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MATO GROSSO

Hospital Estadual Santa Casa começa processo para retomar cirurgias eletivas

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O Hospital Estadual Santa Casa iniciou o processo para retomada das cirurgias eletivas, com a baixa ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) exclusivos para Covid-19. Nesta terça-feira (13.10), a unidade efetuou o desligamento de 10 UTIs específicas para tratamento de pacientes com coronavírus.

Com a redução, a unidade passará a contar com 50 leitos de UTI. A medida não irá interferir na prestação de serviço, já que na segunda-feira (12.10), o percentual de ocupação chegou a figurar em 31,6%.

O percentual registrado pela Santa Casa foi menor do que a média da ocupação relativa a todo o Mato Grosso, que figura em 54%; a diferença é de 23%.

A redução dos leitos já consta do Painel Epidemiológico nº 219 desta terça-feira (13.10). Vale destacar que hoje, já com a redução, a unidade figura com 38% de ocupação das UTIs Covid-19. 

“Nosso planejamento prevê uma redução no número de leitos da Santa Casa e a transferência de parte desses leitos para o Hospital Metropolitano. Desta forma, vamos ter leitos suficientes no Hospital Estadual para a retomada das cirurgias eletivas. O Metropolitano seguirá como a principal referência para o atendimento de pacientes com a Covid-19”, explicou o secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo.

Referência

Já o Hospital Metropolitano dispõe de 40 leitos de Terapia Intensiva e 178 leitos clínicos exclusivos para o tratamento da doença, sendo a maior estrutura da Rede Estadual a ser dedicada inteiramente ao atendimento de pacientes com coronavírus.

“Estamos trabalhando com responsabilidade para dar celeridade à retomada das cirurgias eletivas em todo o Estado. A ideia é reduzir gradativamente o número de leitos de UTI Covid-19 – conforme as taxas de ocupação – e, assim, conseguir retomar aos poucos as cirurgias eletivas nas nossas unidades”, concluiu Figueiredo.

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Fonte: GOV MT

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Etapa de novembro da vacinação contra febre aftosa começa domingo (1º)

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A etapa de novembro de vacinação contra a febre aftosa inicia neste domingo (1º.11) em Mato Grosso. Bovinos e bubalinos de até 24 meses devem ser imunizados e a vacinação deve ser comunicada ao Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea MT).

Nesta etapa, 14 milhões de animais devem ser vacinados em todo o Estado. Na maioria das regiões, a vacinação ocorre de 1º a 30 de novembro e a comunicação ao Indea MT até 10 de dezembro. Na região do Pantanal, a vacinação e a comunicação seguem até 15 de dezembro.

O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, determinou que houvesse uma vacinação diferenciada na região do Pantanal. “Devido aos incêndios florestais ocorridos no Pantanal neste ano, o setor pecuário passa por um momento muito delicado. O Indea MT irá avaliar a necessidade de prorrogação ou outro tipo de ação”, explica.

Marcos Catão, presidente do Indea MT, conta que equipes técnicas estiveram na região conversando com pecuaristas e verificando as condições de vacinação. “Normalmente, a vacinação no Pantanal é diferenciada. O que fizemos para o atual cenário é já deixar informado o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento que poderá existir alguma modificação no decorrer da imunização”, afirma.

O diretor técnico do Instituto, Renan Tomazele, informa que quinzenalmente as equipes técnicas irão avaliar a comunicação da vacinação no Pantanal para verificar se está abaixo da média dos últimos anos e proceder alguma alteração.

Fonte: GOV MT

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CGE encerra programação com live sobre a prevenção do câncer de mama

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A Controladoria Geral do Estado (CGE-MT), por meio do Programa Viver com Qualidade, encerrou nesta semana a programação interna da campanha Outubro Rosa mediante a transmissão de live para alertar sobre a importância da prevenção do câncer de mama, doença que mais atinge mulheres no mundo. No entanto, o câncer de mama também pode atingir cerca de 1% dos homens. Todos devem ficar atentos aos primeiros sintomas e à prevenção.

O evento on-line contou com os convidados: o médico oncologista e mastologista, Pedro Fontes; a cirurgiã-dentista e presidente da Rede Feminina de Combate ao Câncer em Mato Grosso, Maria Carmen Volpato; e a chefe de gabinete da CGE-MT, Marly Paranhos, com um relato de superação.

Durante a live, o médico Pedro Fontes falou que homens e mulheres devem atentar-se a possíveis mudanças nas mamas e a sinais como dor, sensibilidade, caroços ou aumento do volume das mamas, e procurar por ajuda médica imediatamente.

Ainda de acordo com o médico, a mama da mulher é muito mais exposta ao hormônio feminino que a do homem. Fora isso, a quantidade de glândulas mamárias na mulher também é muitíssimo maior, assim, há maior área para surgimento do tumor. Por isso, a melhor forma das mulheres obterem um diagnóstico precoce é através do exame de mamografia.

“Por causa da baixa incidência do câncer de mama entre homens, não há muitos estudos avaliando o comportamento da doença nestes casos ou para o desenvolvimento de medicamentos antineoplásicos específicos aos pacientes acometidos pela doença. Também, o baixo número de casos não justifica o rastreamento populacional, uma razão pela qual os casos são geralmente diagnosticados em estágios clínicos avançados”, comentou.

Fontes também alertou que, assim como para todos os outros tipos de câncer, a atitude preventiva como a prática de atividades físicas, o controle da obesidade e a alimentação balanceada são as principais maneiras para ficar longe do câncer de mama. “A falta de informação a respeito da neoplasia em pessoas do sexo masculino, sofrido por pacientes acometidos pela doença quase exclusivamente feminina, o tabu e o preconceito levam o panorama nocivo de diagnósticos quase sempre em estágios avançados e que muitas vezes não permitem a cura ou o controle da doença entre os homens”, explicou.

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No segundo bloco, a presidente da Rede Feminina Estadual de Combate ao Câncer de Mato Grosso, Maria Carmen Volpato, falou sobre o apoio que a entidade oferece a pacientes carentes. Uma das finalidades do trabalho é difundir conhecimentos gerais sobre o câncer e, principalmente, a importância da prevenção.

“A Rede Feminina atua nos pontos específicos onde o paciente não pode esperar na fila do Sistema Único de Saúde (SUS). O diagnóstico já mexe muito com o psicológico e emocional dessas pessoas, então, o nosso intuito é que os pacientes tenham qualidade de vida após essa biópsia”, explanou.

Além disso, a organização é sem fins lucrativos e mantida através de parcerias, doações, eventos e projetos. “Realizamos eventos para arrecadar fundos e ajudar os pacientes do Hospital de Câncer. Acreditamos em um futuro melhor e isso nos recompensa”, finalizou.

Relato de superação

Já o último bloco da live veio com uma história de como superar um momento difícil com otimismo e fé. A narrativa foi da chefe de gabinete da CGE-MT, Marly Paranhos, que venceu um câncer de mama em 2015.

Conforme a servidora, no dia em que recebeu o diagnóstico, “perdeu o chão”, mas despertou uma vontade insuperável de vencer a enfermidade. “É um presente poder ajudar outras pessoas a se conscientizar contando a minha história. Tudo passa, tem de acreditar nisso. Me transformei em outro ser humano, uma mulher mais forte e corajosa. Só tinham duas opções: enfrentar o problema ou chorar. E sofrimento é algo opcional. Se você acaba de receber um diagnóstico de câncer de mama, tenha calma, pensamento positivo e muita força. A gente supera.”

A programação da campanha Outubro Rosa na CGE teve também a divulgação, por meio eletrônico, de material informativo e orientativo aos servidores sobre a prevenção do câncer de mama. 

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A live foi transmitida ao vivo pelo canal da CGE-MT no Youtube. O público interagiu através de comentários no chat. Clique AQUI para ver ou rever a transmissão. 

Fonte: GOV MT

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