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POLÍTICA NACIONAL

Ex-deputado Abel Mesquita é alvo de operação contra fraudes na Saúde de Roraima

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Abel Mesquita%2C também conhecido como Abel Galinha%2C é líder do DEM em Roraima.
Lúcio Bernardo Jr/Agência Câmara de Notícias

Abel Mesquita, também conhecido como Abel Galinha, é líder do DEM em Roraima.

Nesta sexta-feira (16), a Polícia Federal (PF) deflagrou uma operação que apura fraudes em contratos da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) de Roraima. O líder do DEM em Roraima e ex-deputado federal Abel Mesquita é alvo da operação sob a suspeita de ter fraudado contratos da alimentação destinada a hospitais entre 2017 e 2019. As informações foram dadas pelo G1 .

Além de Abel Mesquita, o procurador do estado Antônio Pereira da Costa também é investigado por receber propina para garantir o esquema de fraudes, que movimentou mais de R$ 14 milhões.

A ação é a segunda fase da Operação Godfather, que teve início em dezembro de 2019 e tem como objetivo desarticular um esquema de desvio de verbas públicas em licitação para fornecimento de comida a hospitais públicos em Roraima.

Abel Mesquita é também conhecido como Abel Galinha e é aliado político do senador Chico Rodrigues . Segundo a PF, Galinha é suspeito de condicionar os pagamentos da Sesau à empresa que participava do esquema de desvio de dinheiro público.

Ainda de acordo com a PF, a propina  garantia pagamentos de faturas, permitia a renovação de contratos e garantia um documento falso de recebimento de refeições destinadas aos hospitais da rede pública estadual.

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POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro desiste de nomear suspeito de irregularidades para a Anvisa

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Sede da Anvisa
Divulgação

Sede da Anvisa

Nesta terça-feira (27), o presidente Jair Bolsonaro retirou a indicação de Roberto Ferreira Dias para diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) . A publicação foi realizada no Diário Oficial da União. As informações foram dadas pelo jornal O Globo .

Dias é o atual diretor de Logística do Ministério da Saúde. Em agosto, ele assinou um contrato na Saúde que está sob suspeita de irregularidades para a compra de 10 milhões de kits de reagentes utilizados em testes de Covid-19. O valor do contrato é de R$ 133,2 milhões.

A Diretoria de Integridade (Dinteg) do Ministério da Saúde repassou a suspeita de irregularidade ao Tribunal de Contas da União (TCU), que listou o caso como um dos dez maiores contratos de aquisição direta feita pela pasta da Saúde durante a pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2).

A Secretaria de Controle Externo da Saúde do TCU observou “diversas alterações na especificação do objeto ao ser contratado”.

Além disso, o relatório feito pelo TCU aponta para um pedido de reconsideração, apresentado pela empresa que ficou em segundo lugar no processo de aquisição emergencial, que alegava direcionamento à vencedora. O pedido foi ignorado pelos responsáveis e os outros integrantes da pasta não tinham conhecimento sobre ele.

Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que irá cancelar a compra dos kits e instaurar um “procedimento interno para apurar a responsabilidade dos envolvidos”.

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POLÍTICA NACIONAL

Justiça condena Augusto Nunes a indenizar Guilherme Boulos pela 2ª vez

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Guilherme Boulos
Reprodução / Instagram

Guilherme Boulos (PSOL), candidato à Prefeitura de São Paulo

O jornalista e comentarista da rádio Joevm Pan Augusto Nunes foi condenado pela segunda vez a pagar uma indenização ao candidato à prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos (PSOL) . Uma multa no valor de R$ 12 mil foi empregada após Nunes chamar Boulos de “gigolô de sem teto”. A primeira condenação foi no valor de R$ 19 mil.

As alfinetadas de Augusto Nunes contra Guilherme Boulos aconteceram antes da oficialização das eleições municipais. No dia 16 de agosto de 2019 a expressão “gigolô de sem teto” foi dita pela segunda vez e já havia rendido uma decisão contrária em primeira instância em 2018.

“É verdade que fui condenado em 2ª instância porque, como vive dizendo o Boulos , a Justiça pode errar também”, afirmou Nunes no programa Morning Show. Mesmo com as penalizações judiciais, Nunes não deixou de falar sobre o assunto e fez provocações contra Boulos.

“Ele ficou bravo porque eu o chamei de gigolô de sem-teto. Volto a chamá-lo de gigolô de sem-teto pra ver se ele me processa agora. Quero ver se o próximo juiz do caso vai repetir a sentença”.

Na sentença emitida pela juíza Luciana Pagano, Nunes poderia ter criticado e manifestado a opinião contrária a Boulos , “mas sem necessidade de utilizar termo ofensivo”.

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