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POLÍTICA NACIONAL

“Bolsonaro tomou decisão consciente que colocou vidas em risco”, diz Mandetta

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Mandetta
Marcos Corrêa/PR

Luiz Henrique Mandetta, ex-ministro da Saúde

O ex-ministro da Saúde,  Luiz Henrique Mandetta (DEM) declarou que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) “tomou decisão consciente que colocou vidas em risco” durante a pandemia da Covid-19. A afirmação foi feita durante o programa Roda Viva desta segunda-feira (12).

De acordo com o ex-ministro da Saúde, em março deste ano Bolsonaro sabia que o Brasil poderia chegar a marca de 180 mil mortos. Até o momento, o país tem mais de 150 vítimas fatais da Covid-19.

“Não acho que seja despreparo, acho que foi uma decisão consciente, sabendo dos números, apostando num ponto futuro (…) Ele se abraçou na tese da economia, já para ter uma vacina para ele e falar: ‘a economia vai recuperar, fui eu que recuperei, não deixei’. Ele fez uma opção política consciente que colocava em risco a vida das pessoas. Isso foi consciente da parte dele, não tenha dúvidas”, afirmou Mandetta .

“Cenários de todos os gostos” teriam sido apresentados para Bolsonaro, mas o presidente teria escolhido no que acreditar, segundo Mandetta. O ex-ministro da Saúde afirmou ainda que o protocolo de uso da cloroquina foi “bem arquitetado para uso político”.

“Joga cloroquina, começa a chamar de vírus chinês , fala que a culpa é da China. Então não dá para falar da China, fala que é da OMS. Passou o Ministério da Saúde a ser o elemento de raiva, esse é o cara que traz a notícia ruim, fala o que não quero ouvir. Tanto que eles trocam o ministro e uma das primeiras coisas que o ministro militar chega e fala e que não vai mais dar números”

Leia mais:  Amiga de Flávio Bolsonaro no TRF-1 foi pivô de indicação de Kassio para o STF

A relação entre Luiz Henrique Mandetta e Jair Bolsonaro se desgastou ao longo da pandemia “igual a um casal”, segundo o ex-ministro. Em reuniões, Bolsonaro acatava as sugestões de Mandetta e, 48 horas depois “fazia o contrário”.

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POLÍTICA NACIONAL

Amiga de Flávio Bolsonaro no TRF-1 foi pivô de indicação de Kassio para o STF

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Desembargadora Maria do Carmo Cardoso
Reprodução/JusTocantins

Desembargadora Maria do Carmo Cardoso, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1)

Nos bastidores da indicação do juiz federal Kassio Nunes  para a vaga de  Celso de Mello no Supremo Tribunal Federal (STF), a desembargadora Maria do Carmo Cardoso , Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), é tida como a madrinha para que o nome dele fosse o escolhido. Conhecida como “tia Carminha” pela família do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), a magistrada é amiga do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ).

De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo , Maria do Carmo é apontada por participantes do processo como a principal entusiasta da ideia de aproveitar Kassio para uma cadeira no Supremo. Ela ainda seria contra à escolha de seu colega de tribunal para uma futura vaga no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Essa era a ideia inicial para Kassio.

O indicado para o STF, que também atuava no TRF-1, foi apresentado a Flávio há menos de três meses. Na aproximação, Kassio estava em campanha para o STJ. Após a primeira conversa, ele ainda teve ao menos mais dois encontros com o filho do presidente.

À época, o senador tentava garantir a indicação do juiz William Douglas, do Rio de Janeiro, para o STF. Um dos que contribuiu para a mudança de ideia foi o senador Ciro Nogueira (PP-PI), conterrâneo de Kassio e fiador da indicação do juiz para o STJ.

Foi neste momento, segundo assessores do presidente, que Maria do Carmo, considerada uma espécie de conselheira jurídica da família Bolsonaro, entrou na história.

Leia mais:  Candidaturas coletivas: entenda o fenômeno político que não para de crescer

Após ser cogitada para o Supremo, a juíza, segundo relatos à Folha, sugeriu o nome de Kassio para a vaga de Celso de Mello.

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POLÍTICA NACIONAL

Russomanno e Covas ficam em empate técnico em São Paulo, diz pesquisa

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Urna eleitoral
José Cruz/Agência Brasil

Candidatos em São Paulo estão disputando voto útil uns dos outros nas eleições para chegar ao segundo turno

O candidatos à Prefeitura de São Paulo Celso Russomanno (Republicanos) e Bruno Covas (PSDB) estão empatados tecnicamente na corrida para chegar ao comando do Executivo municipal da capital paulista. Enquanto o aliado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem 25% das intenções de voto, o tucano e atual prefeito da cidade tem 24%, mostra levantamento do Instituto RealTime Big Data encomendado pela CNN Brasil. A margem de erro é de três pontos percentuais.

De acordo com o levantamento, em terceiro lugar aparece Guilherme Boulos (PSOL), com 12%. Ele é seguido por Márcio França (PSB), com 8%, Jilmar Tatto (PT), com 4%, Andrea Matarazzo (PSD), com 3%, Joice Hasselmann (PSL), 2%, Arthur do Val (Patriota), com 1%, Marina Helou (Rede), com 1%, e Orlando Silva (PCdoB), com 1%. 

Os candidatos Antônio Carlos (PCO), Levy Fidelix (PRTB), Filipe Sabará (Novo) e Vera Lúcia (PSTU) não pontuaram na pesquisa. A pesquisa identificou ainda 10% de intenções de voto nulo ou branco e 9% que não souberam responder.

Foram entrevistadas 1.050 pessoas, por telefone, entre os dias 14 e 17 de outubro. A margem de erro é de três pontos para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. Isto significa dizer que, considerando a margem de erro, resultado representa a realidade em 95% dos casos.

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Rejeição

Os dois candidatos líderes são os que têm maior índice de rejeição. Russomanno não teria os votos de 32% dos entrevistados, enquanto Covas receberia os votos de 21% deles. Confira o resultado:

  • Celso Russomanno (Republicanos) – 32%
  • Bruno Covas (PSDB) – 21%
  • Guilherme Boulos (PSOL) – 20%
  • Jilmar Tatto (PT) – 18%
  • Joice Hasselmann (PSL) – 16%
  • Filipe Sabará (Novo) – 15%
  • Marina Helou (Rede) – 14%
  • Arthur do Val (Patriota) – 14%
  • Orlando Silva (PC do B) – 13%
  • Márcio França (PSB) – 13%
  • Levy Fidelix (PRTB) – 13%
  • Andrea Matarazzo (PSD) – 13%
  • Vera (PSTU) – 10%
  • Antônio Carlos (PCO) – 9%

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