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Novo teto da Lei Rouanet para empresas sobe de R$1 milhão para R$10 milhões

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A partir de agora empresas poderão captar até R$10 milhões para realizar um único projeto cultural através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, popularmente conhecida como Lei Rouanet . A mudança publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira contempla não só os teatros musicais, como havia anunciado o governo federal, mas também pode atingir outras modalidades como óperas, festivais, livros e teatro em prosa.

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Musical de Peter Pan arrow-options
Divulgação/Luiz Henrique Leão

Musical de Peter Pan


O secretário especial de Cultura , Roberto Alvim, já havia anunciado que elevaria o teto da lei de R$1 milhão para R$10 milhões para teatros musicais. Porém, a nova Instrução Normativa (IN) não altera o teto de captação desta modalidade especificamente. O novo texto apenas retirou a limitação para que empresas captem num único projeto o máximo de R$1 milhão. Ou seja, o novo teto vai depender da natureza da empresa, e não do projeto.

Especialistas ouvidos pelo Globo afirmaram que a redação da Instrução Normativa não deixa claro que festivais, por exemplo, deixarão de ter o teto de R$6 milhões. Isso porque o parágrafo que limitava o teto deste tipo de evento não foi alterado. Consultada, a Secretaria Especial de Cultura afirma que a mudança vale para todos.

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Assim, segundo a nova IN, empresas que se enquadrem como “Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI), Sociedades Limitadas (Ltda.) e demais pessoas jurídicas” podem captar o valor de R$ 10 milhões para apenas um projeto — ou dividido em no máximo 16 iniciativas. Essas categorias empresariais contemplam organizações de porte maior, onde se encaixam as empresas do teatro musical.

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O objetivo oficial da nova norma, segundo comunicado enviado à imprensa, é aumentar o teto de captação para o teatro musical atendendo a uma demanda do setor. Porém, a assessoria da secretaria especial de Cultura confirmou ao Globo que empresas que se enquadrem nas categorias listadas poderão captar até R$10 milhões para outros projetos que não haviam sido anunciados, como livros, teatros em prosa ou festivais.

“O valor total de captação já era de R$ 10 milhões, não foi aumentado. O que fizemos foi dar a opção para que essas empresas decidam se querem fazer um projeto de R$ 10 milhões ou 16 projetos de R$ 625 mil cada”, explicou o secretário de Fomento e Incentivo à Cultura, Camilo Calandreli, em comunicado enviado à imprensa.

Em vídeo, Roberto Alvim explica a opção por sua experiência na área.

“Eu, antes de ser secretário, foi diretor de teatro por 30 anos. Eu sei que há espetáculos que podem ser montados om o valor menor que R$ 1 milhão, claro, mas um teatro musical não cabe neste orçamento. Há orquestras, há bailarinos, há uma estrutura muito grande. O que fizemos foi ampliar o teto para esse setor específico da indústria cultural, que é o teatro musical.”

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O novo texto da Instrução Normativa não altera os valores máximos por carteira. Os Microempreendedores Individuais (MEI) e pessoas físicas continuarão tendo direito de captar até R$ 1 milhão, divididos em até quatro projetos. Empreendedores individuais continuarão captando até R$ 6 milhões, divididos em até oito projetos.

Produtores comemoraram o fato da IN abranger áreas para além do musical. A produtora Renata Borges, que se reuniu com o secretário Roberto Alvim para pedir que todas categorias fossem contempladas, afirmou que a decisão garante mais isonomia.

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“Isso é bom. O setor, o mercado, tem que ser o mais democratico possível sempre. A lei, pelo meu fundamento, é para atingir um grupo, não é para ser uma exceção para poucos se privilegiarem”,  afirmou Borges.

Fonte: IG GENTE

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Bruno de Luca revela bullying quando era mais novo: “Me sentia diminuído”

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Bruno De Luca em uma de suas viagens
Divulgação/Multishow

Bruno De Luca em uma de suas viagens


Bruno De Luca é inquieto e bem-humorado. É também determinado e foi justamente a sua determinação que o levou a ser ator, profissão que ele escolheu desde muito cedo. Sofreu com piadas, foi vítima de bullying, aprendeu que tudo tem perdão e que gentileza gera gentileza. Aos 39 anos, noivo e com intenção de casar e ter filhos, Bruno revela que está cheio de planos profissionais.

“A minha vida é criar projetos, muitos não acontecem, alguns acontecem depois de anos e eu até tenho no computador uma pasta com todos os projetos. Vou criando, recriando, apresentando, reapresentando e repaginando. Criei um reality que estou apaixonado. Estou em fase de apresentação para emissoras e plays”, adianta em uma conversa franca e direta com a coluna. Com vocês, Bruno de Luca.

Depois de tanto tempo sozinho e viajando muito por conta do seu programa de viagens no Multishow, finalmente você encontrou a tampa da sua panela. Imaginava se apaixonar assim a ponto de já providenciar o casamento? Então… (risos). Até dois anos atrás eu achava que ficaria solteiro para o resto da vida, ou então durante um bom tempo. Lógico que eu tive muitos relacionamentos ao longo desses anos todos desde a minha última namorada, mas nenhum que eu quisesse casar mesmo ou ficar junto em casa. Nenhum relacionamento me deixava animado para dividir as minhas coisas. Eu não gostava de conviver, era só aquele momento e eu não tinha relação de dia a dia, de gostar de ficar junto, de sentir falta. Quando eu comecei a sentir falta e sentir sentimentos que eu nunca tinha sentido antes, eu falei: ‘encontrei’ e é ela mesmo que eu quero me casar. Ela me completa, é a minha parceira e minha amiga. Foram vários sentimentos novos ou que eu não sentia há muito tempo.

Falando no casamento, o que pode adiantar sobre ele? Já tem data, local, estilo do evento? Quais ideias vocês têm para o grande dia? Na verdade ainda não tem nenhum detalhe, porque ficamos noivos durante a pandemia. Nós começamos a namorar em janeiro de 2020 e ficamos noivos em 1º de janeiro de 2021. Não planejamos ainda nada porque estamos esperando o que vai acontecer mesmo. Nós não estamos com tanta pressa assim. Eu só queria garantir ela pra mim e mostrar para a família dela que eu queria uma coisa séria, que não era uma viagem ou uma coisa de momento. Imagino que existem muitas pessoas, inclusive os pais dela, que eu sou uma pessoa que gosto muito de viajar, festas e que nunca tinha levado um relacionamento à sério. Eu fiquei noivo também por isso: para garantir a noiva e provar a família que é tudo sério.


Com o casamento vindo aí, não podemos deixar de perguntar se já conversam sobre ter filhos… Já estão planejando? Independente da data ou não do casamento, nós queremos muito ter filhos. Nós amamos crianças, eu tenho quatro sobrinhos, dois do meu irmão e dois da minha irmã, convivo com a Sophie, que é filha da Rosane, uma pessoa que trabalha na minha casa há mais de 10 anos. Eu a trato como se fosse minha filha. Tenho muito amor por Sophie e fico muito animado em ter um filho. Na verdade, eu gosto demais de criança.

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Como se conheceram? Quem tomou a iniciativa: você ou a Sthéfany Vidal? Nós nos conhecemos em um quiosque que fica na frente da minha casa, na Barra da Tijuca. Ela trabalhava no ‘Domingão do Faustão’, era repórter e eles foram gravar ‘Os Melhores do Ano’ no Hotel Windsor Barra, que fica na minha rua. E eu vou neste quiosque com frequência. Estava lá, tomando chopp com os amigos e também sócios, quando a Sthéfany chegou com várias pessoas da produção que eu já conhecia, porque trabalhei algumas vezes no Faustão. Todo mundo se misturando e eu fiquei com pena do meu cachorro, o Bart, que estava muito tempo sozinho. Vim em casa, peguei ele e fiquei dançando, conversando e de repente senti falta do Bart. A Sthéfany estava cuidando dele e eu falei que ‘menina doce, preocupada com ele e eu aqui dançando. Fui lá conversar e aí aquele papo. Cachorrinho tem telefone, tem endereço…

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Você é um grande apresentador. Com a saída do Thiago Leifert do BBB, muito se especulou sobre quem iria comandar o programa. Você aceitaria apresentar algum reality como o BBB? Muito obrigado pelo grande apresentador. Olha, nesses quase 30 anos de carreira, já que comecei com 10 anos e vou fazer 40 anos, eu trabalhei em tudo quando foi projeto audiovisual. Até filme de terror eu fiz. Trabalhei com Luciano Huck, Fausto Silva… Nem sabia o que era delay… Trabalhei no Mutishow, produzi e criei projetos. Diante de tudo isso e como eu me sinto atualmente, eu posso falar que eu tenho segurança e certeza que eu posso apresentar qualquer tipo de programa. Sim, eu tenho a certeza que apresentaria o ‘Big Brother Brasil’ e outro reality. Claro que eu tenho preferencia de acordo com os meus gostos pessoais, mas sendo funcionário de uma emissora, eu visto a camisa e apresento o que for.

Você apresentou o ‘BBB – A Eliminação’ durante a última edição. Como é a sua relação com o programa? Você assiste o ‘BBB’? Está ansioso para a próxima temporada? Eu tenho uma relação de amor com ‘A Eliminação’ porque eu voltei a apresentar. Eu apresentei a primeira versão e a pessoa que iria apresentar teve um problema e aí o diretor me ligou. Ele disse que seria eu e começaria ‘amanhã’ (risos). Comecei fazendo nos estúdios, depois comecei fazendo da minha casa e aí eu sai porque não dava para conciliar com ‘Vai pra Onde?’. Também quando o Pedro Bial saiu, me deu a sensação que não era o ‘BBB’. Mas, o Tiago Leifert me surpreendeu trazendo uma outra cara e eu comecei adorar.

Quando o Cris me chamou para voltar, em 2020, ao vivo, eu amei porque eu adoro fazer ao vivo. Trabalhei com a Titi Muller e a Vivian. Eu amo esse programa e acho que o programa matriz, o ‘BBB’, cada vez mais traz o reflexo da sociedade e tem trazido temas para a gente debater. As redes sociais estão mais fortes do que nunca e quem não dava importância para as redes sociais antes, hoje dá.

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Deixou de ser uma coisa só de jovem e até virou um canal de pronunciamento oficial de presidente, de empresa e personalidade e, com isso, o ‘BBB’ tomou uma proporção de mexer com o Brasil inteiro. Eu estou muito ansioso para a próxima temporada e eu adoro acompanhar essa pré-produção e acompanho pela imprensa, tá? Não acompanho nada de perto porque o programa é muito sério, tudo é muito sigiloso e muitas vezes, eu fico sabendo as coisas cinco minutos antes. Nunca sei quem é o eliminado, nunca sei o que eu vou perguntar e eu gosto dessa emoção.

Você gosta muito de criar novos projetos. Já pensou na possibilidade de criar um reality? Eu não só pensei como criei um reality. Eu vivo criando projetos. A minha vida é criar projetos, muitos não acontecem, alguns acontecem depois de anos e eu até tenho no computador uma pasta com todos os projetos. Vou criando, recriando, apresentado, reapresentando e repaginando. Criei um reality que estou apaixonado e tenho a certeza que vai ser um sucesso. Estou em fase de apresentação para emissoras e plays. Estou correndo atrás.

Fonte: IG GENTE

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Verdades Secretas 2: Erika Januza transforma seu corpo para nova personagem

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Verdades Secretas 2: Erika Januza transforma radicalmente seu corpo para nova personagem
Felipe Henrique

Verdades Secretas 2: Erika Januza transforma radicalmente seu corpo para nova personagem

As preparações para ‘Verdades Secretas 2’ estão a todo vapor e a continuação da história de Angel promete prender o público e fazer sucesso como na primeira temporada. Quem integra o elenco da história é a atriz Érika Januza , onde dará vida à personagem Laila que sofre com distúrbios alimentares.


Para viver o papel, Erika Januza precisou passar por uma transformação radical em seu visual e perdeu nada menos que 9 kg. Na história, Laila vai ser uma jovem que terá vícios em remédios e isso vai fazer com que ela desenvolva anorexia e tenha um final trágico. Leia mais em TV Foco .

Fonte: IG GENTE

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