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Delegado Claudinei discute demandas da educação de Rondonópolis na Seduc

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Foto: SAMANTHA DOS ANJOS FARIAS

Foto: SAMANTHA DOS ANJOS FARIAS

Com a interdição da Escola Estadual José Rodrigues dos Santos, no distrito de Boa Vista, em Rondonópolis (MT), após o laudo emitido pelo engenheiro da Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc), Rafael Misorelli, o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL), na quarta-feira (28), se reuniu com o secretário-adjunto executivo da pasta, Alan Porto, para verificar as possíveis alternativas, para que 527 alunos não sejam afetados com o início das aulas presenciais na instituição.

De acordo com Porto, as aulas da rede estadual de ensino estão previstas para começar no próximo ano, em 1° de fevereiro, independente se tiver vacina contra a Covid-19. Ele explica que todo o atendimento aos alunos será feito por meio de revezamento, respeitando todo o protocolo de distanciamento social e outras medidas preventivas para evitar a disseminação da doença.

 O vereador de Rondonópolis, Orestes Miraglia (SD), preocupado com a situação da interdição total da escola e impedimento de permanência da comunidade escolar nas dependências, ocorrida no mês de julho deste ano, que atende do 1° ano do ensino fundamental ao 3° ano do ensino médio, entrou em contato direto com o deputado Claudinei para intermediar junto ao governo estadual.

“Foi o deputado, que quando nós ligamos, prontamente atendeu e se manifestou solidário e interessado em resolver o problema. Tanto que ele enviou o seu pessoal para constatar in loco a real situação que apresentamos a ele. A gente até agradece em nome da comunidade, a urgência na prestatividade nesta demanda. Falta agora o estado fazer a parte dele, em relação aos trâmites e homologação da licitação, contratação da empresa, ordem de serviço, para que em um espaço curto de tempo a comunidade possa ter de volta o seu prédio”, ressalta o vereador. 

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O secretário-adjunto explica que a equipe de infraestrutura da Seduc esteve no local e, realmente, identificou a impossibilidade de manter alunos e professores na área, pois poderia ocorrer uma tragédia e estava bem crítica a situação. “Interditamos para encontrar a solução. O laudo apontou que não tem segurança e nem condições para os professores, para a comunidade gestora e para os alunos”, esclarece. 

Uma das sugestões apontadas, tanto pelo vereador Orestes e o secretário adjunto, foi a possiblidade de construção de uma nova sede da escola estadual com pré-moldados, locação de um espaço temporário para atender a comunidade escolar até a conclusão da obra da unidade escolar e, conforme a localidade de escola que possa acolher o público específico, contribuir com o transporte escolar. 

Em relação à implantação das salas de contêineres, Porto explica que não é uma boa opção. “A gente tinha 120 salas de contêineres. Devolvemos tudo. Não dá certo. É quente, insalubre, não é adequado colocar os alunos. Este não é o caminho”, explica. 

O secretário-adjunto não se impôs em solucionar a situação, só posicionou que precisaria de um prazo de cerca de um ano para poder concluir todos os trâmites desde o processo licitatório até a conclusão da nova sede da escola estadual. 

“Temos o projeto aqui, para chegar e implantar. Se formos seguir o ritual normal, respeitando todo o procedimento de licitação e contratação, demoraria em torno de três meses para finalizar o processo. Contratar uma empresa e uma construção deste porte que sairia em torno de R$ 2,2 milhões, então seria de oito a dez meses. Eu falaria, no mínimo, um ano, para concluir”, detalha Alan. 

O superintendente de infraestrutura da Seduc, Fernando Wieczoreck de David, ficou incumbido de realizar o estudo da região para verificar os possíveis locais para atendimento da comunidade escolar. Já o secretário-adjunto disse que, após o resultado, entrará em contato com o prefeito de Rondonópolis, José Carlos do Pátio, para alinhar a situação para chegarem em conjunto a uma solução definitiva até a conclusão da nova unidade escolar. 

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Emenda – Outra demanda discutida entre o deputado Claudinei e Porto foi sobre a construção de uma escola estadual no bairro Alfredo de Castro, em Rondonópolis, em que o parlamentar destinou R$ 505 mil – por meio de emendas impositivas – em conjunto com outras oriundas por parte de outros deputados estaduais. 

De acordo com o secretário-adjunto, o processo está em andamento, sendo preciso avaliar o total da verba destinada para a construção que é estimada no valor de R$ 5,6 milhões. Ele ressalta que é preciso cumprir exatamente o artigo da Lei Orçamentária Anual (LOA) para atender essa demanda. 

Alan Porto assumirá o comando da Seduc no dia 30 de outubro, após a saída da atual secretária Marioneide Kliemaschewsk, que pediu exoneração no dia 22 deste mês, sendo que conta com mais de 30 anos de carreira na área da educação.

Fonte: ALMT

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ALMT mantém reuniões e sessões remotas e funcionamento em horário especial

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Nova instrução segue orientação de equipes técnicas e de estudo da Comissão de Saúde

Foto: Fablício Rodrigues / Secretaria de Comunicação Social

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) prorrogou o horário especial e temporário de funcionamento em expediente ininterrupto das 7h às 13h, de 30 de novembro até 18 de dezembro. As reuniões e sessões plenárias serão realizadas de forma remota e serão transmitidas pela TV Assembleia e por meio de plataformas digitais. A nova Instrução Normativa 067/SPMD/MD/2020 segue orientação das equipes técnicas e de estudo apresentado pela Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social.

O atendimento presencial do público externo no Espaço Cidadania, no posto de atendimento do Procon, na Defensoria Pública e no Instituto Memória do Poder Legislativo continuam suspensos até o dia 18 de dezembro, assim como as atividades realizadas no Teatro Zulmira Canavarros, pela Assembleia Social, na Escola do Legislativo, bem como as visitas guiadas na Assembleia Legislativa.

Para evitar a propagação interna da Covid-19, serão intensificadas a limpeza e a desinfecção de superfícies nas dependências da ALMT, especialmente banheiros, elevadores, corrimãos e maçanetas. Também serão adotadas providências para promover a renovação da circulação de ar nas dependências da Casa, com a abertura periódica de janelas em locais com uso de ar condicionado.

Com relação aos servidores que precisam passar por perícia médica, a Supervisão de Qualidade de Vida dará continuidade aos atendimentos e à realização de teste em caso de suspeita de Covid-19.

Fonte: ALMT

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Projeto propõe acompanhamento integral para estudantes com TDAH, TDA e TPAC

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PL do deputado João Batista propõe acompanhamento integral para estudantes

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O deputado estadual João Batista do Sindspen (Pros), durante a sessão plenária da última quarta-feira (25), apresentou o Projeto de Lei n° 982/2020, que altera dispositivos da Lei nº 10.800, de 09 de janeiro de 2019, que dispõe sobre o acompanhamento integral para educandos com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e com Transtorno do Déficit de Atenção sem Hiperatividade (TDA), adicionando o Transtorno do Processamento Auditivo Central (TPAC).

“Este Transtorno do Processamento Auditivo Central é caracterizado por afetar as vias centrais da audição, prejudicando desde a detecção à interpretação das informações sonoras. Assim, a pessoa ouvirá claramente a fala humana, mas terá dificuldades em interpretar a mensagem recebida, por isso a necessidade de uma atenção especial para crianças diagnosticadas com este transtorno”, explicou o parlamentar.

Em parte da sua justificativa, João Batista explica que o TPAC “ainda é pouco conhecido por profissionais que atuam em escolas e até mesmo pelos próprios pais, o que acaba afetando o aprendizado e prejudicando a criança no seu desenvolvimento escolar e social”.

O transtorno costuma produzir dificuldades diárias no processo de comunicação oral, na leitura e escrita, incluindo o desempenho escolar e a compreensão da linguagem. Além dos prejuízos acadêmicos, é comum que esses indivíduos tenham algum tipo de dificuldade de adaptação social.

As causas do TPAC podem ser variadas e muitas vezes desconhecidas, contudo, as mais comuns são de origem genética, otites de repetição, lesões cerebrais por anóxia ou traumatismo craniano, presença de outros distúrbios neurológicos, atraso maturacional das vias auditivas do Sistema Nervoso Central ou por envelhecimento natural do cérebro. Por isso, a maior parte dos diagnósticos é feita em crianças e idosos.

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Os principais sintomas que podem ser percebidos na criança com TPAC são:

• Dificuldade de memorização em atividades diárias;

• Dificuldades acadêmicas para ler e escrever;

• Fadiga atencional em aulas ou palestras;

• Troca de letras na fala ou escrita;

• Demora em compreender o que foi dito;

• Dificuldades em compreender informações em ambientes ruidosos;

• Desatenção e distração;

• Solicita repetição constante da informação;

• Agitação;

• Dificuldade para entender conceitos abstratos ou duplo sentido;

• Dificuldade para executar tarefas que lhe foram solicitadas.

Fonte: ALMT

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