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Fluminense recebe Ceará tentando manter sequência positiva

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O Fluminense recebe o Ceará neste sábado (17), a partir das 19h (horário de Brasília) no estádio do Maracanã, pela 17ª rodada do Brasileiro, tentando manter a boa sequência na competição. Nas últimas cinco partidas o Tricolor venceu três vezes e empatou duas, o que fez com que desse um salto na classificação, ocupando atualmente a quinta posição com 25 pontos.

Retorno de veteranos

Após o empate em 1 a 1 com o líder Atlético-MG, em partida realizada na última quarta (14) no Mineirão, o técnico Odair Hellmann terá o retorno dos veteranos Nenê e Fred, que foram poupados. Na lateral esquerda, Danilo Barcelos pode voltar ao time após cumprir suspensão pelo terceiro cartão amarelo, mas disputa posição com Egídio. Quem está fora é o peruano Fernando Pacheco, que teve uma lesão confirmada na coxa que o deixará fora de combate por pelo menos duas semanas.

Em entrevista coletiva na última sexta (16), o zagueiro Digão disse que o clube carioca brigará pelo título: “É muito difícil o campeonato, o mais disputado do mundo. Com a pandemia, sem torcida, aumenta ainda mais a dificuldade, mas temos que sempre olhar para o lado de cima da tabela”.

O zagueiro também destacou o papel de Emily Gonçalves, coordenadora do Departamento de Psicologia do Fluminense: “Ela faz um trabalho de formiguinha e quase ninguém vê. Ela coloca o cara para o alto quando precisa, e põe no trilho quando a pessoa começa a pensar que é o Pelé”.

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Técnico suspenso

Já o Vozão, que disputou sua última partida no domingo passado (vitória de 2 a 1 sobre o Corinthians) teve a semana livre para treinar, o que, na avaliação do técnico Guto Ferreira, oferece algumas vantagens: “Procuramos descansar e recuperar os jogadores e ao mesmo tempo trabalhar alguns ajustes nos setores defensivos, ofensivos e de transição”.

E suspenso do confronto deste sábado, o treinador manda sua equipe a campo tentando não pensar em outro tricolor, o Fortaleza, com quem decide o Campeonato Cearense na próxima quarta (21), após perder o primeiro duelo por 2 a 1: “Trabalhamos jogo a jogo. Não estamos ainda em condições de priorizar uma ou outra competição”.

O Vozão chega à partida com o Flumiense com desfalques no setor defensivo, pois não contará com os laterais Samuel Xavier e Eduardo, além do zagueiro Luiz Otávio. “Não adianta ficar chorando guerreiros que não irão para a batalha. Temos que exaltar os guerreiros que vão para a luta, e podem ter certeza de que o Ceará tem grandes guerreiros”, diz Guto, despistando a possível escalação de sua equipe.

Transmissão da Rádio Nacional

A Rádio Nacional transmite Fluminense e Ceará ao vivo. A narração será de Rodrigo Campos, os comentários de Mario Silva, a reportagem de Rodrigo Ricardo e o plantão de Bruno Mendes. O Show de Bola Nacional começa às 18h30 (horário de Brasília). Você ouve a Rádio Nacional aqui:

Veja classificação atualizada da Série A do Brasileiro.

Edição: Fábio Lisboa

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Seleção brasileira permanece em terceiro no ranking da Fifa

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A Fifa divulgou nesta quinta-feira (22) mais uma edição de seu ranking de seleções. A classificação não sofreu grandes modificações, especialmente nas dez primeiras posições, onde a Bélgica permanece na liderança, a atual campeã mundial França continua em segundo, e a seleção brasileira em terceiro.

O ranking foi divulgado após a realização dos jogos das Eliminatórias para a Copa do Mundo e da Liga das Nações (competição entre seleções europeias).

Entre os 10 primeiros colocados da classificação, aconteceram poucas modificações, com a Espanha assumindo a sexta posição no lugar de Portugal (sétima), e a Argentina assumindo a oitava posição no lugar da vice-campeã mundial Croácia (nona).

A equipe que mais ganhou posições no ranking foi Malta, que ultrapassou seis seleções para alcançar a 180ª colocação. A próxima edição do ranking de seleções da Fifa será divulgado no dia 26 de novembro.

Edição: Fábio Lisboa

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Coluna – Games em português ainda são incomuns no Brasil

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Uma das qualidades mais inerentes à arte dos videogames é a imersão e interatividade. Nos games, você é o herói da história e determina como e quando os enredos se desenvolvem. É claro que somos limitados pela criatividade dos desenvolvedores dos jogos mas, ainda assim, os jogos eletrônicos oferecem uma liberdade incomum a outros tipos de mídia.

Mas é possível gerar identificação quando jogamos com áudio e textos em uma língua estrangeira? A maioria dos games a qual temos acesso aqui no Brasil oferece apenas versões em inglês. Embora a língua inglesa seja uma presença praticamente mandatória em qualquer área profissional e até social, a verdade é que a maioria da população do país não sabe se comunicar no idioma de Shakespeare. Segundo um levantamento da British Council, instituição pública do Reino Unido focada na difusão da língua e cultura inglesa, apenas 5% dos brasileiros falam inglês. Quem joga videogame sabe que é possível se divertir com a maioria dos jogos mesmo sem entender uma palavra do que é lido ou escrito. Ainda assim, deixar de apreciar a narrativa por inteiro em jogos como Chrono Trigger ou Persona 5 é perder uma grande parte do charme por trás dessas obras.

Jogos com opção de menus, legendas e dublagem em português eram raríssimos até uns dez anos atrás. Contavam-se nos dedos os títulos disponíveis na língua portuguesa que não fossem de futebol. Vale mencionar o esforço especial da Tec Toy em traduzir e até desenvolver jogos em português para o Master System e Mega Drive nos anos 90, incluindo Phantasy Star, Shining in the Darkness e Yu Yu Hakusho: Sunset Fighters. Outras empresas, no entanto, não ousavam apostar em uma localização, como é conhecido o trabalho que inclui não só a tradução, mas também a adaptação de diálogos e, em alguns casos, até mesmo gameplay e design de personagens para a nossa cultura.

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O motivo apontado sempre foi o alto custo desse processo. Muitos jogos são notórios por incluírem scripts gigantescos, na casa das centenas de milhares de palavras, algo comum em jogos de RPG e visual novel. Mas mesmo títulos de outros gêneros como Metal Gear Solid 4 e Shenmue trazem um volume de palavras em inglês superior a clássicos da literatura famosos pela prolixidade, tal qual A Odisseia ou qualquer livro da saga Senhor dos Anéis.

A solução encontrada por muitos jogadores brasileiros é apelar para a pirataria: existe uma grande comunidade de fãs que traduzem os jogos de forma não-oficial e os disponibilizam gratuitamente pela internet, movidos apenas pela paixão. Mesmo os jogos obtidos legalmente conseguem se beneficiar disso, por meio de pacotes de atualização que podem ser aplicados sobre os arquivos originais. Até hoje, essa é a única maneira de experimentar na nossa língua os jogos Grand Theft Auto IV, Super Mario RPG, Final Fantasy VII, The Legend of Zelda: Breath of the Wild e God of War 2, entre outros. Em alguns casos, é disponibilizada até mesmo uma dublagem não-oficial.

Com o amadurecimento do mercado nacional, diversas publicadoras estrangeiras passaram a investir no processo de localização. Microsoft, Sony, Namco Bandai, Warner Bros Games e Ubisoft foram algumas das empresas que passaram a lançar seus principais títulos na nossa língua, por vezes apenas com legendas e menus traduzidos, outras com dublagem oficial realizada aqui no Brasil. Em alguns casos, é desenvolvido até mesmo material direcionado ao público brasileiro, como o pacote de roupas especial em homenagem ao Brasil em Mortal Kombat X.

 

Uma ausência notável é a Nintendo: a relação da gigante japonesa com o mercado brasileiro sempre foi bastante inconstante. A casa da Mario inclusive saiu oficialmente do mercado brasileiro em 2015, e só retornou no último mês de agosto. Durante esse hiato, a única forma de conseguir seus produtos no Brasil era por meio do mercado cinza ou importação, quando não a pirataria de games. Jogos da Nintendo com versões em português simplesmente não existem, algo lamentável quando leva-se em conta que os games da companhia, em sua maioria, miram o público infantil. E essa é uma prática que não deve acabar no curto prazo, segundo declarações recentes da diretora de marketing para a América Latina, Romina Whitlock, em entrevistas para a imprensa brasileira. A exceção são os jogos para celular da empresa, como Super Mario Run e Mario Kart Tour, que já podem ser apreciados na nossa língua. A Nintendo no entanto afirma reconhecer a demanda por jogos da companhia em português.

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Enquanto isso, o jeito é se virar em outras línguas. Para quem busca imersão, vale uma dica pessoal: experimente jogar com legendas em português e vozes em outras línguas além do inglês. Dependendo da narrativa, a imersão é potencializada com essa decisão. Perambular pela Itália renascentista com Ezio em Assassin´s Creed II e Brotherhood é muito mais envolvente com diálogos em italiano. O mesmo pode ser dito pelo uso de vozes em japonês nas franquias ambientadas no Japão Yakuza e Persona, ou o russo na série Metro, ambientada em Moscou.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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