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POLÍTICA NACIONAL

Trans usam nome social pela primeira vez nas eleições municipais

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urna eletrônica
Agência Brasil

Ao todo, 167 pessoas se candidataram com nome social nas eleições deste ano

Candidatas e candidatos transgênero que irão concorrer às eleições de 2020 terão a possibilidade de usar o nome social. A resolução nº 23.609/2019 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vale desde 2018, mas só agora se tornou possível aos candidatos à prefeitos e vereadores em todo o país.

Até a tarde desta sexta-feira (16) foram registradas 554.493 mil candidaturas pelo TSE com récorde no número de mulheres e pessoas que se autodeclaram negros .

O formulário de registro das candidaturas pede dados pessoais e possibilita que o candidato ou candidata informe o nome social que utiliza. Para realizar a declaração, os elegíveis devem ter o cadastro eleitoral atualizado com o nome social no título de eleitor.

Em 2020, 167 pessoas que se candidataram ao cargo de vereador utilizaram o nome social nas eleições. Do total, 81,88% são do gênero feminino e outros 18,13% são do masculino.

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POLÍTICA NACIONAL

Faculdade onde Boulos é professor diz que ele não dá aula desde novembro de 2019

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Guilherme Boulos%2C candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PSOL
Reprodução/Facebook

Guilherme Boulos, candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PSOL

A Escola de Sociologia e Política, onde o candidato à Prefeitura de São Paulo Guilherme Boulos (PSOL) afirma ser professor, diz que ele não tem mais vínculo com a instituição e que última vez que ele deu aulas foi em novembro de 2019. Em um vídeo em seu site oficial, o coordenador do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto) diz que “atualmente” dá cursos na faculdade.

Segundo a instituição, no entanto, Boulos foi professor foi quem ministrou as aulas só dois cursos de curta duração no ano passado. O socialista afirma que parou dar aulas por conta da pandemia da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). “Não fosse a pandemia, Boulos seguiria ministrando cursos, como fez em 2019”, disse a assessoria de imprensa do candidato.

“Todos os cursos são remunerados por meio da MEI [microempreendedor individual] de Boulos”, escreveu a campanha do candidato por meio de nota. Ele  chegou a sofrer ataques de Celso Russomanno, que disputa as eleições pelo Republicanos, e de Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido)

Já a escola, porém, disse que a nova edição das aulas não se realizou em 2020 em razão da candidatura do líder sem-teto ao Executivo da capital paulista.

O comentário de Boulos no qual ele afirma que aulas na universidade foi feita num vídeo em que ele explica a origem de sua renda. A gravação foi feita, de acordo com o candidato, para rebater notícias falsas que circulam na internet afirmando que ele não trabalha.

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Uma reportagem recente da Folha de S. Paulo mostrou que o candidato não havia declarado à Justiça Eleitoral uma quantia de R$ 579,93 em uma conta corrente. Em uma das retificações que Boulos fez, o valor foi incluído.

No vídeo publicado em seu site, Boulos ainda diz que deu aula por seis anos na Escola de Educação Permanente da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo).

O diretor da unidade, Décio Mion, confirmou que Boulos participou de cursos sobre liderança entre os anos de 2011 e 2017. A atividade, segundo Mion, era organizada pelo infectologista Marcos Boulos, pai do atual candidato do PSOL.

A Faculdade de Mauá, também citada por Boulos como um dos locais em que lecionou, não respondeu ao questionamento da reportagem.

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POLÍTICA NACIONAL

Após reportagem, Boulos se defende de ataques de Russomanno e Eduardo Bolsonaro

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Boulos
Reprodução / Instagram

Guilherme Boulos (PSOL), candidato à Prefeitura de São Paulo


O candidato à Prefeitura de São Paulo Guilherme Boulos (PSOL) se defendeu dos ataques que recebeu do seu adversário Celso Russomanno (Republicanos) e do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que o acusam de mentir no currículo após a Folha de S.Paulo divulgar a declaração da FESP (Fundação Escola de Sociologia e Política) que o candidato não possui mais vínculo com a instituição. Boulos respondeu às acusações dizendo que foi professor da instituição até 2019.


Eduardo Bolsonaro divulgou uma montagem no sua conta do Twitter com a legenda “Boulos mente”, já Russomanno compartilhou a publicação do filho do seu padrinho político, Jair Bolsonaro, e escreveu: “Defesa do consumidor: não compre gato por lebre”.

Boulos se defende dizendo que o vínculo com a escola foi interrompido por causa da pandemia do novo coronavírus e que é perseguido pelos adversários porque cresce nas pesquisas. O candidato está atualmente na 3º posição tecnicamente empatado com Celso Russomanno .

“É impressionante. Basta eu crescer nas pesquisas que voltam a questionar o meu trabalho . Além do medo do meu crescimento e chances reais de ida pro segundo turno, existe um preconceito gigante contra as pessoas que, além de terem uma profissão, atuam em movimentos sociais”, escreveu em suas redes sociais.

Em 2019 dei aula em cursos de extensão da Escola de Sociologia e Política (ESP). Continuaria este ano não fosse a candidatura e a pandemia. Recebi como MEI por hora aula, como é o padrão da instituição”, declarou em outro momento.

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A FESP respondeu: “Guilherme Boulos foi professor convidado do Departamento de Extensão para ministrar um curso de curta duração sobre ‘A questão urbana e os movimentos sociais’. O curso teve duas edições: maio a julho de 2019 e outubro a novembro de 2019. Desde então, novembro de 2019, não há nenhum vínculo”.

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