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POLÍTICA NACIONAL

Joice Hasselmann nega acusações e propõe Lava Jato paulistana

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Deputada Joice Hasselmann
Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Deputada Joice Hasselmann

Na tarde desta sexta-feira (09), a candidata à Prefeitura de São Paulo, Joice Hasselmann (PSL-SP), esteve no Mercado Municipal da capital paulista para ouvir as demandas dos comerciantes e de possíveis eleitores. A deputada se defendeu da acusação sobre  declaração irregular de bens em 2018 e pregou a criação de uma Lava Jato paulistana . As informações são do portal Metrópoles.

“[A declaração de bens] foi um erro do partido. O partido errou isso na minha campanha de 2018 e quando vi o erro — não sei se foi com dolo ou não, não interessa — eu imediatamente mandei meu advogado declarar até os centavos que eu tinha em conta. Então isso aí é espuma”, alegou a candidata, que corre o risco de ter  o mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ).

Em 2017, na declaração de Imposto de Renda de Joice constavam bens equivalentes a R$ 89.980. Os bens eram um Peugeot 206 no valor de R$ 18 mil, o capital social em uma empresa de R$ 1.900 e um terreno em Curitiba avaliado em R$ 70 mil.

Ainda em agosto de 2018, o advogado da deputada encaminhou retificação ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) informando que a candidata teria bens avaliados em R$ 1,05 milhão. Desse montante, R$ 150 mil seriam em depósitos em contas bancárias e outros 900 mil seriam de uma “construção”.

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A informação, no entanto, não foi registrada no sistema eletrônico de registro obrigatório de candidatura do TSE.

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POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro desiste de nomear suspeito de irregularidades para a Anvisa

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Sede da Anvisa
Divulgação

Sede da Anvisa

Nesta terça-feira (27), o presidente Jair Bolsonaro retirou a indicação de Roberto Ferreira Dias para diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) . A publicação foi realizada no Diário Oficial da União. As informações foram dadas pelo jornal O Globo .

Dias é o atual diretor de Logística do Ministério da Saúde. Em agosto, ele assinou um contrato na Saúde que está sob suspeita de irregularidades para a compra de 10 milhões de kits de reagentes utilizados em testes de Covid-19. O valor do contrato é de R$ 133,2 milhões.

A Diretoria de Integridade (Dinteg) do Ministério da Saúde repassou a suspeita de irregularidade ao Tribunal de Contas da União (TCU), que listou o caso como um dos dez maiores contratos de aquisição direta feita pela pasta da Saúde durante a pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2).

A Secretaria de Controle Externo da Saúde do TCU observou “diversas alterações na especificação do objeto ao ser contratado”.

Além disso, o relatório feito pelo TCU aponta para um pedido de reconsideração, apresentado pela empresa que ficou em segundo lugar no processo de aquisição emergencial, que alegava direcionamento à vencedora. O pedido foi ignorado pelos responsáveis e os outros integrantes da pasta não tinham conhecimento sobre ele.

Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que irá cancelar a compra dos kits e instaurar um “procedimento interno para apurar a responsabilidade dos envolvidos”.

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POLÍTICA NACIONAL

Justiça condena Augusto Nunes a indenizar Guilherme Boulos pela 2ª vez

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Guilherme Boulos
Reprodução / Instagram

Guilherme Boulos (PSOL), candidato à Prefeitura de São Paulo

O jornalista e comentarista da rádio Joevm Pan Augusto Nunes foi condenado pela segunda vez a pagar uma indenização ao candidato à prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos (PSOL) . Uma multa no valor de R$ 12 mil foi empregada após Nunes chamar Boulos de “gigolô de sem teto”. A primeira condenação foi no valor de R$ 19 mil.

As alfinetadas de Augusto Nunes contra Guilherme Boulos aconteceram antes da oficialização das eleições municipais. No dia 16 de agosto de 2019 a expressão “gigolô de sem teto” foi dita pela segunda vez e já havia rendido uma decisão contrária em primeira instância em 2018.

“É verdade que fui condenado em 2ª instância porque, como vive dizendo o Boulos , a Justiça pode errar também”, afirmou Nunes no programa Morning Show. Mesmo com as penalizações judiciais, Nunes não deixou de falar sobre o assunto e fez provocações contra Boulos.

“Ele ficou bravo porque eu o chamei de gigolô de sem-teto. Volto a chamá-lo de gigolô de sem-teto pra ver se ele me processa agora. Quero ver se o próximo juiz do caso vai repetir a sentença”.

Na sentença emitida pela juíza Luciana Pagano, Nunes poderia ter criticado e manifestado a opinião contrária a Boulos , “mas sem necessidade de utilizar termo ofensivo”.

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