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Investimento em rodovias evita 2,6 mil sinistros e gera economia de R$ 1,28 bilhão

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A melhoria na conservação das rodovias federais evitou 2.611 sinistros de trânsito, poupou 8.486 vítimas e gerou economia social de R$ 1,28 bilhão de 2023 a 2025. Os dados fazem parte de análise técnica da Subsecretaria de Fomento e Planejamento do Ministério dos Transportes, que relaciona o aumento dos investimentos públicos em manutenção rodoviária à redução de ocorrências nas pistas.

Com mais recursos para manutenção, a malha federal apresentou melhora contínua na conservação das pistas. O resultado foi medido pelo Índice de Condição da Manutenção (ICM), usado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para classificar o estado das rodovias.

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A melhora na conservação das pistas também tem reflexo econômico. Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que o alto número de sinistros de trânsito impacta diretamente a economia, em razão da perda de força de trabalho e de capital humano. Além disso, essas ocorrências impactam o sistema de previdência social, aumentam os custos médico-hospitalares em toda a cadeia de atendimento e geram prejuízo patrimonial e outros custos.

Segurança viária

De acordo com o estudo, cada sinistro de trânsito custa à sociedade brasileira R$ 490.161,11. Com base neste número, a análise feita pela SFPLAN aponta que a redução dessas ocorrências no período analisado representou uma economia social de R$ 1,28 bilhão.

Na avaliação da subsecretária de Fomento e Planejamento do Ministério dos Transportes, Gabriela Avelino, o estudo é importante para o desenvolvimento de políticas públicas para o sistema rodoviário brasileiro. “Uma das mensagens que a gente gostaria de passar é sobre a importância de políticas públicas baseadas em evidências”, disse. “Então a gente tem feito esse esforço, principalmente nesse assunto de segurança viária e sinistro de trânsito, em tentar gerar dados que subsidiem o debate”, acrescentou.

Leia mais:  Ministério das Cidades leva ao Fórum Urbano Mundial iniciativa lançada na COP30 sobre elevação do nível do mar

Retorno econômico

Estudo realizado pelo DNIT, em parceria com o FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia), aponta que cada R$ 1 milhão investido em infraestrutura de transportes gera um retorno de R$ 3,34 milhões em produção na economia. De acordo com essas informações, o estudo técnico conclui que investir nas melhorias das rodovias é investir no futuro econômico do país, seja em razão da preservação de vidas, seja pelo ganho de eficiência logística e na preservação ambiental.

De acordo com a subsecretária Gabriela Avelino, os resultados apontados pelo estudo são frutos dos investimentos em recuperação e conservação das rodovias federais nos últimos anos. “A gente teve um recorde histórico de investimento em manutenção das rodovias federais”, destacou. “A gente vinha de um déficit histórico na última década, foi o pior índice de investimento na malha rodoviária, que foi o número de 2022, e a gente deu um salto para ser um dos maiores volumes de investimento na última década”, ressaltou.

Acesse o estudo completo.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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BRASIL

Ministro Vladimir Lima destaca programas de melhoria habitacional em entrevista à Voz do Brasil

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O ministro das Cidades, Vladimir Lima, participou nesta quinta-feira (21) do programa A Voz do Brasil. Na oportunidade, o ministro explicou o funcionamento do Reforma Casa Brasil e do Periferia Viva – Reformas, iniciativas do Governo Federal voltadas à melhoria das condições de moradia da população brasileira.

Uma das principais bandeiras do Governo Federal tem sido desenvolver estratégias para enfrentar o déficit habitacional e as inadequações nas moradias, ampliando o acesso à casa digna, ao saneamento e à infraestrutura adequada. Nesse contexto, o Ministério das Cidades atua com programas voltados a diferentes realidades das famílias brasileiras.

Com o Periferia Viva – Reformas, o governo irá beneficiar mais de 30 mil domicílios em periferias urbanas de todo o país, com foco na construção ou reforma de banheiros para famílias que vivem sem banheiro ou em situação de inadequação sanitária.

“Mais de 4 milhões de brasileiros não têm banheiro ou têm um banheiro compartilhado com outras famílias. Então, o foco do Periferia Viva – Reformas é entrar nas comunidades, em áreas que são regularizáveis ou já regularizadas, e levar a construção de um banheiro”, explicou o ministro Vladimir.

Durante a entrevista, o ministro também destacou que, quando identificadas outras inadequações na moradia, como problemas no telhado, infiltrações, piso ou necessidade de ampliação, as intervenções poderão ser incluídas no projeto. As obras serão executadas por agentes promotores, como organizações da sociedade civil e empresas responsáveis pelas propostas selecionadas.

Já o Reforma Casa Brasil funciona por meio de financiamento e é voltado às famílias com renda de até R$13mil, que possuem moradia, mas precisam realizar melhorias estruturais.

“Para quem não tem casa, o programa é o Minha Casa, Minha Vida. Para quem tem sua habitação e precisa resolver uma inadequação, o Reforma Casa Brasil. E para as famílias extremamente carentes, a gente chega com o Periferia Viva – Reformas”, afirmou o ministro.

Leia mais:  Ministério dos Transportes apresenta carteira de concessões rodoviárias e ferroviárias em Nova York

Periferia Viva vai levar banheiros e reformas a mais de 30 mil famílias brasileiras.

Acesse a Central de Conteúdos e as Redes Sociais do Ministério das Cidades

Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades
Atendimento à Imprensa
Telefone: (61) 2034-4282
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério das Cidades

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BRASIL

Operação Brasil Contra o Crime Organizado prende 76 pessoas e provoca prejuízo superior a R$ 45 milhões às facções

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Brasília, 22/5/2026 – A Operação Brasil Contra o Crime Organizado, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), divulgou, nesta sexta-feira (22), o balanço operacional consolidado das atividades realizadas entre 17 e 22 de maio nas regiões de fronteira e divisas do País. O prejuízo estimado ao crime organizado ultrapassa R$ 45,7 milhões.

As ações foram coordenadas pela Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), por meio da Coordenação-Geral de Fronteiras e Amazônia (CGFRON), e ocorreram de forma integrada nas 27 unidades da Federação. A iniciativa ampliou significativamente o alcance da operação em relação a 2025, quando as atividades foram realizadas em sete estados.

Balanço parcial da semana

• 76 prisões e apreensões, sendo 51 prisões em flagrante, 19 por mandado judicial e 6 apreensões de adolescentes;
• cumprimento de 8 mandados de busca e apreensão;
• instauração de 12 inquéritos e conclusão de 2;
• realização de 32 operações com resultado de inteligência;
• realização de 70 bloqueios, barreiras e blitz policiais.

As operações também impactaram a logística do crime organizado, principalmente no tráfico de drogas, armas e contrabando. Entre os materiais apreendidos no período, estão:

• 8,3 toneladas de maconha;
• mais de 613 kg de cocaína e pasta base;
• 373 kg de skunk;
• 2 metralhadoras, 3 fuzis, 14 espingardas, 4 pistolas e 3 revólveres;
• mais de 89 mil munições;
• cigarros contrabandeados, agrotóxicos ilegais e veículos utilizados pelas organizações criminosas.

Brasil Contra o Crime Organizado
Operação Brasil Contra o Crime Organizado prende 76 pessoas e provoca prejuízo superior a R$ 45 milhões às facções. foto: Divulgação

Os resultados consolidados entre 11 e 22 de maio demonstram o impacto da atuação integrada das forças de segurança pública em todo o Brasil, com prejuízo superior a R$ 213 milhões ao crime organizado. Até o momento, as ações contabilizam 242 prisões, mais de 60 toneladas de drogas apreendidas, armamentos de grosso calibre — incluindo fuzis e metralhadoras — e mais de 89 mil munições retiradas de circulação.

Leia mais:  MTE identifica mais de 100 trabalhadores sem registro em centros de distribuição em São José do Rio Preto (SP)

Segundo o diretor de Operações Integradas e de Inteligência da Senasp, Anchieta Nery, a ampliação nacional da operação fortalece o enfrentamento qualificado às organizações criminosas. “A expansão da operação para todas as unidades federativas representa um avanço importante na integração das forças de segurança pública. Estamos ampliando o compartilhamento de inteligência, fortalecendo a atuação nas fronteiras e atingindo diretamente a estrutura financeira e logística das facções criminosas em todo o território nacional”, afirmou.

Além das medidas repressivas, a operação também intensificou a presença do Estado em áreas estratégicas de fronteira e divisas, com fiscalizações, visitas preventivas e abordagens policiais. Durante a semana, mais de 2,4 mil pessoas e mais de mil veículos foram abordados pelas equipes policiais.

A Operação Brasil Contra o Crime Organizado integra a estratégia nacional do Governo Federal voltada ao enfrentamento qualificado das organizações criminosas, ao combate aos crimes transfronteiriços e à descapitalização financeira das facções.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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