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Messi pede educação e igualdade na Argentina em meio à pandemia

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O craque argentino Lionel Messi pediu mais educação para o desenvolvimento dos jovens e luta pela igualdade na sociedade argentina em meio à pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Messi se referiu a essas questões alheias ao futebol em uma entrevista à revista La Garganta Poderosa, publicação que pertence a uma organização social de moradores de bairros pobres da Argentina, e que foi publicada nesta quinta-feira (15).

“A educação é a base de tudo”, disse o atacante do Barcelona, que é capa da edição de número 100 da revista. “Quando não há conhecimento da realidade, a opinião não tem valor, é puro ruído”, acrescentou.

Messi pediu para que questões fundamentais sejam preservadas em meio à pandemia, “como a água, a eletricidade, e inclusive os alimentos de primeira necessidade”.

“A desigualdade é um dos grandes problemas da nossa sociedade, e é preciso lutar para corrigir isso o quanto antes”, declarou o atleta de 33 anos.

No âmbito esportivo, após representar a seleção argentina nos dois primeiros jogos das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2022, Messi disse que está menos obcecado com o gol e que tenta “direcionar o máximo para o coletivo”.

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América-MG vence e assume vice-liderança da Série B

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O América-MG assumiu a vice-liderança da Série B após derrotar o Brasil de Pelotas por 3 a 1, no estádio Independência nesta terça (20), no jogo que abriu a 17ª rodada da competição.

Com este triunfo, o Coelho assume a segunda posição da tabela, com os mesmos 32 pontos do líder Cuiabá, que recebe o Paraná na Arena Pantanal na próxima quarta, e ultrapassou a Chapecoense, que tem 30 pontos e pode reassumir a vice-liderança ainda nesta terça caso derrote a Ponte Preta no Moisés Lucarelli mais tarde.

Vitória de virada

Mesmo jogando em casa, o América-MG começou a partida em desvantagem, pois aos 28 minutos do primeiro tempo a equipe gaúcha abriu o marcador com um belo gol de fora da área de Bruno José.

O empate não demorou, e veio nove minutos depois, quando Léo Passos cobra pênalti muito bem para marcar o primeiro da equipe mineira. E a virada veio antes do intervalo. Nos acréscimos da etapa inicial Ademir recebe a bola na entrada da área e bate por cobertura, sem chances para o goleiro Rafael. Golaço.

E o terceiro gol do Coelho saiu justamente dos pés de seu camisa 10. Novamente nos acréscimos, mas do segundo tempo, Ademir marca, após a defesa adversária vacilar na sua frente. Final de jogo, América-MG 3, Brasil de Pelotas 1.

Veja a classificação atualizada da Série B do Brasileiro.

Edição: Fábio Lisboa

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Estudo americano mostra como pandemia afetou saúde mental de atletas

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A pandemia do novo coronavírus (covid-19) acentuou a sensação de depressão e ansiedade de atletas profissionais de alto rendimento. A constatação é de um estudo realizado pela Universidade de Stanford (Estados Unidos) e pela plataforma esportiva Strava, que foi divulgado na última segunda (19).

O estudo “O impacto da covid-19 em atletas profissionais” analisou 131 esportistas (ciclistas, triatletas e corredores norte-americanos usuários da plataforma), que responderam a um questionário com 30 perguntas entre os dias 12 e 25 de agosto. Nas respostas, um em cada cinco relatou falta de motivação para treinar em meio às restrições impostas na pandemia.

Segundo a pesquisa, antes da covid-19, 3,9% dos atletas diziam se sentirem depressivos em mais da metade dos dias da semana. A partir de março, quando o novo coronavírus foi considerado uma pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e as medidas de isolamento social tiveram início, essa porcentagem subiu para 22,5%.

Ascensão parecida se observa nas respostas sobre ansiedade. O estudo indica que, antes da pandemia, 4,7% dos esportistas relataram que se sentiam nervosos ou ansiosos durante mais da metade da semana. Após as restrições nas atividades para controle da covid-19, o número saltou para 27,9%.

“O estudo trouxe a clareza de que a covid-19 teve amplas implicações na comunidade atlética, particularmente quando se trata de saúde mental”, analisou o pesquisador clínico Megan Roche, candidato a doutorado em epidemiologia na Universidade de Stanford, em comunicado à imprensa divulgado pela Strava.

No mesmo comunicado, o médico Michael Fredericson, professor de Stanford e especialista em medicina esportiva, disse que as descobertas do estudo ajudarão a guiar as abordagens para maximizar a saúde de atletas de alto rendimento durante o período da pandemia.

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“Agora temos claras evidências do dano que isso está causando em sua saúde mental. O estresse descontrolado pode diminuir a resposta imunológica do corpo, bem como prejudicar a capacidade de recuperação completa dos exercícios intensos. Precisamos fornecer recursos adicionais para ajudá-los a enfrentar esses desafios”, declarou Fredericson.

“Lembro que, na primeira semana [após o adiamento da Paralimpíada para 2021], a motivação estava meio que caindo. Na quinta para a sexta semana [de quarentena], já não estava com vontade de seguir a dieta. Porque é difícil. O atleta de alto rendimento está acostumado com uma carga de treino muito alta, então, do nada, você ter essa carga inteira e nada [de competição] para fazer por muito tempo, acaba sendo deprimente”, disse o nadador paralímpico Phelipe Rodrigues em entrevista à Agência Brasil publicada em julho.

Impacto na rotina

Além da saúde mental, a pesquisa observou outros impactos da pandemia na rotina dos esportistas de elite, com o aumento na duração (31%) e na intensidade (17%) das sessões de treino. Ainda conforme o estudo, 12% dos entrevistados reportaram terem sentido sintomas da covid-19 e 8% revelaram que deixaram de se exercitar, pelo menos uma vez, por receio de estarem contaminados.

As atividades também se tornaram mais solitárias. Antes da covid-19, pouco mais de 91% dos atletas relataram que, pelo menos uma vez por semana, treinavam com um parceiro. Com as restrições sanitárias, esse número caiu para 68,9%. O percentual de esportistas que se exercitavam em grupo (uma vez a cada sete dias, no mínimo) também despencou na pandemia, de 39,7% para 11,6%.

“O primeiro semestre deste ano foi extremamente destrutivo para o esporte, com cancelamentos de eventos mundiais, incluindo a Olimpíada, e dezenas de maratonas. Entretanto, há indícios de que a comunidade esportiva está encontrando soluções para competir com segurança, incluindo a organização bem-sucedida do Tour de France e o crescente interesse por maratonas virtuais”, concluiu, em comunicado, o chefe-executivo da Strava, Michael Horvath.

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Edição: Fábio Lisboa

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