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Professoras da rede estadual ensinam a checar se notícias são falsas ou verdadeiras

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Ao trabalhar os gêneros textuais em língua portuguesa, as professoras Jacinaila Louriana Ferreira e Grasiela Mossmann focaram suas aulas em como evitar fake news. O resultado foi tão significativo que os alunos não só descobriram a definição do termo, mas também aprenderam a distinguir notícias falsas e verdadeiras.

Os alunos gravaram vídeos demonstrando que dominaram o assunto e estão prontos para identificar a veracidade da notícia. As professoras, que lecionam na Escola Estadual Zeni Vieira, localizada no município de Sinop (a 500 quilômetros ao norte da Capital), receberam elogios dos alunos, pais e equipe gestora.

Segundo Jacinaila, os vídeos são uma forma de avaliação e confirmação do aprendizado. “Por meio dos vídeos, eu e Grasiela conseguimos perceber que o aluno aprendeu e também fazer com que pesquise, além de intervir no que não aprendeu. Nosso foco é ensinar pondo em prática a teoria”, comemora.

As professoras explicam que os alunos apreenderam as características da notícia falsa, seus objetivos sempre maléficos para a sociedade, como identificá-las, fontes confiáveis de consultas.

“Enfim, mostramos todas as formas de se evitar a propagação em rede de ideias prejudiciais à população em todos os setores e, muitas vezes, compromete seriamente a vida e até a saúde de alguém que é levado a acreditar que, por exemplo, basta tomar um chá de limão com alho para ser curado do novo coronavírus”, salienta Grasiela.

Além de pesquisas para identificar notícias falsas na internet e apresentar durante as aulas de língua portuguesa, as professoras convidaram uma profissional da área do jornalismo para conversar com os alunos sobre o gênero entrevista.

Em seguida, os alunos foram convidados a gravar seus depoimentos sobre o aprendizado a partir das aulas teóricas e práticas. No entendimento das professoras, os resultados foram surpreendentes alcançando o objetivo principal, de ensinar a partir da experiência de cada um deles.

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“Um resultado a ser comemorado, pois percebemos que aprenderam não só a identificar uma fake news, mas também a não compartilhar, a se posicionar de forma crítica diante de um tema polêmico e a argumentar”, festa Jacinaila.

Por tabela, além de dominar um gênero textual da esfera jornalística, os alunos já possuem ferramentas para o desenvolvimento de um artigo de opinião e até de um texto dissertativo argumentativo sobre esse tema.

“Os alunos conseguiram dominar as habilidades iniciais que é apropriar-se dos gêneros e compreender na prática sua relevância social e como isso influência o cotidiano das pessoas. Isso é muito bom”, ressalta Jacinaila.

A aluna Danda Lia, do 9º ano do ensino fundamental relata que “fake News é uma notícia desprovida da verdade, divulgada em redes sociais e veículos de comunicação e que prejudica muita gente”.

Em outro vídeo, seu colega do 9º ano também enfatiza que “a gente aprende não pode espalhar fake News porque as pessoas acreditam no que é errado. Ela é identificada, muitas vezes, pela pontuação desnecessária e a tentativa de indução a acreditar na desinformação”.

A ideia de trabalhar as fake news surgiu com o retorno das aulas não presenciais em 2020 de forma atípica, que moveu estruturas, tanto dos alunos, quantos das famílias e também da prática dos professores. Por recomendação da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) as professoras trabalharam uma das apostilas disponibilizadas para o início das aulas.

“O que mais nos chamou a atenção é que o tema principal do material trata sobre as Fake News. O material propõe entre as habilidades a serem trabalhadas a reconstrução dos contextos de produção dos gêneros jornalísticos, bem como a experimentação dos papéis sociais pelo aluno, ou seja, a partir da proposição trabalhamos inicialmente com as Fake News na saúde, ilustrando os prejuízos que podem ser causados por essa rede de notícias que se assevera ainda mais com o compartilhamento”, salienta Jacinaila.

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As professoras acreditam que romper muros da escola, não significa sair da sala, mas mostrar o que aguarda nossos estudantes fora dela, de forma atrativa, onde o ator principal seja sempre o jovem em formação que almeja pela concretização de sonhos inseridos na realidade.

Fonte: GOV MT

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Mais de 12 mil pessoas participaram da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

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Cerca de 12 mil pessoas participaram da 17ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) realizada de forma totalmente virtual pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), entre os dias 20 e 23 de outubro. Nesta sexta-feira (23), no encerramento do evento, 40 premiações foram conferidas aos vencedores da XII Mostra Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (MECTI) e da Maratona Teen 2020.

Segundo a superintendente de Desenvolvimento Científico Tecnológico e de Inovação da Seciteci, Lectícia Figueiredo, o objetivo principal do evento foi alcançado e a estimativa de público superada.

“Ainda que de forma virtual conseguimos fomentar e popularizar a ciência, e justamente por ser de on-line, até pessoas de outros lugares do mundo puderam nos acompanhar. Recebemos cerca de 9 mil inscritos para o evento e mais uns 3 mil participaram pelo Youtube, além disso tivemos aproximadamente 85 mil visualizações nas plataformas, então estamos muito felizes com este resultado”, disse.

Para os vencedores da MECTI foram distribuídos 25 prêmios e a lista de alunos está disponível no site oficial do evento AQUI.

Dois alunos ensino fundamental e quatro do ensino técnico, ganharam prêmios nas categorias: ciências, engenharias e economia criativa. Cada um recebeu um smartphone e um óculos de realidade virtual.

Dezesseis alunos do Ensino Médio se sagraram vencedores nas categorias: ciências, engenharias e economia criativa. O prêmio para eles foi uma bolsa de Iniciação Científica Junior (ICJ), durante 12 meses, ofertadas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) e pela Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat).

A aluna Maria Eduarda Dede Cavalcante, da Escola Estadual Gov Jose Fragelli, de Cuiabá,  foi a vencedora do prêmio da Feira Brasileira de Ciência e Engenharia (Febrace) da Universidade de São Paulo (USP). Ela apresentou um projeto para a elaboração de uma barra de cereal para atletas.

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A aluna Kayllane Fabian Duarte da Costa, da Escola Estadual Presidente Médici, de Cuiabá, ganhou a premiação oferecida pelo Instituto Farmun. Ela apresentou um projeto de barragem subterrânea ecológica, para prevenir o déficit hídrico do solo e foi premiada com um Curso de inglês pelo Wiseup, um intercâmbio de estudos nos Estados Unidos por um período mínimo de três meses e a escola dela levou uma premiação no valor de R$ 25 mil, para desenvolver um projeto elaborado entre a escola e o Instituto Farmun.

A coordenadora do Instituto Farmun, Juliana Pasqualino, ressaltou a importância de apoiar e investir em projetos e iniciativas científicas, para o desenvolvimento e progresso do Estado.

“A premiação é uma forma de incentivar e motivar estes jovens cientistas a continuar estudando e desenvolvendo os projetos deles. A nossa expectativa é que eles cresçam cada dia mais e se tornem grandes cientistas e que também sejam revelados novos  cientistas para o mundo” diz.

Ao todo foram entregues 13 premiações para os integrantes das três equipes vencedoras da Maratona Teen 2020.

Em primeiro lugar ficou a equipe FabDev (com 5 pessoas), que ganhou um curso em Programa de Educação Tecnológica e uma mentoria de 5 horas, oferecidos pelo Instituto Jovem Empreendedor (IJE). Ganharam ainda uma mentoria para desenvolvimento do Canvas Social e da Estratégia para 2021, além de 5 horas de consultoria e conexões com mentores internacionais e um óculos de realidade virtual para cada membro da equipe.

Em 2º e 3º colocados as equipes Tech Learning (com 4 pessoas) e  The Script (com 4 pessoas), respectivamente, ganharam uma mentoria de 5 horas oferecida pelo IJE e um óculos de realidade virtual para cada integrante das equipes.

Além disso, duas alunas ganharam prêmios por engajamento nas redes sociais, a aluna com o maior número de curtidas em seus projetos ganhou um livro, um pendrive e um óculos de realidade virtual. A segunda colocada, com mais curtidas ganhou um óculos de realidade virtual.

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A 12ª MECTI foi realizada em parceria com o Instituto Farmun e contou com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI)

São parceiros da SNCT a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), o Instituto Farmun, a Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (FIEMT), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e a empresa Titânia Telecom.

Fonte: GOV MT

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Sábado (24): Mato Grosso registra 140.244 casos e 3.782 óbitos por Covid-19

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde deste sábado (24.10), 140.244 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 3.782 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 443 novos casos de coronavírus no Estado. Dos 140.244 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 13.958 estão em isolamento domiciliar e 121.964 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 182 internações em UTIs públicas e 167 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 45,50% para UTIs adulto e em 19% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (28.110) Rondonópolis (10.361), Várzea Grande (9.879), Sinop (6.874), Sorriso (6.201), Lucas do Rio Verde (5.850), Tangará da Serra (5.632), Primavera do Leste (4.816), Cáceres (3.438) e Campo Novo do Parecis (2.866).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 112.771 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 1.261 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

Na última sexta-feira (23), o Governo Federal confirmou o total de 5.353.656 casos da Covid-19 no Brasil e 156.471 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 5.323.630 casos da Covid-19 no Brasil e 155.900 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados de sábado (24).

Recomendações

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca do novo coronavírus. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

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O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: GOV MT

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