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CST retoma trabalhos com visita à Casa das Pretas

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Após quase sete meses de paralisação, em virtude da pandemia do covid-19, a Câmara Setorial Temática da Mulher (CST) retomou os trabalhos na manhã de hoje (9) com uma visita para conhecer as instalações da Casa das Pretas, no centro histórico de Cuiabá. Na oportunidade a presidente da Câmara, professora Jacy Proença, conheceu a estrutura do local e os trabalhos desenvolvidos pela Casa, inagurada no sábado (3).

“A visita tem por objetivo colocar a CST das Mulheres à disposição do Instituto de Mulheres Negras (Imune) para ver o que podemos apoiar a Casa das Pretas. Marcamos essa visita para conhecer esse espaço que já era um antigo sonho do Instituto e necessitava ter um local para desenvolver o trabalho que ele desenvolve ao longo dos 18 anos”, disse Jacy Proença.

A Casa das Pretas oferece oficinas de artes plásticas para as mulheres que frequentam o local, além de rodas de conversas, assessoria jurídica e psicológica. Há também espaço para biblioteca e, futuramente, dormitórios.

“Trata-se de um espaço formidável onde, a pessoa se sente acolhida com esse ambiente, tem uma afinidade direta com a Câmara Setorial da Mulher”, afirmou Proença.

Para a presidente da Casa das Pretas, Antonieta Luísa Costa, o local proporciona dar vez e voz as mulheres negras de Cuiabá e do Estado.

“Desenvolvemos esse trabalho propondo políticas públicas e ações afirmativas. Mato Grosso possui 60% da população negra e afrodescendentes. Cuiabá tem 54% da população de afrodescendentes e não temos nenhum referencial, como memoriais e museus. A criação da Casa das Pretas é um espaço para a disseminação da cultura, voltado para encontro da população negra”, revelou Antonieta.

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

A presidente da Casa destacou também que o local vai servir para atender e apoiar projetos de desenvolvimento sustentável, econômico, cultural e social voltados para a população negra.

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Esse é o caso da professora Lídia Dju, natural de Guiné Bissau. Ela já fazia parte do Imune e agora participa da Casa das Pretas, prestando serviços de cabeleireira.

Ela disse que está no Brasil há doze anos e se formou em letras pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Atualmente dá aulas de língua portuguesa na Escola Estadual Leovegindo Melo, que fica no CPA III, na capital.

“A criação da Casa das Pretas é muito importante, porque agora temos um espaço para mostrar nossos trabalhos e conversar sobre todos os assuntos, precisamos da participação de mais pessoas”, disse ela.

Parceria – A presidente do Imune, Sônia Aparecida da Silva acredita a CST da Mulher, da Assembleia Legislativa, pode trazer parcerias e apoio social para que o projeto dê certo.

“Somos um espaço propositivo com diálogo aberto. Entendo que parceria é reconhecer as necessidades, buscar juntos apoios para que a gente melhore e aprender cada vez mais a população. Nossa missão é engajar mulheres e jovens negras (urbanas, rurais e quilombolas), no combate ao racismo, a violência e as desigualdades de raça e gênero, para a promoção da equidade, visando a democracia plurirracial”, argumentou ela.

Vale destacar que este é o primeiro trabalho da CST, após a suspensão temporariamente dos trabalhos em razão das precauções com a pandemia do Covid-19, desde o dia 16 de março deste ano.  Até o momento foram realizadas 21 reuniões da CST que teve os trabalhos prorrogados por mais 180 dias e as audiências públicas adiadas.

Integrantes – Além da presidente professora Jacy Proença, integram a CST da Mulher, a desembargadora Maria Erotides Kneip; a relatora defensora pública Rosana Leite de Barros; e os membros Lindinalva Rodrigues, Josyrleth Magalhães Criveletto, Amini Haddad Campos, Glaucia Anne Kelly Rodrigues Amaral, Clarissa Lopes, Mayana Vitória de Souza Alves, Vera Bertolini, Eliana Vitalino, Eliane Rodrigues de Lima, Telma Reis, Eunice Ramos, Luciana Rosa Gomes, Willian Cesar de Moraes e Tânia Mara Arantes Figueira.

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Fonte: ALMT

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Podcast Capivara na Faixa estreia com série sobre incêndios no Pantanal

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Foto: Helder Faria

Os incêndios que atingiram o Pantanal este ano são tema dos quatro primeiros episódios do podcast Capivara na Faixa, novo produto de comunicação do Parlamento estadual. A série trará diferentes pontos de vista sobre o acontecimento e contará com cinco convidados.

“Pela dimensão que esse assunto tomou para nós ficou muito claro que era algo que precisava ser discutido com urgência”, justifica a jornalista Larissa Campos, uma das apresentadoras do podcast. O jornalista Eduardo Ferreira completa o time, sendo que cada um é responsável por episódios distintos, mas interligados.

Na estreia, a participação especial é do comandante do Comitê Integrado Multiagências de Mato Grosso (Ciman-MT), tenente-coronel BM Dércio Santos da Silva. O episódio já está disponível em todas as plataformas de áudio, como Spotify, Deezer, Google Podcasts e Apple Podcasts.

O engenheiro florestal Vinícius Silgueiro, do Instituto Centro de Vida, que faz um monitoramento das queimadas é o convidado do segundo episódio. Já o terceiro programa contará com as participações da presidente da Comissão de Defesa dos Direitos dos Animais da OAB/MT, Gláucia Amaral, e do presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do estado, Roberto Renato da Silva. No capítulo final da série, o fotógrafo da revista National Geographic, Izan Petterle, que faz um trabalho documental sobre os incêndios, será o entrevistado.

“Ouvimos os convidados para saber o que precisa ser feito para que um cenário como esse não se repita, para que no futuro o combate seja mais eficaz. E também conversamos com pessoas que estão acompanhando toda a tragédia in loco, foram até lá no Pantanal”, explica Larissa Campos.

Capivara na Faixa – O nome do podcast da Assembleia Legislativa foi inspirado nos roedores que viraram ícone da cultura mato-grossense e que perambulam nos arredores dos parques de Cuiabá. Ano passado, ao sair do Parque das Águas, um grupo de capivaras foi fotografadoe filmado atravessando pela faixa de pedestre e a imagem “viralizou” nas redes sociais, sendo noticiada pelos principais veículos de comunicação. A situação deu nome ao novo canal de comunicação da ALMT, que estará sempre nas “faixas digitais”.

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A ideia do programa é proporcionar uma abordagem mais diversificada sobre as pautas, dando voz aos atores envolvidos no tema em questão. Com isso, as pessoas terão acesso a leituras particulares sobre os assuntos para formar uma opinião própria.

Confira o podcast Capivara na Faixa em uma das plataformas digitais. Novos episódios saem toda quarta-feira pela manhã. 

*Com colaboração de Laís Costa Marques

Fonte: ALMT

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Deputado homenageia pioneira e fundadora da rádio Difusora de Cáceres

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Foto: SAMANTHA DOS ANJOS FARIAS

Após encontro com a diretora da rádio Difusora de Cáceres (MT), Maridalva Amaral Vignardi, no início deste mês de outubro, o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) ficou impressionado pela história de vida relatada pela fundadora do veículo de comunicação e pioneira do município. Deste modo, apresentou na quarta-feira (21), durante sessão plenária, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Moção de Aplausos pelos relevantes serviços prestados por ela na área da comunicação. 

A Rádio Difusora foi inaugurada no dia 1° de maio de 1978, momento que deu início às transmissões por radiofrequência entre os estados de Mato Grosso e Rondônia. Atualmente, a emissora de rádio, que existe há 42 anos, opera em dois canais por meio da Difusora FM (102.3 Mhz) e Nova Difusora FM (97,3 Mhz).

“Estava em Cáceres, pela Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, e fui à emissora conceder entrevista sobre os trabalhos a serem realizados no município. Fomos agraciados com a receptividade e atenção da senhora Maridalva. Aalém de uma oração que recebemos, tivemos a grata satisfação de conhecer a sua história de vida”, comenta Claudinei. 

Histórico – Inicialmente, os sócios da Difusora envolviam a participação direta de seus familiares, sendo Antônio Ramon do Amaral, Josefina Lopes do Amaral e o seu falecido esposo, Ivo Vignardi. De 1978 para cá, a emissora em seu processo histórico – ganhou força e evolui tanto no aumento e mudança de frequência até a concretização de um novo canal de rádio. 

Maridalva é pioneira da cidade de Cáceres, município que faz divisa com a Bolívia e abrange o bioma pantaneiro. Ela é viúva do ex-sócio diretor, Ivo Vignardi, que faleceu em 2012, tem três filhos e três netos. 

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Fonte: ALMT

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