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POLÍTICA NACIONAL

Russomanno diz que só é candidato porque teve apoio de Bolsonaro

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celso
Marcos Corrêa/PR

Celso Russomano, deputado e candidato a prefeito de São Paulo, e o presidente Jair Bolsonaro


O candidato à prefeitura de São Paulo Celso Russomanno (Republicanos) declarou em entrevista ao jornal O Globo, que só se candidatou porque teve o apoio do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) . “Se fosse para vir sozinho, eu não seria candidato”, contou.


Russomanno disse não ter levado em conta a possível perd de apoio por conta do envolvimento do filho do presidente, Flávio Bolsonaro, no caso das rachadinha com o ex-assessor e amigo pessoal de Jair Bolsonaro, Fabrício Queiroz . Ele diz não temer a rejeição à sua candidatura por conta do apoio de Bolsonaro.

“Quando você é amigo, você não trai”. Estou mandando um recado para todos aqueles que traíram ele (Bolsonaro). Não foi só o Doria. Se fosse só o Doria estava muito bom”, disse.

O candidato atacou o governador do estado e disse que Doria “foi longe demais” ao fechar estabelecimentos comerciais durante a crise causada pela pandemia do novo coronavírus. Ele diz que a adoção de políticas de fechamento do comércio “quebrou o estado “.

“Destruiu as empresas e os empresários. Não estava preparado para o que vinha. E tomava uma série de atitudes, depois recuava porque não era exatamente o que tinha que ser feito”, comentou.

Russomanno  afirmou que terá o apoio de Bolsonaro para implementar o “auxílio paulistano” que dará continuidade ao “auxílio emergencial”, caso seja eleito prefeito.

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POLÍTICA NACIONAL

Amiga de Flávio Bolsonaro no TRF-1 foi pivô de indicação de Kassio para o STF

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Desembargadora Maria do Carmo Cardoso
Reprodução/JusTocantins

Desembargadora Maria do Carmo Cardoso, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1)

Nos bastidores da indicação do juiz federal Kassio Nunes  para a vaga de  Celso de Mello no Supremo Tribunal Federal (STF), a desembargadora Maria do Carmo Cardoso , Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), é tida como a madrinha para que o nome dele fosse o escolhido. Conhecida como “tia Carminha” pela família do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), a magistrada é amiga do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ).

De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo , Maria do Carmo é apontada por participantes do processo como a principal entusiasta da ideia de aproveitar Kassio para uma cadeira no Supremo. Ela ainda seria contra à escolha de seu colega de tribunal para uma futura vaga no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Essa era a ideia inicial para Kassio.

O indicado para o STF, que também atuava no TRF-1, foi apresentado a Flávio há menos de três meses. Na aproximação, Kassio estava em campanha para o STJ. Após a primeira conversa, ele ainda teve ao menos mais dois encontros com o filho do presidente.

À época, o senador tentava garantir a indicação do juiz William Douglas, do Rio de Janeiro, para o STF. Um dos que contribuiu para a mudança de ideia foi o senador Ciro Nogueira (PP-PI), conterrâneo de Kassio e fiador da indicação do juiz para o STJ.

Foi neste momento, segundo assessores do presidente, que Maria do Carmo, considerada uma espécie de conselheira jurídica da família Bolsonaro, entrou na história.

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Após ser cogitada para o Supremo, a juíza, segundo relatos à Folha, sugeriu o nome de Kassio para a vaga de Celso de Mello.

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POLÍTICA NACIONAL

Russomanno e Covas ficam em empate técnico em São Paulo, diz pesquisa

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Urna eleitoral
José Cruz/Agência Brasil

Candidatos em São Paulo estão disputando voto útil uns dos outros nas eleições para chegar ao segundo turno

O candidatos à Prefeitura de São Paulo Celso Russomanno (Republicanos) e Bruno Covas (PSDB) estão empatados tecnicamente na corrida para chegar ao comando do Executivo municipal da capital paulista. Enquanto o aliado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem 25% das intenções de voto, o tucano e atual prefeito da cidade tem 24%, mostra levantamento do Instituto RealTime Big Data encomendado pela CNN Brasil. A margem de erro é de três pontos percentuais.

De acordo com o levantamento, em terceiro lugar aparece Guilherme Boulos (PSOL), com 12%. Ele é seguido por Márcio França (PSB), com 8%, Jilmar Tatto (PT), com 4%, Andrea Matarazzo (PSD), com 3%, Joice Hasselmann (PSL), 2%, Arthur do Val (Patriota), com 1%, Marina Helou (Rede), com 1%, e Orlando Silva (PCdoB), com 1%. 

Os candidatos Antônio Carlos (PCO), Levy Fidelix (PRTB), Filipe Sabará (Novo) e Vera Lúcia (PSTU) não pontuaram na pesquisa. A pesquisa identificou ainda 10% de intenções de voto nulo ou branco e 9% que não souberam responder.

Foram entrevistadas 1.050 pessoas, por telefone, entre os dias 14 e 17 de outubro. A margem de erro é de três pontos para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. Isto significa dizer que, considerando a margem de erro, resultado representa a realidade em 95% dos casos.

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Rejeição

Os dois candidatos líderes são os que têm maior índice de rejeição. Russomanno não teria os votos de 32% dos entrevistados, enquanto Covas receberia os votos de 21% deles. Confira o resultado:

  • Celso Russomanno (Republicanos) – 32%
  • Bruno Covas (PSDB) – 21%
  • Guilherme Boulos (PSOL) – 20%
  • Jilmar Tatto (PT) – 18%
  • Joice Hasselmann (PSL) – 16%
  • Filipe Sabará (Novo) – 15%
  • Marina Helou (Rede) – 14%
  • Arthur do Val (Patriota) – 14%
  • Orlando Silva (PC do B) – 13%
  • Márcio França (PSB) – 13%
  • Levy Fidelix (PRTB) – 13%
  • Andrea Matarazzo (PSD) – 13%
  • Vera (PSTU) – 10%
  • Antônio Carlos (PCO) – 9%

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