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Polícia Civil cumpre mandados e fecha carvoaria na zona rural de Cáceres

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Assessoria | PJC-MT

Dois mandados de busca e apreensão visando combater prática de crimes ambientais, como desmatamento e carvoaria ilegal, foram cumpridos na zona rural de Cáceres (225 km a Oeste de Cuiabá), em ação integrada deflagrada pelas forças de Segurança Pública de Mato Grosso.

O trabalho conjunto foi realizado, na sexta-feira (04.10), pela Polícia Judiciária Civil com apoio da Polícia Militar e Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), tendo como alvos das ordens judiciais endereços situados no assentamento Paiol, município de Cáceres.

No local, o suspeito, D.B.N., foi detido por crimes contra a fauna e flora, além de serem apreendidas uma motocicleta com suspeita de adulteração veicular, uma espingarda de pressão, uma motosserra, um animal abatido, e várias munições de calibre 38 e calibre 22.

Os mandados de busca e apreensão domiciliar foram expedidos pela Justiça, após investigações da Polícia Civil de Cáceres, para apurar diversos furtos cometidos em chácaras e sítios na região rural da cidade. Sendo nas diligências identificada uma área onde vinha ocorrendo desmatamento, bem como um ponto com possível funcionando de uma carvoaria ilegal.

Em posse dos pedidos de busca, as equipes foram até o local, onde durante cumprimentos foram apreendidas munições de diferentes calibres, uma motosserra, um tatu abatido, uma moto com suspeita de adulteração e uma espingarda de pressão. O suspeito D.B.N. foi conduzido para esclarecimentos. 

Logo que chegaram a propriedade, os policiais encontraram a carvoaria funcionando e ainda vários sacos de carvão, que já estavam prontos para serem comercializados. Ao perceber a chegada das equipes, um dos suspeitos que estava no local conseguiu fugir.

Participaram da operação integrada 19 profissionais, das Polícia Civil, Polícia Ambiental, Força Tática e peritos.

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Fonte: PJC MT
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NOTA DE ESCLARECIMENTO – Prisão de policiais civis

Publicado

Assessoria/PJC-MT

A Polícia Judiciária Civil, em ação investigativa realizada pela Corregedoria-Geral da instituição, com apoio do Grupo de Operações Especiais (GOE) e da Diretoria de Inteligência prendeu nesta terça-feira (15.10), em flagrante, dois investigadores pelo crime de concussão (ato de exigir para si ou outrem vantagem indevida em razão da função exercida, direta ou indiretamente), praticado contra um empresário em Várzea Grande.

A investigação teve início com o recebimento de uma denúncia pela Corregedoria de que os profissionais foram a uma empresa em Várzea Grande onde teriam exigido dinheiro. Após diligências, a equipe policial apurou que o empresário foi procurado por dois policiais que exigiram a quantia de R$ 30 mil, alegando que a cabine de um veículo comprado pela empresa não teria documentos. A vítima alegou à polícia que o veículo estaria em situação regular.

A vítima negociou com os policiais informando que somente poderia pagar R$ 5 mil, sendo R$ 3 mil no momento e o restante posteriormente, condição aceita pelos policiais, conforme narra a denúncia. Ficou acertado que os policiais buscariam o restante no dia 15 de outubro.

Em horário combinado, vítima e policiais se encontraram em um posto de combustíveis em Várzea Grande, momento em que foi entregue o valor de R$ 2 mil aos policiais. As cédulas foram fotografadas pela vítima e entregues à equipe da corregedoria, que abordou os policiais próximo do bairro Santa Izabel, em Várzea Grande, logo após a entrega dos valores. Com eles foram apreendidos valores em moeda corrente, entre eles 40 cédulas de R$ 50,00 que conferiam com os números de séries das notas fotografadas pela vítima.

Os dois investigadores foram encaminhados a uma unidade policial para registro do flagrante e depois ficarão à disposição da Justiça.

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A direção da Polícia Judiciária Civil ressalta que a atuação da Corregedoria é pautada na responsabilidade e legalidade, em respeito à sociedade mato-grossense que merece uma segurança pública de qualidade e eficiente.

Fonte: PJC MT
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Polícia Civil desarticula grupo atuante com jogos de azar em Colíder

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Assessoria | PJC-MT

Três homens e duas mulheres, integrantes de uma associação atuante na prática de jogos de azar, foram presos pela Polícia Judiciária Civil no município de Colíder (650 km ao Norte de Cuiabá), durante operação “Loterias” deflagrada na terça-feira (15.10), visando desarticular pontos de venda de jogo do bicho na cidade. 

Além das prisões, a operação resultou na apreensão de cerca de R$ 3,7 mil em dinheiro, e de diversos materiais utilizados para contravenção penal. Segundo as investigações, nos últimos meses a quadrilha movimentou ilegalmente mais de R$ 156 mil.

J.S.R., 66, L.X.M.P., 21, V.V.S., 32, e as mulheres, D.S.C., 36, e K.C.S.,28, responderão por crimes de falsificação, corrupção, adulteração de produtos destinados para fins terapêuticos, além da contravenção penal de jogo do bicho.

A operação “Loterias” foi realizada após várias denúncias sobre a prática de jogos de azar, tipo jogo do bicho, ocorrendo na região. Durante diligências iniciadas há cerca de cinco meses, os investigadores conseguiram identificar os envolvidos.

Segundo apurado, a suspeita K.C.S.,28 atuava como gerente do jogo do bicho em Colíder, responsável pela distribuição das maquininhas e pela arrecadação dos valores proveniente da venda de bilhetes. 

A segunda investigada, D.S.C., 36, utilizava do guichê de venda de passagens de uma empresa particular no terminal Rodoviário de Colíder para vender os bilhetes do jogo de azar. As duas foram detidas pelos policiais civis no guichê onde D.S.C. ficava.

Os outros três indivíduos seriam responsáveis pela vendas dos bilhetes do jogo do bicho, em diferentes pontos da cidade. O trio foi abordado cada um em seu respectivo endereço de atuação.

Foram apreendidos com os suspeitos: estimulantes sexuais de origem paraguaia e venda proibida no Brasil, aproximadamente R$ 3,7 mil em notas trocadas, vários extratos bancários, oito máquinas de jogo, diversas tabelas de bichos com valores e numeração dos animais, impressoras, notebooks, entre outros materiais.

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Conduzidos à Delegacia de Colíder, os cinco foram ouvidos pelo delegado Ruy Guilherme Peral da Silva, ocasião em que colaboraram com as investigações. Na delegacia foi verificado através das máquinas apreendidas, que o grupo contraventor movimentou nos últimos cinco meses mais de R$ 156 mil.

Conforme o delegado, as investigações continuam com objetivo de identificar outros possíveis envolvidos, bem como verificar as possibilidades da existência de outros crimes, como lavagem de dinheiro.

 

 

 

 

Fonte: PJC MT
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