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POLÍTICA NACIONAL

Com aval de Bolsonaro, Mourão vira cabo eleitoral e tem até réplica de papelão

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Mourão
Reprodução

Mourão vira cabo eleitoral e faz campanha para Marco Aurélio, candidato do PRTB à Prefeitura do Recife

Em mais de uma oportunidade, o vice-presidente Hamilton Mourão mostrou ter postura bastante diferente do presidente Jair Bolsonaro, seja em declarações ou ações. Agora, com a aproximação das eleições municipais, não foi diferente: enquanto um evita “colar” sua imagem aos candidatos, o outro “mergulhou de cabeça” nas campanhas.

Segundo informações do jornal O Globo, Mourão decidiu virar garoto propaganda do PRTB, partido ao qual é filiado e onde recebeu o apelido de “Pelé” do presidente da sigla, Levi Fidelix. Até o momento, já são mais de 200 gravações para apoiar os candidatos a prefeito e vereador ao redor do país.

O discurso , decorado e padronizado, evita menções ao governo federal e ao presidente, optando por ressaltar as qualidades dos candidatos e o fato de o partido ser de direita e ter renunciado ao Fundo Eleitoral, além de pontos definidos como “melhores princípios da administração pública”.

Ainda de acordo com a publicação, as gravações “in loco” foram poucas, como o apoio dado ao candidato Marco Aurélio Meu Amigo, que tenta uma vaga na prefeitura do Recife. Porém, em sua maioria, a imagem de Mourão é apenas figurativa, com alguns dos apoiados utilizando, inclusive, uma réplica de papelão do vice-presidente durante as gravações.

Em apenas dois dias, Mourão gravou cerca de 200 vídeos para os candidatos da sigla, que foram escolhidos a partir de critérios de avaliação das chances de vitória nas urnas. Entretanto, os vídeos não se restringem aos políticos filiados ao PRTB : o vice-presidente também aparece em um vídeo de apoio a um amigo de Bolsonaro, o ex-assessor Waldir Ferraz, que é candidato a vereador no Rio.

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Sobre o presidente, o jornal aponta que interlocutores revelaram que Mourão chegou a conversar com ele antes de realizar as gravações para “evitar atritos”. No governo, a avaliação é de que as imagens de ambos são bastante separadas e uma eventual derrota do “Pelé do PRTB” nas urnas não comprometeria o futuro de Bolsonaro .

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POLÍTICA NACIONAL

“Quer que eu baixe na canetada?”, diz Bolsonaro sobre diminuir preço do arroz

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Presidente Jair Bolsonaro
Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro manifestou irritação sobre possibilidade de tabelar preço

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ficou irritado com um apoiador que pediu a ele que diminuísse o preço do arroz durante uma agenda em Cruzeiro, no Distrito Federal, neste domingo (25).

“Bolsonaro, baixa o preço do arroz, por favor. Não aguento mais”, disse o homem que abordou o presidente enquanto ele se prepararava para subir em sua moto.

“Tu quer que eu baixe na canetada? Você quer que eu tabele? Se você quer que eu tabele, eu tabelo. Mas você vai comprar lá na Venezuela”, respondeu Bolsonaro.

O homem saiu sem dizer nada. “Fala, e vai embora”, comentou o presidente diante dos demais apoiadores, seguranças e jornalistas que estavam no local.

Durante a manhã de hoje, o presidente passeou de moto pelo DF com os ministros da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, e da Casa Civil, general Walter Braga Neto.

No interior do mercado, Bolsonaro foi ovacionado por apoiadores e ouviu palavras em sua defesa. Na saída do local, porém, foi recepcionado com gritos de “fora Bolsonaro”.

Pressionada pela alta de preços dos alimentos e das passagens aéreas, a prévia da inflação oficial brasileira registrou em outubro sua maior alta desde 1995. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15) acelerou para 0,94% no mês, após alta de 0,45% em setembro.

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No ano, a inflação acumulada é de 2,31%. No acumulado de 12 meses até outubro, o índice também acelerou para alta de 3,52%, vindo de 2,65% em setembro.

O grupo de alimentação e bebidas subiu 2,24% na prévia da inflação de outubro, alta puxada pelos alimentos consumidos em domicílio (2,95%). Entre os alimentos, os principais destaques foram óleo de soja (22,34%), arroz (18,48%), tomate (14,25%), leite longa vida (4,26%) e carnes (4,83%).

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POLÍTICA NACIONAL

General Ramos fiz que “não tem briga nenhuma” entre ele e Ricardo Salles

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Luiz Eduardo Ramos%2C ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência
Isac Nóbrega/PR

Luiz Eduardo Ramos, ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência

O ministro-chefe da Secretaria de Governo, general Eduardo Ramos , disse neste domingo (25) que “não tem briga nenhuma” entre ele e o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles . A declaração foi feita durante agenda junto com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no Distrito Federal. As informações são do jornal Folha de S. Paulo .

“Rapaz, não tem briga nenhuma”, disse o general quando se dirigia à moto para deixar o posto de gasolina em que foi com Bolsonaro em Sobradinho. “Tem uma definição: briga é quando [tem] duas pessoas”, completou.

O ministro ainda foi questionado sobre o clima entre os integrantes da equipe ministerial, asm ele se limitou a relação dele com Bolsonaro. “Minha relação com o presidente está excepcional como sempre.”

Na última quinta-feira (22), o ministro Ricardo Salles publicou no Twitter que Ramos tinha um comportamento de “maria fofoca”. A publicação foi apagada minustos depois. A gota d’água para esse desentendimento foi uma nota do jornal O Globo que dizia que o ministro estava esticando a corda com a ala militar do governo em decorrência do episódio envolvendo a falta de recursos no Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).

Naquela ocasião, Salles tinha dito que, sem dinheiro, brigadistas interromperiam atividades de combate a incêndios e queimadas.

As críticas de Salles a Ramos são amparadas pelos filhos de Jair Bolsonaro e fazem parte de estratégia do núcleo ideológico para convencer o presidente a trocar o responsável pela articulação política do governo. Está prevista para uma minirreforma ministerial em fevereiro de 2021.

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Essa pressão ocorre nos bastidores desde agosto, mas agora veio a público com a manifestação de Salles nas redes sociais. A decisão de Salles de tornar público o embate, segundo assessores palacianos, busca acelerar o desgaste de Ramos.

A ideia é repetir a fritura realizada no ano passado com o general Carlos Alberto dos Santos Cruz, que também comandava a Secretaria de Governo e foi criticado pelo núcleo ideológico por sua postura moderada. Bolsonaro foi influenciado a substituí-lo no posto principalmente pelo vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ).

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