeiçoando o sistema , nós o abrimos para as tentativas de invasão, consertamos eventuais fragilidades que sejam encontradas, mas nunca se conseguiu vulnerar as barreiras que protegem o coração do sistema “, afirmou.

Além do presidente do TSE, a assinatura digital do sistema também foi feita pelo diretor-geral da Polícia Federal, Rolando Alexandre de Souza; o procurador-geral da República, Augusto Aras; o vice-presidente do TSE, ministro Edson Fachin; e um representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). 

Leia mais:  TSE lança guia de segurança para candidaturas de mulheres

Devido à pandemia da Covid-19 , o Congresso promulgou emenda constitucional que adiou o primeiro turno das eleições deste ano de 4 de outubro para 15 de novembro. O segundo turno, que seria em 25 de outubro, foi marcado para 29 de novembro. No pleito, serão escolhidos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. 

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POLÍTICA NACIONAL

TSE lança guia de segurança para candidaturas de mulheres

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Agência Brasil

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Marcelo Camargo / Agência Brasil

O guia foi elaborado para diminuir as barreiras que as mulheres encontram ao tentarem entrar ou permanecerem no cenário politico


Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Instagram lançaram, nesta quarta-feira (28), um guia de segurança para mulheres na política . A cartilha oferece dicas para as candidatas às eleições deste ano se protegerem de ataques virtuais durante a campanha.


Na primeira parte da cartilha, as candidatas recebem informações para manter a segurança de sua página contra ações de hackers, restringir usuários e denunciá-los à plataforma. O uso das ferramentas do Instagram para se conectar aos eleitores estão disponíveis na segunda parte. 

De acordo com Natália Paiva, responsável pela área de políticas públicas do Instagram para a América Latina, o guia foi elaborado para diminuir as barreiras que as mulheres encontram ao tentarem entrar ou permanecerem no cenário politico. Segundo Natália, os ataques virtuais mais graves ocorrem contra mulheres negras. 

“As mulheres sofrem muito mais ataques online que os homens. Os estudos que a gente analisou e que ajudaram a balizar essa iniciativa mostram que mulheres que são políticas tem três vezes mais chances de receberem mensagens abusivas do que homens que são políticos”, afirmou.

Para o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, a política deve ter equilíbrio entre candidaturas de homens e mulheres. 

“Sou um defensor dessa campanha por duas razões principais. As mulheres são mais de 50% do eleitorado e nós temos um déficit de participação feminina na política. Em segundo lugar, porque as mulheres têm características e singularidades que agregam valor à vida pública”, disse. 

Leia mais:  General Heleno e Ramagem podem ser investigados por reunião com defesa de Flávio

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General Heleno e Ramagem podem ser investigados por reunião com defesa de Flávio

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General Augusto Heleno falando ao microfone
Marcos Corrêa/PR

Ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno , e o diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), A lexandre Ramagem , foram alvos de um pedido de abertura de inquérito junto à Procuradoria-geral da República (PGR) por uma reunião que eles tiveram com a defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

A ação foi encaminhada pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e o deputado Alessandro Molon (PSB-RJ), que pedem a apuração de suspostos crimes de advocacia administrativa, improbidade e abuso de autoridade. Flávio já é investigado peloesquema de “rachadinhas” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), quando ele ainda era deputado estadual.

A reunião teria sido feita em agosto no Palácio do Planalto, com a presença do de Bolsonaro e as advogadas Luciana Pires e Juliana Bierrenbach, representantes de Flávio.

O assunto da reunião foi uma estratégia da defesa para anular a investigação sobre as “rachadinhas” conduzida pelo Ministério Público mediante tese jurídica de que informações presentes no relatório que identificou as transações suspeitas de Fabrício Queiroz e deu início às investigações foram colhidas de forma ilegal.

“O Presidente da República, ao invés de se valer dos meios ordinários para apurar as supostas ilegalidades praticadas por servidores públicos, acometeu ao Senhor Alexandre Ramagem, diretor da Agência Brasileira de Inteligência – que não possui atribuições de polícia investigativa – a missão de encontrar os elementos que pudessem sustentar a tese relatada pela defesa do senador Flávio Bolsonaro”, afirmam Randolfe e Molon.

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“A mesma ‘missão’ foi atribuída pelo Presidente da República ao Ministro da GSI, como ação necessária à ‘garantia da segurança da família presidencial’, quando, em verdade, a atribuição pode ser considerada desvio de finalidade, em que a estrutura da máquina pública é utilizada para atender a interesses privas e meramente políticos do Senhor Jair Bolsonaro e de seus familiares”, continuam.

Os parlamentares pedem a Aras que abra investigação para apurar “suposta busca por informações por vias claramente inusuais, de acesso restrito, e fazendo uso do poder hierárquico do Presidente da República”.

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