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Djokovic supera Tsitsipas e disputa final de Roland Garros com Nadal

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O tenista número um do mundo, Novak Djokovic, resistiu resolutamente aos ataques do grego Stefanos Tsitsipas para conquistar uma vitória por 3 sets a 2 (parciais de 6-3, 6-2, 5-7, 4-6 e 6-1) em uma disputa emocionante, nesta sexta-feira (9), para avançar para a final do torneio de Roland Garros.

O sérvio enfrentará na decisão Rafael Nadal (que nesta sexta derrotou o argentino Diego Schwartzman por 3 sets a 0), 12 vezes campeão do aberto da França, em outro confronto de dar água na boca, no próximo domingo (11), com o espanhol em busca de igualar o recorde de Roger Federer de 20 títulos de Grand Slam.

“Aqui, ele [Nadal] é o favorito, é a casa dele. Com todos os títulos que conquistou. Mas, em 2015, venci aqui contra ele nas quartas de final”, disse Djokovic em entrevista na quadra.

“Espero poder me recuperar, preciso do meu melhor tênis. Talvez seja o maior desafio em nosso esporte jogar contra Nadal em Roland Garros. Estou ansioso por isso, estou feliz por estar aqui e motivado para vencer”, afirmou o sérvio.

Djokovic, cujo título em Roland Garros em 2016 está entre seus 17 troféus de Grand Slam, teve um match point no terceiro set, mas viu Tsitsipas, de 22 anos, lutar espetacularmente para empatar a partida em dois sets cada.

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Tsitsipas, quinto pré-classificado, perdeu fôlego no set decisivo, mas salvou outro match point antes de o sérvio de 33 anos selar a vitória com uma devolução de saque, após 3 horas e 54 minutos na quadra Philippe Chatrier.

“Temos de dar os parabéns a Stefanos por esta grande batalha. No final ele estava obviamente cansado, não foi fácil depois de quatro horas”, declarou Djokovic. “Ele é um jogador muito bom e lhe desejo felicidades em sua carreira”, afirmou.

“Estava calmo por fora, mas por dentro era algo totalmente diferente. Pensei que, depois de perder o terceiro set e o quarto, ainda estava sólido”, concluiu.

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América-MG vence e assume vice-liderança da Série B

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O América-MG assumiu a vice-liderança da Série B após derrotar o Brasil de Pelotas por 3 a 1, no estádio Independência nesta terça (20), no jogo que abriu a 17ª rodada da competição.

Com este triunfo, o Coelho assume a segunda posição da tabela, com os mesmos 32 pontos do líder Cuiabá, que recebe o Paraná na Arena Pantanal na próxima quarta, e ultrapassou a Chapecoense, que tem 30 pontos e pode reassumir a vice-liderança ainda nesta terça caso derrote a Ponte Preta no Moisés Lucarelli mais tarde.

Vitória de virada

Mesmo jogando em casa, o América-MG começou a partida em desvantagem, pois aos 28 minutos do primeiro tempo a equipe gaúcha abriu o marcador com um belo gol de fora da área de Bruno José.

O empate não demorou, e veio nove minutos depois, quando Léo Passos cobra pênalti muito bem para marcar o primeiro da equipe mineira. E a virada veio antes do intervalo. Nos acréscimos da etapa inicial Ademir recebe a bola na entrada da área e bate por cobertura, sem chances para o goleiro Rafael. Golaço.

E o terceiro gol do Coelho saiu justamente dos pés de seu camisa 10. Novamente nos acréscimos, mas do segundo tempo, Ademir marca, após a defesa adversária vacilar na sua frente. Final de jogo, América-MG 3, Brasil de Pelotas 1.

Veja a classificação atualizada da Série B do Brasileiro.

Edição: Fábio Lisboa

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Estudo americano mostra como pandemia afetou saúde mental de atletas

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A pandemia do novo coronavírus (covid-19) acentuou a sensação de depressão e ansiedade de atletas profissionais de alto rendimento. A constatação é de um estudo realizado pela Universidade de Stanford (Estados Unidos) e pela plataforma esportiva Strava, que foi divulgado na última segunda (19).

O estudo “O impacto da covid-19 em atletas profissionais” analisou 131 esportistas (ciclistas, triatletas e corredores norte-americanos usuários da plataforma), que responderam a um questionário com 30 perguntas entre os dias 12 e 25 de agosto. Nas respostas, um em cada cinco relatou falta de motivação para treinar em meio às restrições impostas na pandemia.

Segundo a pesquisa, antes da covid-19, 3,9% dos atletas diziam se sentirem depressivos em mais da metade dos dias da semana. A partir de março, quando o novo coronavírus foi considerado uma pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e as medidas de isolamento social tiveram início, essa porcentagem subiu para 22,5%.

Ascensão parecida se observa nas respostas sobre ansiedade. O estudo indica que, antes da pandemia, 4,7% dos esportistas relataram que se sentiam nervosos ou ansiosos durante mais da metade da semana. Após as restrições nas atividades para controle da covid-19, o número saltou para 27,9%.

“O estudo trouxe a clareza de que a covid-19 teve amplas implicações na comunidade atlética, particularmente quando se trata de saúde mental”, analisou o pesquisador clínico Megan Roche, candidato a doutorado em epidemiologia na Universidade de Stanford, em comunicado à imprensa divulgado pela Strava.

No mesmo comunicado, o médico Michael Fredericson, professor de Stanford e especialista em medicina esportiva, disse que as descobertas do estudo ajudarão a guiar as abordagens para maximizar a saúde de atletas de alto rendimento durante o período da pandemia.

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“Agora temos claras evidências do dano que isso está causando em sua saúde mental. O estresse descontrolado pode diminuir a resposta imunológica do corpo, bem como prejudicar a capacidade de recuperação completa dos exercícios intensos. Precisamos fornecer recursos adicionais para ajudá-los a enfrentar esses desafios”, declarou Fredericson.

“Lembro que, na primeira semana [após o adiamento da Paralimpíada para 2021], a motivação estava meio que caindo. Na quinta para a sexta semana [de quarentena], já não estava com vontade de seguir a dieta. Porque é difícil. O atleta de alto rendimento está acostumado com uma carga de treino muito alta, então, do nada, você ter essa carga inteira e nada [de competição] para fazer por muito tempo, acaba sendo deprimente”, disse o nadador paralímpico Phelipe Rodrigues em entrevista à Agência Brasil publicada em julho.

Impacto na rotina

Além da saúde mental, a pesquisa observou outros impactos da pandemia na rotina dos esportistas de elite, com o aumento na duração (31%) e na intensidade (17%) das sessões de treino. Ainda conforme o estudo, 12% dos entrevistados reportaram terem sentido sintomas da covid-19 e 8% revelaram que deixaram de se exercitar, pelo menos uma vez, por receio de estarem contaminados.

As atividades também se tornaram mais solitárias. Antes da covid-19, pouco mais de 91% dos atletas relataram que, pelo menos uma vez por semana, treinavam com um parceiro. Com as restrições sanitárias, esse número caiu para 68,9%. O percentual de esportistas que se exercitavam em grupo (uma vez a cada sete dias, no mínimo) também despencou na pandemia, de 39,7% para 11,6%.

“O primeiro semestre deste ano foi extremamente destrutivo para o esporte, com cancelamentos de eventos mundiais, incluindo a Olimpíada, e dezenas de maratonas. Entretanto, há indícios de que a comunidade esportiva está encontrando soluções para competir com segurança, incluindo a organização bem-sucedida do Tour de France e o crescente interesse por maratonas virtuais”, concluiu, em comunicado, o chefe-executivo da Strava, Michael Horvath.

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Edição: Fábio Lisboa

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