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Governo Federal reforça agenda de cidades mais humanas e sustentáveis

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“Casa é mais do que moradia”. Essa foi uma das reflexões levantadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a abertura do Encontro Internacional da Indústria da Construção (ENIC) 2026, em São Paulo, na última terça-feira (19). Ao destacar a relevância do Minha Casa, Minha Vida, o presidente reforçou que a política habitacional vai além da construção de casas, ela também precisa garantir infraestrutura, pertencimento e qualidade de vida.

Desde 2023, o MCMV alcançou a marca de 2 milhões de moradias contratadas, atingindo com um ano de antecedência a meta estabelecida pelo Governo Federal. O avanço consolida o programa como uma das principais políticas públicas para redução do déficit habitacional no país. 
Também no ENIC, o ministro Vladimir Lima afirmou que o programa se transformou em uma política de inclusão social, com impacto na geração de emprego, renda, dignidade e qualidade de vida.

“O Governo Federal se preocupa em dar a moradia digna junto de infraestrutura, saneamento básico e mobilidade urbana. Se preocupa em levar água para aquela torneira que não tem, em transformar favelas em bairros urbanizados e em levar dignidade aos rincões do país”, destacou o ministro.

Essa compreensão de que a moradia deve estar conectada a outras questões estruturais também orienta o programa Se Essa Rua Fosse Minha, iniciativa do Ministério das Cidades em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). O projeto, lançado em agosto de 2025, apoia municípios brasileiros na requalificação de áreas urbanas degradadas, promovendo espaços públicos mais acessíveis, seguros e integrados.

Moradia conectada à cidade

O Se Essa Rua Fosse Minha tem como objetivo atuar como uma extensão do Minha Casa, Minha Vida, especialmente na requalificação urbana do entorno de empreendimento habitacionais. A proposta é fazer com que a casa própria esteja inserida em uma cidade mais preparada para acolher as famílias, com áreas de convivência acessíveis.

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Inspirado em experiências internacionais e alinhado ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 11 da Agenda 2030 da ONU, o programa propõe intervenções para o desenvolvimento urbano com parcerias público-privadas.

“É indiscutível a necessidade de melhorar a qualidade urbana, principalmente naquilo que se refere aos moradores, à sua possibilidade de ter segurança, iluminação pública, mais áreas verdes e mais convivência entre si”, disse Carlos Eduardo Lima, vice-presidente de infraestrutura da CBIC e responsável pela iniciativa.

Segundo o Ministério das Cidades, a alta demanda por iniciativas de requalificação urbana reforça a importância da agenda. Apenas em 2025, a pasta recebeu mais de mil propostas de estados e municípios interessados em melhorar seus espaços públicos, o dobro em relação a 2024.

Com o Minha Casa, Minha Vida e o Se Essa Rua Fosse Minha, o Governo Federal reforça a visão de proporcionar a casa, como ponto de partida, e a rua, o bairro e a cidade como partes essenciais da dignidade humana.

Acesse a Central de Conteúdos e as Redes Sociais do Ministério das Cidades

Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades
Atendimento à Imprensa
Telefone: (61) 2034-4282
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério das Cidades

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Ministro Vladimir Lima destaca programas de melhoria habitacional em entrevista à Voz do Brasil

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O ministro das Cidades, Vladimir Lima, participou nesta quinta-feira (21) do programa A Voz do Brasil. Na oportunidade, o ministro explicou o funcionamento do Reforma Casa Brasil e do Periferia Viva – Reformas, iniciativas do Governo Federal voltadas à melhoria das condições de moradia da população brasileira.

Uma das principais bandeiras do Governo Federal tem sido desenvolver estratégias para enfrentar o déficit habitacional e as inadequações nas moradias, ampliando o acesso à casa digna, ao saneamento e à infraestrutura adequada. Nesse contexto, o Ministério das Cidades atua com programas voltados a diferentes realidades das famílias brasileiras.

Com o Periferia Viva – Reformas, o governo irá beneficiar mais de 30 mil domicílios em periferias urbanas de todo o país, com foco na construção ou reforma de banheiros para famílias que vivem sem banheiro ou em situação de inadequação sanitária.

“Mais de 4 milhões de brasileiros não têm banheiro ou têm um banheiro compartilhado com outras famílias. Então, o foco do Periferia Viva – Reformas é entrar nas comunidades, em áreas que são regularizáveis ou já regularizadas, e levar a construção de um banheiro”, explicou o ministro Vladimir.

Durante a entrevista, o ministro também destacou que, quando identificadas outras inadequações na moradia, como problemas no telhado, infiltrações, piso ou necessidade de ampliação, as intervenções poderão ser incluídas no projeto. As obras serão executadas por agentes promotores, como organizações da sociedade civil e empresas responsáveis pelas propostas selecionadas.

Já o Reforma Casa Brasil funciona por meio de financiamento e é voltado às famílias com renda de até R$13mil, que possuem moradia, mas precisam realizar melhorias estruturais.

“Para quem não tem casa, o programa é o Minha Casa, Minha Vida. Para quem tem sua habitação e precisa resolver uma inadequação, o Reforma Casa Brasil. E para as famílias extremamente carentes, a gente chega com o Periferia Viva – Reformas”, afirmou o ministro.

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Periferia Viva vai levar banheiros e reformas a mais de 30 mil famílias brasileiras.

Acesse a Central de Conteúdos e as Redes Sociais do Ministério das Cidades

Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades
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Fonte: Ministério das Cidades

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Operação Brasil Contra o Crime Organizado prende 76 pessoas e provoca prejuízo superior a R$ 45 milhões às facções

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Brasília, 22/5/2026 – A Operação Brasil Contra o Crime Organizado, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), divulgou, nesta sexta-feira (22), o balanço operacional consolidado das atividades realizadas entre 17 e 22 de maio nas regiões de fronteira e divisas do País. O prejuízo estimado ao crime organizado ultrapassa R$ 45,7 milhões.

As ações foram coordenadas pela Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), por meio da Coordenação-Geral de Fronteiras e Amazônia (CGFRON), e ocorreram de forma integrada nas 27 unidades da Federação. A iniciativa ampliou significativamente o alcance da operação em relação a 2025, quando as atividades foram realizadas em sete estados.

Balanço parcial da semana

• 76 prisões e apreensões, sendo 51 prisões em flagrante, 19 por mandado judicial e 6 apreensões de adolescentes;
• cumprimento de 8 mandados de busca e apreensão;
• instauração de 12 inquéritos e conclusão de 2;
• realização de 32 operações com resultado de inteligência;
• realização de 70 bloqueios, barreiras e blitz policiais.

As operações também impactaram a logística do crime organizado, principalmente no tráfico de drogas, armas e contrabando. Entre os materiais apreendidos no período, estão:

• 8,3 toneladas de maconha;
• mais de 613 kg de cocaína e pasta base;
• 373 kg de skunk;
• 2 metralhadoras, 3 fuzis, 14 espingardas, 4 pistolas e 3 revólveres;
• mais de 89 mil munições;
• cigarros contrabandeados, agrotóxicos ilegais e veículos utilizados pelas organizações criminosas.

Brasil Contra o Crime Organizado
Operação Brasil Contra o Crime Organizado prende 76 pessoas e provoca prejuízo superior a R$ 45 milhões às facções. foto: Divulgação

Os resultados consolidados entre 11 e 22 de maio demonstram o impacto da atuação integrada das forças de segurança pública em todo o Brasil, com prejuízo superior a R$ 213 milhões ao crime organizado. Até o momento, as ações contabilizam 242 prisões, mais de 60 toneladas de drogas apreendidas, armamentos de grosso calibre — incluindo fuzis e metralhadoras — e mais de 89 mil munições retiradas de circulação.

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Segundo o diretor de Operações Integradas e de Inteligência da Senasp, Anchieta Nery, a ampliação nacional da operação fortalece o enfrentamento qualificado às organizações criminosas. “A expansão da operação para todas as unidades federativas representa um avanço importante na integração das forças de segurança pública. Estamos ampliando o compartilhamento de inteligência, fortalecendo a atuação nas fronteiras e atingindo diretamente a estrutura financeira e logística das facções criminosas em todo o território nacional”, afirmou.

Além das medidas repressivas, a operação também intensificou a presença do Estado em áreas estratégicas de fronteira e divisas, com fiscalizações, visitas preventivas e abordagens policiais. Durante a semana, mais de 2,4 mil pessoas e mais de mil veículos foram abordados pelas equipes policiais.

A Operação Brasil Contra o Crime Organizado integra a estratégia nacional do Governo Federal voltada ao enfrentamento qualificado das organizações criminosas, ao combate aos crimes transfronteiriços e à descapitalização financeira das facções.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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