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Nova Ubiratã terá novo prédio para delegacia da Polícia Civil

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Raquel Teixeira/PJC-MT

A diretoria da Polícia Judiciária Civil visitou nesta terça-feira (08.10) o novo prédio que abrigará a Delegacia Municipal de Nova Ubiratã (502 km ao Norte de Cuiabá) e reforçou parceria com a Prefeitura do município no combate à criminalidade na região. A prefeitura e o Ministério Público Estadual são parceiros na construção da nova unidade – o município fez a doação do terreno e a celebração de um Termo de Ajustamento de Conduta do MPE possibilitou a destinação de recursos de ação penal, no valor de R$ 633 mil para a obra.

O delegado-geral, Mário Dermeval Aravechia de Resende e os diretores Juliano Carvalho (Inteligência), Jesset Arilson Munhoes (Corregedor-geral) e o assessor jurídico, delegado Joaquim Leitão Junior se reuniram com a vice-prefeita Eliani Roman Ross e depois visitaram as novas instalações da delegacia municipal, cuja entrega está prevista pra dois meses.

O projeto arquitetônico foi elaborado pela equipe de Gerência de Obras da Diretoria de Execução Estratégica da PJC, de acordo com a padronização estrutural e de cores adotada pela instituição. As tratativas finais para início da obra foram tomadas em julho de 2017.

“As parcerias são fundamentais para que possamos melhorar nossa estrutura e dar um atendimento de melhor qualidade à população, assim como nossos policiais terem um espaço digno para executar suas atividades. E o apoio dos municípios, dos conselhos de segurança e de instituições como o Ministério Público tem feito a diferença para que a Polícia Civil conquiste e consiga manter sua estrutura em funcionamento, como aqui em Nova Ubiratã”, destacou o delegado-geral.

A nova delegacia tem 418,68 metros quadrados, com 20 salas distribuídas entre recepção, alojamentos, gabinetes de delegados, cartórios, salas de custódia e de reconhecimento, além de salas cofres.

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Atualmente, o município conta com quatro policiais, sendo três investigadores e uma escrivã.

“Tecnicamente a segurança pública é uma responsabilidade do Estado. Por outro lado, entendemos que é praticamente impossível que o governo consiga acompanhar o desenvolvimento das cidades da região Norte, como no caso de Nova Ubiratã que apresentou crescimento bem acima da média estadual e nacional. Sendo assim, nos vemos na obrigação de ajudar os órgãos de segurança pública e dessa forma contribuir com o bem-estar da sociedade”, observa a vice-prefeita.

De acordo com a vice-prefeita Eliani Ross, a administração Municipal, em conjunto com o Conselho Municipal de Segurança Pública pretende abrir vagas para estagiários que atuarão na área administrativa da delegacia, possibilitando que os policiais se dediquem à atividade-fim.

Também participaram da visita e reunião o secretário municipal de Meio Ambiente, Arnon Soares Vandes e os delegados de Sorriso, André Ribeiro e Nilson Farias de Oliveira.

TAC

O Termo de Ajustamento de Conduta celebrado em uma ação penal pela Promotoria de Justiça de Nova Ubiratã destinou recursos para efetivação da obra, mais a instalação de câmeras de segurança na cidade e sistema de monitoramento de segurança orgânica na unidade policial.

A nova delegacia dará suporte operacional de qualidade aos profissionais, uma vez que o prédio antigo apresenta insalubridade, tanto no atendimento à população quando aos policiais que ali trabalham diariamente.“A cidade está em expansão e o prédio novo tem agora condições de atender dignamente a Polícia Civil atender a demanda”, finalizou o delegado-geral Mário Dermeval.

O município tem 11.982 habitantes, conforme estimativa populacional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e é uma região produtora de grãos.

Fonte: PJC MT
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NOTA DE ESCLARECIMENTO – Prisão de policiais civis

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Assessoria/PJC-MT

A Polícia Judiciária Civil, em ação investigativa realizada pela Corregedoria-Geral da instituição, com apoio do Grupo de Operações Especiais (GOE) e da Diretoria de Inteligência prendeu nesta terça-feira (15.10), em flagrante, dois investigadores pelo crime de concussão (ato de exigir para si ou outrem vantagem indevida em razão da função exercida, direta ou indiretamente), praticado contra um empresário em Várzea Grande.

A investigação teve início com o recebimento de uma denúncia pela Corregedoria de que os profissionais foram a uma empresa em Várzea Grande onde teriam exigido dinheiro. Após diligências, a equipe policial apurou que o empresário foi procurado por dois policiais que exigiram a quantia de R$ 30 mil, alegando que a cabine de um veículo comprado pela empresa não teria documentos. A vítima alegou à polícia que o veículo estaria em situação regular.

A vítima negociou com os policiais informando que somente poderia pagar R$ 5 mil, sendo R$ 3 mil no momento e o restante posteriormente, condição aceita pelos policiais, conforme narra a denúncia. Ficou acertado que os policiais buscariam o restante no dia 15 de outubro.

Em horário combinado, vítima e policiais se encontraram em um posto de combustíveis em Várzea Grande, momento em que foi entregue o valor de R$ 2 mil aos policiais. As cédulas foram fotografadas pela vítima e entregues à equipe da corregedoria, que abordou os policiais próximo do bairro Santa Izabel, em Várzea Grande, logo após a entrega dos valores. Com eles foram apreendidos valores em moeda corrente, entre eles 40 cédulas de R$ 50,00 que conferiam com os números de séries das notas fotografadas pela vítima.

Os dois investigadores foram encaminhados a uma unidade policial para registro do flagrante e depois ficarão à disposição da Justiça.

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A direção da Polícia Judiciária Civil ressalta que a atuação da Corregedoria é pautada na responsabilidade e legalidade, em respeito à sociedade mato-grossense que merece uma segurança pública de qualidade e eficiente.

Fonte: PJC MT
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Polícia Civil desarticula grupo atuante com jogos de azar em Colíder

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Assessoria | PJC-MT

Três homens e duas mulheres, integrantes de uma associação atuante na prática de jogos de azar, foram presos pela Polícia Judiciária Civil no município de Colíder (650 km ao Norte de Cuiabá), durante operação “Loterias” deflagrada na terça-feira (15.10), visando desarticular pontos de venda de jogo do bicho na cidade. 

Além das prisões, a operação resultou na apreensão de cerca de R$ 3,7 mil em dinheiro, e de diversos materiais utilizados para contravenção penal. Segundo as investigações, nos últimos meses a quadrilha movimentou ilegalmente mais de R$ 156 mil.

J.S.R., 66, L.X.M.P., 21, V.V.S., 32, e as mulheres, D.S.C., 36, e K.C.S.,28, responderão por crimes de falsificação, corrupção, adulteração de produtos destinados para fins terapêuticos, além da contravenção penal de jogo do bicho.

A operação “Loterias” foi realizada após várias denúncias sobre a prática de jogos de azar, tipo jogo do bicho, ocorrendo na região. Durante diligências iniciadas há cerca de cinco meses, os investigadores conseguiram identificar os envolvidos.

Segundo apurado, a suspeita K.C.S.,28 atuava como gerente do jogo do bicho em Colíder, responsável pela distribuição das maquininhas e pela arrecadação dos valores proveniente da venda de bilhetes. 

A segunda investigada, D.S.C., 36, utilizava do guichê de venda de passagens de uma empresa particular no terminal Rodoviário de Colíder para vender os bilhetes do jogo de azar. As duas foram detidas pelos policiais civis no guichê onde D.S.C. ficava.

Os outros três indivíduos seriam responsáveis pela vendas dos bilhetes do jogo do bicho, em diferentes pontos da cidade. O trio foi abordado cada um em seu respectivo endereço de atuação.

Foram apreendidos com os suspeitos: estimulantes sexuais de origem paraguaia e venda proibida no Brasil, aproximadamente R$ 3,7 mil em notas trocadas, vários extratos bancários, oito máquinas de jogo, diversas tabelas de bichos com valores e numeração dos animais, impressoras, notebooks, entre outros materiais.

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Conduzidos à Delegacia de Colíder, os cinco foram ouvidos pelo delegado Ruy Guilherme Peral da Silva, ocasião em que colaboraram com as investigações. Na delegacia foi verificado através das máquinas apreendidas, que o grupo contraventor movimentou nos últimos cinco meses mais de R$ 156 mil.

Conforme o delegado, as investigações continuam com objetivo de identificar outros possíveis envolvidos, bem como verificar as possibilidades da existência de outros crimes, como lavagem de dinheiro.

 

 

 

 

Fonte: PJC MT
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