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POLÍTICA NACIONAL

‘Mamãe vai mandar livro e feijão. Camisinha e lubrificante, não’, afirma Damares

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Divulgação/Presidência da República

Ministra Damares Alves

O processo de ressocialização dos jovens infratores está entre as metades da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves . A meta é fazer com que nos próximos três anos mudanças ocorram no sistema, o que inclui o fim da possibilidade de visita íntima .

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“Mamãe Damares vai dar bola, livro, arroz e feijão. Camisinha e lubrificante, não”, disse a ministra em entrevista ao Estadão. A ministra, que também é pastora, pedagoga e advogada quer romper com o direito da visita íntima sancionado durante a gestão da ex-presidenta Dilma Rousseff , em 2012, que tinha como condição o casamento ou a união estável entre infrator e a pessoa que fosse realizar a visita.

Questionada sobre um corte de 20% no orçamento da pasta em 2020, Damares afirma que está trabalhando em parcerias e duplicando o número de emendas. “Teve secretaria que saiu de R$ 1 milhão para R$ 15 milhões em emendas, como a do Idoso”.

Para 2020, Damares assegura que está sendo desenvolvido o maior pacto de proteção à criança no Brasil. “Temos R$ 100 milhões da Petrobras para ampliar e construir unidades socioeducativas. Preciso entregar 62 unidades no Brasil. Estamos com cinco mil meninos nas ruas”. 

Sobre estar entre as ministras mais bem avaliadas no governo Bolsonaro , Damares afirma que o fato se deu por conta das pautas do ministério. “Se trouxermos isso para mim, vou ficar muito triste. Falamos o que o Brasil queria ouvir, como proteção da infância, com paixão e entrega. Essa minha pasta é especial, é extraordinária em valores”, justificou. 

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A ministra também disse que pode ser classificada como “uma feminista “. Ao mesmo tempo, questiona: “o problema é: o que é o feminismo? Essas mulheres loucas na rua gritando, com bandeiras, peladas e quebrando tudo?”.

A ministra desafiou o jornalista a pedir a uma feminista para mostrar quantas mulheres ela levou para casa e proteger da violência. “Só gritar hoje será o suficiente? Depende do que você entende por feminismo. Se lutar pelo direito das mulheres é ser feminista, eu sou. Se lutar para que todas tenham oportunidade e dignidade, eu sou”.

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POLÍTICA NACIONAL

Eduardo Cunha quer ser candidato a deputado federal por São Paulo

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Cunha teve o mandato cassado em 2016
Wilson Dias/ Agência Brasil

Cunha teve o mandato cassado em 2016


Com seus direitos políticos suspensos até 2027,  Eduardo Cunha (MDB-RJ) tenta reverter sua situação na Justiça para voltar à disputa partidária. O plano do político é deixar seu reduto político no Rio de Janeiro para se lançar deputado federal por São Paulo.

Ele falou sobre o assunto na noite desta segunda-feira (25), ao realizar uma noite de autógrafos do livro “Tchau, querida”, no qual retrata os bastidores do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Na época, ele era presidente da Câmara dos Deputados, portanto, foi o responsável por liberar a instauração do processo no Congresso. Depois disso, teve seu mandato cassado por quebra de decoro parlamentar, acusado de mentir sobre a existência de contas no exterior.

Cinco anos depois, com poucas pessoas na noite de autógrafos, Cunha disse à Folha de S. Paulo que não tinha a intenção de transformar o momento em um evento. “É mais basicamente para me colocar”. (…) “Como eu pretendo ser candidato, fazer em São Paulo tem o simbolismo de eu estar presente”, explicou ao jornal. Ele deve ainda realizar outra sessão no Rio de Janeiro, além de planejar o lançamento de um segundo livro, o “Querida, voltei” sobre seu retorno à cena política.


Quanto à candidatura, o ex-deputado diz ainda não saber por qual partido se lançaria. Sua filha, que também deve disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados, mas pelo Rio de Janeiro, vai se desfiliar do MDB.

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POLÍTICA NACIONAL

Mais 10 nomes são incluídos em relatório da CPI da Pandemia; veja quais

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CPI da Covid no Senado
Pedro França/ Agência Senado

CPI da Covid no Senado


Na véspera da votação do relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia , os senadores decidiram incluir mais 10 nomes entre os investigados. O grupo apelidado como G7 chegou a esse consenso nesta segunda-feira (25).

Segundo o portal Metrópoles, foi o vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), quem confirmou os novos alvos. São eles:

–  Heitor Freire de Abreu, ex-coordenador do Centro de Coordenação de Operações do Ministério da Saúde; 

– Marcelo Bento Pires, assessor do Ministério da Saúde; 

– Alex Lial Marinho, ex-coordenador de Logística do Ministério da Saúde; 

– Thiago Fernandes da Costa, assessor técnico do Ministério da Saúde; 

– Hélcio Bruno de Almeida, presidente do Instituto Força Brasil; 

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– Regina Célia Oliveira, fiscal de contratos da Saúde; 

– José Alves Filho, sócio da Vitamedic Indústria Farmacêutica LTDA; 

– Hélio Angotti Netto, secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde, do Ministério da Saúde; 

– Antônio Jordão, presidente da Associação Médicos pela Vida.

Com a votação do relatório produzido pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), o documento será encaminhado aos órgãos com poder de investigação, como a Procuradoria-Geral da República (PGR). Cabe a eles prosseguir com a apresentação de denúncias à Justiça.


Além desses 10 nomes, outros 68 estão entre os alvos de pedidos de investigação . Os principais são o presidente Jair Bolsonaro, o ex-ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, o atual chefe da pasta, o médico Marcelo Queiroga, e outras diversas autoridades do governo federal.

Leia mais:  CPI: senadores do Amazonas divergem na véspera da votação do relatório

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