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POLÍTICA NACIONAL

Criticada por Carlos Bolsonaro, comunicação do governo se mostra “bela porcaria”

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IstoÉ

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MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Fábio Wajngarten, chefe da Secom do governo

Muito se tem criticado os filhos do presidente por suas opiniões enviesadas, suas análises inconsistentes e suas falas infames, mas desta vez o filho do presidente, o vereador Carlos Bolsonaro, acertou na mosca. Ele disse em um Twitter recentemente que a “comunicação do governo é uma bela porcaria”. Não poderia ter sido mais certeiro do que isso.

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Não resta dúvidas de que a comunicação governamental, dirigida pelo secretário da Secom (Secretaria de Comunicação), Fábio Wajngarten, é realmente uma “bela porcaria”, como diz Carluxo, o filho 02 de Bolsonaro . Afinal, a Secom discrimina empresas de comunicação, oferecendo verbas públicas apenas às empresas que falam bem do governo, ou como ele mesmo diz, “empresas de mídia convertidas ao bolsonarismo”.

Isso significa dizer que Wajngarten desrespeita qualquer norma técnica de usar as verbas públicas de publicidade – sim, públicas, e não dele ou do mandatário da presidência – de acordo com os requisitos legais de indicadores de audiência, a chamada mídia técnica.

Ele mesmo disse no seu Twitter que iria fazer de tudo para “quebrar” as empresas tradicionais de mídia, como as revistas, deixando milhares de pessoas sem emprego. E já ameaçou até a TV Globo de não renovar a concessão em 2022. E, pior, ameaçou cortar as assinaturas de jornais, como a Folha de S. Paulo, que são isentas na cobertura jornalística do que acontece no Palácio do Planalto.

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Por tudo isso, a conclusão a que Carlos Bolsonaro chegou, de que a comunicação do governo é “uma bela porcaria”, é a mesma a que chegaram vários executivos que dirigem as empresas de comunicação, perseguidas pelo governo Bolsonaro, tendo Wajngarten à frente da Secom.

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POLÍTICA NACIONAL

Eduardo Cunha quer ser candidato a deputado federal por São Paulo

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Cunha teve o mandato cassado em 2016
Wilson Dias/ Agência Brasil

Cunha teve o mandato cassado em 2016


Com seus direitos políticos suspensos até 2027,  Eduardo Cunha (MDB-RJ) tenta reverter sua situação na Justiça para voltar à disputa partidária. O plano do político é deixar seu reduto político no Rio de Janeiro para se lançar deputado federal por São Paulo.

Ele falou sobre o assunto na noite desta segunda-feira (25), ao realizar uma noite de autógrafos do livro “Tchau, querida”, no qual retrata os bastidores do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Na época, ele era presidente da Câmara dos Deputados, portanto, foi o responsável por liberar a instauração do processo no Congresso. Depois disso, teve seu mandato cassado por quebra de decoro parlamentar, acusado de mentir sobre a existência de contas no exterior.

Cinco anos depois, com poucas pessoas na noite de autógrafos, Cunha disse à Folha de S. Paulo que não tinha a intenção de transformar o momento em um evento. “É mais basicamente para me colocar”. (…) “Como eu pretendo ser candidato, fazer em São Paulo tem o simbolismo de eu estar presente”, explicou ao jornal. Ele deve ainda realizar outra sessão no Rio de Janeiro, além de planejar o lançamento de um segundo livro, o “Querida, voltei” sobre seu retorno à cena política.


Quanto à candidatura, o ex-deputado diz ainda não saber por qual partido se lançaria. Sua filha, que também deve disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados, mas pelo Rio de Janeiro, vai se desfiliar do MDB.

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POLÍTICA NACIONAL

Mais 10 nomes são incluídos em relatório da CPI da Pandemia; veja quais

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CPI da Covid no Senado
Pedro França/ Agência Senado

CPI da Covid no Senado


Na véspera da votação do relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia , os senadores decidiram incluir mais 10 nomes entre os investigados. O grupo apelidado como G7 chegou a esse consenso nesta segunda-feira (25).

Segundo o portal Metrópoles, foi o vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), quem confirmou os novos alvos. São eles:

–  Heitor Freire de Abreu, ex-coordenador do Centro de Coordenação de Operações do Ministério da Saúde; 

– Marcelo Bento Pires, assessor do Ministério da Saúde; 

– Alex Lial Marinho, ex-coordenador de Logística do Ministério da Saúde; 

– Thiago Fernandes da Costa, assessor técnico do Ministério da Saúde; 

– Hélcio Bruno de Almeida, presidente do Instituto Força Brasil; 

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– Regina Célia Oliveira, fiscal de contratos da Saúde; 

– José Alves Filho, sócio da Vitamedic Indústria Farmacêutica LTDA; 

– Hélio Angotti Netto, secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde, do Ministério da Saúde; 

– Antônio Jordão, presidente da Associação Médicos pela Vida.

Com a votação do relatório produzido pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), o documento será encaminhado aos órgãos com poder de investigação, como a Procuradoria-Geral da República (PGR). Cabe a eles prosseguir com a apresentação de denúncias à Justiça.


Além desses 10 nomes, outros 68 estão entre os alvos de pedidos de investigação . Os principais são o presidente Jair Bolsonaro, o ex-ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, o atual chefe da pasta, o médico Marcelo Queiroga, e outras diversas autoridades do governo federal.

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