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POLÍTICA NACIONAL

Afastamento de Chico Rodrigues vai ser julgado pelo plenário do STF na quarta

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Senador Chico Rodrigues (DEM-RR)
Edilson Rodrigues/Agência Senado

Senador Chico Rodrigues (DEM-RR)

O afastamento senador Chico Rodrigues (DEM-RR), que foi flagrado com cerca de R$ 30 mil na cueca durante operação de busca e apreensão da Polícia Federal em sua casa, vai julgado pelo plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) na próxima quarta-feira (21).

pedido de julgamento pelo plenário foi feito nesta sexta (16) pelo ministro Luís Roberto Barroso , que havia decidido de forma monocrática afastar Rodrigues por 90 dias.

Barroso decidiu fazer o pedido à presidência do STF ainda que esse tipo de decisão não exija a confirmação do plenário para evitar que os senadores fiquem mais desconfortáveis com a decisão do Judiciário.

Após a decisão de Barroso, senadores disseram que quem deveria afastar o senador seria o próprio Senado. Os parlamentares, no entanto, estão evitando elevar o tom para evitar desgaste entre os poderes.

Nesse momento, Senado ainda precisa decidir se mantém ou não a determinação de Barroso.

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POLÍTICA NACIONAL

Candidatos do PSL suspeitam de repasse de R$ 690 mil a ex-mulher de ministro

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Marcelo Álvaro Antônio%2C ministro do Turismo
Anderson Riedel/PR

Marcelo Álvaro Antônio, ministro do Turismo

Candidatos do PSL à Câmara Municipal de Belo Horizonte , em Minas Gerais , suspeitam de um repasse de R$ 690 mil feitos pelo partido à candidatura da ex-mulher do ministro Marcelo Álvaro Antônio , que comanda a pasta do Turismo do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Por meio de nota, os pleiteantes dizem que a sigla está envolvida, mais uma vez, “em escândalo de repasse de verbas públicas” ao repassar a quantia à candidata à vereadora Janaína Cardoso.

“O repúdio, além de ser ao ministro, ex-marido da candidata do próprio partido, também diz respeito à senhora Janaina Cardoso, em uma atitude, mais uma vez, que deteriora o PSL, e que joga na lama o nome de um partido, envolvido, mais uma vez, em escândalo de repasse de verbas públicas, o que deprecia não apenas as candidaturas, mas as histórias de outros candidatos, idôneos, patriotas e conservadores no mesmo cenário”, diz o documento

O texto, que é assinado inclusive pela presidente do PSL Mulher em Minas, Marcela Valente, ainda diz que causa desigualdade na disputa entre os candidatos. “Além disso, há um desrespeito. Em um pleito eleitoral, vence quem trabalha e constrói, através de sua luta, a conquista de uma cadeira, no caso da Câmara Municipal de Belo Horizonte, e que não seja através desse jogo da velha política, de enorme discrepância, feito com verba pública”.

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Em 2019, o jornal Folha de S. Paulo , revelou a existência de candidaturas laranjas lançadas pelo PSL, em Minas Gerais e em Pernambuco, com o intuito de desviar verbas da cota feminina.

Então presidente do PSL em Minas, o atual ministro do Turismo foi denunciado pelo Ministério Público sob acusação de falsidade ideológica eleitoral, apropriação indébita de recurso eleitoral e associação criminosa. O ministro nega ter cometido qualquer tipo de irregularidade.

A nota dos candidatos a vereadores encerra dizendo que “quem combate a corrupção nas ruas também não pode ser conivente com situações extravagantes dentro do mesmo partido”.

O dinheiro recebido por Janaina representa quase o limite legal de gastos permitido para a campanha de um vereador em Belo Horizonte, que é de R$ 692 mil.

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POLÍTICA NACIONAL

Fux determina sorteio de novo relator para inquérito sobre Bolsonaro no STF

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moro
Reprodução

Fux determina sorteio de novo relator para inquérito sobre Bolsonaro no STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, determinou, nesta terça-feira (20), que o sistema eletrônico do STF sorteie um novo relator para o inquérito que apura se o presidente  Jair Bolsonaro (sem partido) tentou interferir na Polícia Federal (PF).

O relator original do processo era o ministro Celso de Mello, que se aposentou do cargo no último dia 12. O pedido para o sorteio partiu da defesa do ex-ministro Sérgio Moro, que também é investigado no inquérito e foi quem acusou o presidente da susposta interferência na estrutura da PF.

“A pedido dos advogados do ex-ministro Sérgio Moro, e em função da celeridade inerente a um inquérito, o presidente da Corte, ministro Luiz Fux, determinou a redistribuição do inquérito 4831 que estava sob a relatoria do ministro Celso de Mello. A redistribuição deve ocorrer ainda hoje pelo sistema eletrônico do STF”, diz o comunicado do STF.

O presidente Jair Bolsonaro indicou para a vaga o desembargador escolhido por ele, Kassio Nunes Marques, mas o nome precisa ser confirmado pelo Senado.

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