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POLÍTICA NACIONAL

Candidato a prefeito no Maranhão é acusado de matar o pai, ex-prefeito da cidade

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Júnior do Nenzim
Redes sociais / Reprodução

Júnior do Nenzim ao lado do pai na campanha eleitoral de 2016

O empresário Manoel Mariano de Sousa Filho (PSC), conhecido como ” Júnior do Nenzim “, é candidato a prefeito no Maranhão e acusado de matar o pai, ex-prefeito. O apelido de Júnior é em homenagem ao pai, Manoel Mariano de Souza , o “Nenzim”, morto em 6 de dezembro de 2017, com um tiro na lateral do pescoço.

A polícia chegou a conclusão que Manoel Mariano , de 78 anos, foi morto com um disparo dado à queima-roupa, a uma distância entre 5 cm e 30 cm. Na manhã do dia em que Manoel morreu, Júnior foi até a casa do pai pegá-lo para conversar com um advogado da família, Luís Augusto Bonfim Neto.

A caminhonete de Júnior fez uma parada numa rua deserta, no loteamento Morada do Rio Corda. A versão de Júnior diverge das conclusões da investigação. Em juízo, o candidato à prefeito alegou que fez o pai pediu para estacionar o carro porque ele precisava urinar.

Júnior disse em depoimento que viu “um pouquinho de sangue” saindo do ouvido do pai, que teria vomitado. Ao chegar na casa do advogado Luis, Júnior passou o volante para ele e seguiram para um posto de gasolina, onde uma quarta pessoa, motorista da família, conduziu a caminhonete.

Em seguida, foram para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Além de Manoel, Júnior também precisou ser atendido porque teria passado mal.

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O ex-prefeito morreu ao ser transferido para o hospital de uma outra cidade. Júnior negou ter envolvimento no crime, mas a polícia diz que a caminhonete foi lavada após o tiro. 

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POLÍTICA NACIONAL

Após reportagem, Boulos se defende de ataques de Russomanno e Eduardo Bolsonaro

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Boulos
Reprodução / Instagram

Guilherme Boulos (PSOL), candidato à Prefeitura de São Paulo


O candidato à Prefeitura de São Paulo Guilherme Boulos (PSOL) se defendeu dos ataques que recebeu do seu adversário Celso Russomanno (Republicanos) e do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que o acusam de mentir no currículo após a Folha de S.Paulo divulgar a declaração da FESP (Fundação Escola de Sociologia e Política) que o candidato não possui mais vínculo com a instituição. Boulos respondeu às acusações dizendo que foi professor da instituição até 2019.


Eduardo Bolsonaro divulgou uma montagem no sua conta do Twitter com a legenda “Boulos mente”, já Russomanno compartilhou a publicação do filho do seu padrinho político, Jair Bolsonaro, e escreveu: “Defesa do consumidor: não compre gato por lebre”.

Boulos se defende dizendo que o vínculo com a escola foi interrompido por causa da pandemia do novo coronavírus e que é perseguido pelos adversários porque cresce nas pesquisas. O candidato está atualmente na 3º posição tecnicamente empatado com Celso Russomanno .

“É impressionante. Basta eu crescer nas pesquisas que voltam a questionar o meu trabalho . Além do medo do meu crescimento e chances reais de ida pro segundo turno, existe um preconceito gigante contra as pessoas que, além de terem uma profissão, atuam em movimentos sociais”, escreveu em suas redes sociais.

Em 2019 dei aula em cursos de extensão da Escola de Sociologia e Política (ESP). Continuaria este ano não fosse a candidatura e a pandemia. Recebi como MEI por hora aula, como é o padrão da instituição”, declarou em outro momento.

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A FESP respondeu: “Guilherme Boulos foi professor convidado do Departamento de Extensão para ministrar um curso de curta duração sobre ‘A questão urbana e os movimentos sociais’. O curso teve duas edições: maio a julho de 2019 e outubro a novembro de 2019. Desde então, novembro de 2019, não há nenhum vínculo”.

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POLÍTICA NACIONAL

Após receber críticas, governadora de Santa Catarina diz que é contra o nazismo

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Daniela Reinehr, durante coletiva de imprensa na última terça (27), evitou responder se concorda com ideais neonazistas.
Ricardo Wolffenbuttel/Secom

Daniela Reinehr, durante coletiva de imprensa na última terça (27), evitou responder se concorda com ideais neonazistas.

Na manhã desta quinta-feira (29), a governadora interina de Santa Catarina, Daniela Reinehr (sem partido) , divulgou uma nota declarando que é contra o nazismo . As informações foram dadas pelo UOL .

A declaração foi feita após as críticas que Reinehr recebeu por não se posicionar anteriormente.

Na última terça-feira (27), a governadora interina foi questionada sobre o nazismo e evitou responder se concorda com ideais neonazistas e negacionistas sobre o holocausto judeu.

“Antes de mais nada é preciso declarar que sou contrária ao nazismo , assim como sou contrária a qualquer regime, sistema, conduta ou posicionamento que vá contra os direitos individuais, garantias de segurança ou contra a vida das pessoas”, diz Daniela Reinehr em nota.

Ela afirma, ainda, que “independente das palavras usadas”, acreditava ter deixado claro o seu posicionamento na última terça-feira. 

“Consigo entender a reação das pessoas ante o posicionamento que me imputaram, e principalmente porque isso aconteceu de forma injusta, a partir de uma atitude antiética, que apresentou um vídeo editado, com uma pergunta alterada. Sou amiga de Israel e dos Judeus, e qualquer ilação contrária não corresponde com a verdade”, concluiu  Daniela Reinehr .

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