conecte-se conosco


POLÍTICA NACIONAL

Cinco candidatos a prefeito em SP concentram 91% das arrecadações das campanhas

Publicado


source
Montagem com Bruno Covas, Jilmar Tatto, Guilherme Boulos, Joice Hasselmann e Celso Russomanno um ao lado do outro
Arte iG

Candidatos que mais arrecadaram em São Paulo têm R$ 12,5 milhões para gastar em suas campanhas

Dos 14 candidatos à Prefeitura de São Paulo nas eleições municipais de 2020, cinco deles concentram 91,8% do total de arrecadações de todas as campanhas para assumir o cargo de líder do Executivo na capital paulista. Somando o valor arrecadado por todos os pleiteantes, o montante chega R$ 13,7 milhões. Desse total, 12,6 milhões estão concentrados entre os cinco que mais arrecadaram.

O levantamento foi feito com base nas informações declaradas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelos próprios candidatos até a última sexta-feira (16), portanto esse valor ainda pode mudar até que a prestação de contas consolidadas seja enviada à Justiça Eleitoral após o fim das eleições.

Os montantes arrecadados correspondem ao dinheiro repassado aos candidatos pelos diretórios de seus respectivos partidos e às doações diretas feitas por pessoas físicas. Desde o pleito de 2016, empresas não podem mais fazer doações a campanhas.

O candidato Bruno Covas (PSDB), que é o atual prefeito e disputa a reeleição, é o que mais tem dinheiro para usar em sua campanha. O valor arrecadado pelo tucano até agora foi de R$ R$ 5,3 milhões, sendo que a maior parte – R$ 5 milhões – é de um repasse feito pelo PSDB.

Covas ainda recebeu doação de José Roberto Lamacchia, que é dono da Crefisa e contribuiu com R$ 200 mil. Também contribuíram com a campanha os empresários José Ricardo Rezek e David Joseph Safra, filho banqueiro Joseph Safra. Ambos doaram R$ 100 mil e R$ 75 mil, respectivamente, à campanha do candidato do PSDB.

Leia mais:  Vacina Covid-19: ministro da Saúde deve cancelar reunião marcada com João Dória

Em segundo lugar na lista de campanhas aparece Jilmar Tatto (PT), com uma quantia declarada de R$ 4,4 milhões. O petista, porém, conta só com uma fonte de arrecadação, que foi o repasse feito pelo PT.

Tatto é seguido por Guilherme Boulos (PSOL). O líder do Movimento do Trabalhadores Sem-Teto (MTST) tem R$ 1,1 milhão à seu dispor para usar na campanha. A maior parte desse dinheiro – R$ 953 mil – foi repassado pelo PSOL.

Atrás dele vem Joice Hasselmann (PSL) e Celso Russomanno (Republicanos), que só receberam a contribuição de suas respectivas siglas. Enquanto a ex-líder do governo federal na Câmara tem até R$ 1 milhão para gastar na campanha, o atual aliado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem R$ 500 mil.

A lista segue com os candidatos Orlando Silva (PCdoB), que arrecadou R$ 421 mil, Arthur do Val (Patriota), com R$ 329 mil,  Marina Helou (Rede), com R$ 320 mil, Vera Lúcia (PSTU), com R$ 51 mil, Andrea Matarazzo (PSD), com 35 mil, e Filipe Sabará (Novo), com R$ 16 mil. Márcio França (PSB), Antônio Carlos Silva (PCO) e Levy Fidelix (PRTB) não declararam nenhuma arrecadação.

Líderes do crowdfunding

Embora tenham menos recursos, se forem desconsiderados os repasses feitos pelos partidos, Guilherme Boulos e Arthur do Val são os candidatos que mais tiveram arrecadação, já que ambos fizeram campanhas de financiamento coletivo.

O candidato do PSOL fez uma campanha que rendeu a ele uma quantia de R$ 200 mil, o que corresponde a 17% do que ele tem para gastar nas eleições. Já Arthur, que abre mão de usar dinheiro público para sua divulgação, conseguiu arrecadar R$ 161 mil através dessa mesma fonte de renda.

Leia mais:  Candidaturas coletivas: entenda o fenômeno político que não para de crescer

Em quantidade de doações individuais diretas, no entanto, o candidato do Patriota fica na frente. O número de doadores a ele foi de 280. Entre eles está o empresário José Salim Mattar Júnior, que é fundador da Localiza e doou uma quantia de R$ 25 mil a Arthur. Boulos teve a doação direta de três pessoas.

Comentários Facebook
publicidade

POLÍTICA NACIONAL

Amiga de Flávio Bolsonaro no TRF-1 foi pivô de indicação de Kassio para o STF

Publicado


source
Desembargadora Maria do Carmo Cardoso
Reprodução/JusTocantins

Desembargadora Maria do Carmo Cardoso, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1)

Nos bastidores da indicação do juiz federal Kassio Nunes  para a vaga de  Celso de Mello no Supremo Tribunal Federal (STF), a desembargadora Maria do Carmo Cardoso , Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), é tida como a madrinha para que o nome dele fosse o escolhido. Conhecida como “tia Carminha” pela família do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), a magistrada é amiga do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ).

De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo , Maria do Carmo é apontada por participantes do processo como a principal entusiasta da ideia de aproveitar Kassio para uma cadeira no Supremo. Ela ainda seria contra à escolha de seu colega de tribunal para uma futura vaga no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Essa era a ideia inicial para Kassio.

O indicado para o STF, que também atuava no TRF-1, foi apresentado a Flávio há menos de três meses. Na aproximação, Kassio estava em campanha para o STJ. Após a primeira conversa, ele ainda teve ao menos mais dois encontros com o filho do presidente.

À época, o senador tentava garantir a indicação do juiz William Douglas, do Rio de Janeiro, para o STF. Um dos que contribuiu para a mudança de ideia foi o senador Ciro Nogueira (PP-PI), conterrâneo de Kassio e fiador da indicação do juiz para o STJ.

Foi neste momento, segundo assessores do presidente, que Maria do Carmo, considerada uma espécie de conselheira jurídica da família Bolsonaro, entrou na história.

Leia mais:  Russomanno e Covas ficam em empate técnico em São Paulo, diz pesquisa

Após ser cogitada para o Supremo, a juíza, segundo relatos à Folha, sugeriu o nome de Kassio para a vaga de Celso de Mello.

Comentários Facebook
Continue lendo

POLÍTICA NACIONAL

Russomanno e Covas ficam em empate técnico em São Paulo, diz pesquisa

Publicado


source
Urna eleitoral
José Cruz/Agência Brasil

Candidatos em São Paulo estão disputando voto útil uns dos outros nas eleições para chegar ao segundo turno

O candidatos à Prefeitura de São Paulo Celso Russomanno (Republicanos) e Bruno Covas (PSDB) estão empatados tecnicamente na corrida para chegar ao comando do Executivo municipal da capital paulista. Enquanto o aliado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem 25% das intenções de voto, o tucano e atual prefeito da cidade tem 24%, mostra levantamento do Instituto RealTime Big Data encomendado pela CNN Brasil. A margem de erro é de três pontos percentuais.

De acordo com o levantamento, em terceiro lugar aparece Guilherme Boulos (PSOL), com 12%. Ele é seguido por Márcio França (PSB), com 8%, Jilmar Tatto (PT), com 4%, Andrea Matarazzo (PSD), com 3%, Joice Hasselmann (PSL), 2%, Arthur do Val (Patriota), com 1%, Marina Helou (Rede), com 1%, e Orlando Silva (PCdoB), com 1%. 

Os candidatos Antônio Carlos (PCO), Levy Fidelix (PRTB), Filipe Sabará (Novo) e Vera Lúcia (PSTU) não pontuaram na pesquisa. A pesquisa identificou ainda 10% de intenções de voto nulo ou branco e 9% que não souberam responder.

Foram entrevistadas 1.050 pessoas, por telefone, entre os dias 14 e 17 de outubro. A margem de erro é de três pontos para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. Isto significa dizer que, considerando a margem de erro, resultado representa a realidade em 95% dos casos.

Leia mais:  E-título: aprenda para o que serve e como funciona o aplicativo

Rejeição

Os dois candidatos líderes são os que têm maior índice de rejeição. Russomanno não teria os votos de 32% dos entrevistados, enquanto Covas receberia os votos de 21% deles. Confira o resultado:

  • Celso Russomanno (Republicanos) – 32%
  • Bruno Covas (PSDB) – 21%
  • Guilherme Boulos (PSOL) – 20%
  • Jilmar Tatto (PT) – 18%
  • Joice Hasselmann (PSL) – 16%
  • Filipe Sabará (Novo) – 15%
  • Marina Helou (Rede) – 14%
  • Arthur do Val (Patriota) – 14%
  • Orlando Silva (PC do B) – 13%
  • Márcio França (PSB) – 13%
  • Levy Fidelix (PRTB) – 13%
  • Andrea Matarazzo (PSD) – 13%
  • Vera (PSTU) – 10%
  • Antônio Carlos (PCO) – 9%

Comentários Facebook
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

DIAMANTINO

POLÍTICA MT

POLICIAL

MATO GROSSO

POLÍTICA NACIONAL

ESPORTES

Mais Lidas da Semana