conecte-se conosco


MATO GROSSO

CGE encerra programação com live sobre a prevenção do câncer de mama

Publicado


A Controladoria Geral do Estado (CGE-MT), por meio do Programa Viver com Qualidade, encerrou nesta semana a programação interna da campanha Outubro Rosa mediante a transmissão de live para alertar sobre a importância da prevenção do câncer de mama, doença que mais atinge mulheres no mundo. No entanto, o câncer de mama também pode atingir cerca de 1% dos homens. Todos devem ficar atentos aos primeiros sintomas e à prevenção.

O evento on-line contou com os convidados: o médico oncologista e mastologista, Pedro Fontes; a cirurgiã-dentista e presidente da Rede Feminina de Combate ao Câncer em Mato Grosso, Maria Carmen Volpato; e a chefe de gabinete da CGE-MT, Marly Paranhos, com um relato de superação.

Durante a live, o médico Pedro Fontes falou que homens e mulheres devem atentar-se a possíveis mudanças nas mamas e a sinais como dor, sensibilidade, caroços ou aumento do volume das mamas, e procurar por ajuda médica imediatamente.

Ainda de acordo com o médico, a mama da mulher é muito mais exposta ao hormônio feminino que a do homem. Fora isso, a quantidade de glândulas mamárias na mulher também é muitíssimo maior, assim, há maior área para surgimento do tumor. Por isso, a melhor forma das mulheres obterem um diagnóstico precoce é através do exame de mamografia.

“Por causa da baixa incidência do câncer de mama entre homens, não há muitos estudos avaliando o comportamento da doença nestes casos ou para o desenvolvimento de medicamentos antineoplásicos específicos aos pacientes acometidos pela doença. Também, o baixo número de casos não justifica o rastreamento populacional, uma razão pela qual os casos são geralmente diagnosticados em estágios clínicos avançados”, comentou.

Fontes também alertou que, assim como para todos os outros tipos de câncer, a atitude preventiva como a prática de atividades físicas, o controle da obesidade e a alimentação balanceada são as principais maneiras para ficar longe do câncer de mama. “A falta de informação a respeito da neoplasia em pessoas do sexo masculino, sofrido por pacientes acometidos pela doença quase exclusivamente feminina, o tabu e o preconceito levam o panorama nocivo de diagnósticos quase sempre em estágios avançados e que muitas vezes não permitem a cura ou o controle da doença entre os homens”, explicou.

Leia mais:  Corpo de Bombeiros recebe cão para auxiliar nas ocorrências de busca, resgate e salvamento

No segundo bloco, a presidente da Rede Feminina Estadual de Combate ao Câncer de Mato Grosso, Maria Carmen Volpato, falou sobre o apoio que a entidade oferece a pacientes carentes. Uma das finalidades do trabalho é difundir conhecimentos gerais sobre o câncer e, principalmente, a importância da prevenção.

“A Rede Feminina atua nos pontos específicos onde o paciente não pode esperar na fila do Sistema Único de Saúde (SUS). O diagnóstico já mexe muito com o psicológico e emocional dessas pessoas, então, o nosso intuito é que os pacientes tenham qualidade de vida após essa biópsia”, explanou.

Além disso, a organização é sem fins lucrativos e mantida através de parcerias, doações, eventos e projetos. “Realizamos eventos para arrecadar fundos e ajudar os pacientes do Hospital de Câncer. Acreditamos em um futuro melhor e isso nos recompensa”, finalizou.

Relato de superação

Já o último bloco da live veio com uma história de como superar um momento difícil com otimismo e fé. A narrativa foi da chefe de gabinete da CGE-MT, Marly Paranhos, que venceu um câncer de mama em 2015.

Conforme a servidora, no dia em que recebeu o diagnóstico, “perdeu o chão”, mas despertou uma vontade insuperável de vencer a enfermidade. “É um presente poder ajudar outras pessoas a se conscientizar contando a minha história. Tudo passa, tem de acreditar nisso. Me transformei em outro ser humano, uma mulher mais forte e corajosa. Só tinham duas opções: enfrentar o problema ou chorar. E sofrimento é algo opcional. Se você acaba de receber um diagnóstico de câncer de mama, tenha calma, pensamento positivo e muita força. A gente supera.”

A programação da campanha Outubro Rosa na CGE teve também a divulgação, por meio eletrônico, de material informativo e orientativo aos servidores sobre a prevenção do câncer de mama. 

Leia mais:  Parque Mãe Bonifácia é reaberto com blitz educativa e fiscalização reforçada

A live foi transmitida ao vivo pelo canal da CGE-MT no Youtube. O público interagiu através de comentários no chat. Clique AQUI para ver ou rever a transmissão. 

Fonte: GOV MT

Comentários Facebook
publicidade

MATO GROSSO

Com simulação de conflitos reais, agentes se capacitam para operar no Sistema Socioeducativo

Publicado


Com simulações de situações extremas que envolvem pessoas e segurança, 50 Agentes de Segurança Socioeducativo participam do 2º Curso de Operações Socioeducativas Especializadas. Instruções sobre segurança interna e externa de ambientes de privação de liberdade, escolta de adolescentes em conflito com a lei e contenções em momentos de situações limite são algumas das disciplinas ministradas.

A instrução começou no início deste mês e deve terminar no dia 07 de dezembro. Ao final do curso, os agentes estarão aptos para atuarem nas atribuições exclusivas de operações  soxioeducativas especializadas.

A capacitação é necessária porque a lei estadual Nº 10.959, de outubro de 2019, reestruturou a carreira dos servidores que atuam no Sistema Socioeducativo e ampliou as atribuições do cargo de agente. Antes, a segurança era feita pelas forças policiais. No mesmo ano, a Lei Nº 10.939 criou regras para o porte de arma dos agentes e acrescentou mais atribuições.

“Pela nova legislação, todo o atendimento dentro da unidade deverá ser feito por um profissional do socioeducativo. Por isso, a necessidade da capacitação. É um curso que demanda capacidade técnica, física e mental”, avaliou a secretária adjunta de Justiça, Lenice Silva.

Participam do curso servidores das unidades de Cuiabá, Barra do Garças, Cáceres, Rondonópolis e Sinop. As instruções técnicas foram dadas por profissionais do Batalhão de Operações Especiais (Bope), Corpo de Bombeiros Militar (CBM), Serviço de Operações Especiais (SOE), Rondas Ostensivas Táticos Metropolitanas (Rotam) e Grupo de Intervenção Rápida (GIR).

Devido à pandemia, durante todo o período da capacitação, os servidores não mantêm contato com o público externo.

O coordenador de segurança socioeducativa, Glauder Benedito Figueiredo de Pinho, disse que curso é primordial para atender as normativas impostas pela nova legislação. “A partir do momento que foi editada a lei estadual da nova atribuição dos agentes de segurança, houve a necessidade de capacitá-los na função de operação especializada como está elencado na lei. Então, hoje aqui eles estão passando por treinamentos de mobilização e técnicas de defesa pessoal. Esse curso tem como missão capacitar os agentes de segurança do Socioeducativo para trabalharem na função armada, estabelecida por lei”, frisou.

Leia mais:  Corpo de Bombeiros recebe cão para auxiliar nas ocorrências de busca, resgate e salvamento

Ainda segundo o coordenador, após a conclusão do curso será feito um ato administrativo para lotação na função armada.

Um dos alunos, Wellyngton Figueiredo é agente há nove anos em Barra do Garças e disse que tem boas expectativas com o curso. “Estávamos esperando por esse curso há muito tempo e graças a Deus chegou a hora, agora é lutar até chegar ao fim. A maior dificuldade é a gente depender muitas vezes de outras forças para controlar o ambiente quando acontece algum sinistro, então com o grupo especializado agora nós vamos começar a tomar conta da nossa casa”, ressaltou.

Treinamento

Na tarde desta sexta-feira (27.11), os alunos participaram, na Penitenciária Central do Estado (PCE), de uma aula prática sobre algemamento tático. Nesta modalidade, o agente tinha que imobilizar uma pessoa que participava de um conflito. Toda a atividade respeita normas de segurança e direitos humanos.

“Essa modalidade foi desenvolvida pela Rotam. Em torno de dez anos atrás eu tive a honra e o prazer de fazer esse curso, e agora tivemos a oportunidade de trazer para nossa casa, o Sistema Penitenciário, juntamente com o Sistema Socioeducativo. Esse procedimento de algemamento consiste em oferecer ao operador da segurança pública, técnicas de controle e submissão podendo oferecer maior segurança durante o procedimento de execução do algemamento”, explicou o instrutor e policial penal, João Borba.

Fonte: GOV MT

Comentários Facebook
Continue lendo

MATO GROSSO

Parque Mãe Bonifácia é reaberto com blitz educativa e fiscalização reforçada

Publicado


O Parque Estadual Mãe Bonifácia foi reaberto nesse sábado (28.11) após ficar por quase 30 dias fechado devido a morte de 16 macacos. Hoje pela manhã a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) realizou uma blitz educativa orientando os usuários sobre a proibição de alimentar os animais no local.  A Sema trabalha em parceria com o Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) que reforça a fiscalização na Unidade de Conservação.  

O Mãe Bonifácia estará aberto entre às 06h e 17h com os protocolos de segurança mantidos, com regras para distanciamento social e uso de máscara. Ele permaneceu fechado para varreduras sanitárias e isolamento dos saguis desde o dia 30 de outubro. A orientação da Sema é que se evite entrar com qualquer tipo de alimento e que o usuário não deixe resíduos nas Unidades de Conservação.  

As campanhas educacionais realizadas pela Superintendência de Educação Ambiental da Sema reforçam que os animais silvestres dos parques estaduais não devem ser alimentados por conta própria. A alimentação inadequada é prejudicial aos bichos e traz riscos à população, gera desequilíbrio na cadeia alimentar e é proibido por lei. Os servidores espalharam cartazes informativos em pontos estratégicos do Mãe Bonifácia. 

Os saguis encontram no parque todos os alimentos que precisam, como insetos, brotos de flor, frutas silvestres e seiva, este último uma alternativa importante no período da seca. Os animais que vivem ali são monitoradores por servidores que trabalham no local e só devem ser alimentados em necessidade extrema e comprovada, sempre por profissionais especializados.

Herpes Simplex causou as mortes

Uma infecção por Herpes Simplex foi a causa da morte dos saguis no Parque Mãe Bonifácia, comprovada por exames da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e Universidade de Brasília (UNB). O vírus é passado do homem para o macaco por meio de alimentos contaminados ou pelo contato direto. O humano pode transmitir a doença mesmo sem estar com manifestação clínica aparente.

Leia mais:  Campos de Júlio completa 26 anos com parcerias do Governo do Estado

Apesar da Herpes Simplex quase sempre causar sintomas brandos em humanos, é fatal para os macacos desenvolvendo um quadro severo inflamatório que pode afetar diversos órgãos, podendo causar lesão de pele e nas mucosas e atingir pulmão, coração, fígado e sistema nervoso central. A principal manifestação é neurológica.

Depois que um macaco do grupo é contaminado a tendência é que ele espalhe entre os agregados e a doença, por ser altamente fatal, pode fazer com que todos os membros de um bando morram. Com a possibilidade, inclusive, de contaminar outros grupos de primatas.

Proibido Alimentar Animais Nos Parques Estaduais

Os parques urbanos estaduais são Unidades de Conservação e possuem Plano de Manejo com regras específicas, como o não fornecimento de alimentos a animais de vida livre. Tal medida é necessária para não causar um desiquilibro na cadeia alimentar. Os macacos passam o dia em busca de comida e só param de andar em horários de sol mais quente e a noite, quando se recolhem, e com a alimentação inadequada podem deixar de procurar alimentos em seu habitat natural.

A legislação prevê multa de R$ 500 a R$ 10 mil reais para atividades ou condutas em desacordo com os objetivos da unidade de conservação, o seu plano de manejo e regulamentos específicos. A Polícia Militar Ambiental informou que irá endurecer a fiscalização, orientando os usuários e autuando as pessoas flagradas alimentando os animais. A população também pode denunciar as infrações.  

A infração pode ser agravada caso ocorra a morte de um animal de vida livre por alimentação inadequada na Unidade de Conservação. Neste caso, se o responsável for identificado, ele poderá ser detido e ter uma multa adicional de até R$5 mil reais por animal morto, de acordo com BPMPA.

Leia mais:  Seduc e UFMT se unem para capacitar professores e melhorar qualidade do ensino na rede estadual

Dar comida com objetivo de fazer com que estes animais se aproximem para tirar uma foto ou acariciar, ou mesmo pelo julgamento equivocado de que estão com fome, faz com que eles se acostumem e que esse vire um hábito inadequado, causando o risco, inclusive, de um ataque a um transeunte para se ter alimento, já que o animal associa a presença do ser humano a fonte de alimento fácil.

As gerencias dos parques estaduais estão abertas e quaisquer dúvidas sobre regras do parque e hábitos alimentares animais podem ser esclarecidas com os servidores que atuam no local.

Fonte: GOV MT

Comentários Facebook
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

DIAMANTINO

POLÍTICA MT

POLICIAL

MATO GROSSO

POLÍTICA NACIONAL

ESPORTES

Mais Lidas da Semana