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Diretoria visita unidades do interior e apresenta projetos da gestão

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Assessoria | PJC-MT

Visando estreitar laços e ter mais proximidade com as equipes da Polícia Judiciária Civil do interior do Estado, a Diretoria Geral da PJC participou de uma reunião com os servidores da Delegacia de Lucas do Rio Verde (354 km ao Norte da Capital), realizada no domingo (06.10), no município.

Estiveram presentes na visita, o delegado geral, Mario Dermeval Aravechia de Resende, o diretor de inteligência, Juliano Silva de Carvalho, o corregedor geral, Jesset Arilson Munhoz de Lima, e o delegado responsável pela assessoria jurídica, Joaquim Leitão Junior.

O encontro realizado na Delegacia de Lucas do Rio Verde, reuniu cerca de 35 servidores da unidade, entre investigadores, escrivães e delegados, além da equipe do Grupo Armado de Resposta Rápida (Garra), acompanhados da delegada regional de Nova Mutum, Alessandra Marques Alecrim.

Durante a reunião, o delegado titular de Lucas do Rio Verde, Daniel Santos Nery, apresentou os resultados obtidos através dos trabalhos desenvolvidos na unidade, demonstrando a queda dos índices de roubo e furtos no município, além da resolutividade dos homicídios e a apreensão de cerca 85 quilos de entorpecente que foram tirados das ruas.

Na conversa com os policiais, o delegado geral falou sobre os avanços alcançados na gestão atual e apresentou os projetos da Polícia Judiciária Civil, abordando temas como inquérito eletrônico e o sistema Geia. Entre outros tópicos conversados, o diretor de interior Juliano Carvalho falou sobre a importância de implantar a tecnologia aos trabalhos e o corregedor Jesset Munhoz, esclareceu dúvidas sobre o trabalho da corregedoria.

Durante a visita, os diretores puderam conhecer de perto a nova estrutura da delegacia Lucas do Rio Verde, a qual está totalmente reformada, devidamente identificada com a nova padronização da PJC, e com setores bem especificados, como ampla sala de investigadores, Núcleo de Inteligência bem estruturado e novos cartórios.

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Mario Resende se surpreendeu com a estrutura da delegacia e com a motivação dos policiais da unidade. “São policiais vocacionados extremamente satisfeitos e estimulados, que vem se desdobrando e dedicando ao trabalho de forma muito positiva”, disse.

O delegado titular de Lucas do Rio Verde, Daniel Santos Nery, destacou que o encontro foi muito interessante, uma vez que foi uma oportunidade de conversar com a diretoria, mostrar os trabalhos e também conhecer os planos da instituição. “É uma postura nova, que traz maior proximidade com as equipes do interior do Estado, uma oportunidade da diretoria conversar com os policiais e ter um contato mais direto”, afirmou.

Para o investigador Wladimir Mesquita, toda a equipe se sentiu lisonjeada com a presença da diretoria na unidade “Ficamos impressionados com a visão inovadora da atual gestão e dos rumos que a instituição está tomando. Isso nos deixa ainda mais motivados para atuar no dia a dia, pois sabemos que a instituição está se inovando e alçando voos, que até pouco tempo, pareciam inimagináveis. É de orgulhar”, disse.

A escrivã, Ellen ressaltou que receber a equipe da Diretoria para uma reunião na Delegacia de Lucas do Rio Verde foi um fato inédito e uma grande oportunidade de mostrar os trabalhos que desenvolvido na cidade e no interior do Estado. “Foi também um privilégio saber das conquistas e projetos que estão por vir e que darão à PJC um avanço em tecnologia para excelência na qualidade de atendimento ao cidadão mato-grossense”, destacou a escrivã.

 

Fonte: PJC MT
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NOTA DE ESCLARECIMENTO – Prisão de policiais civis

Publicado

Assessoria/PJC-MT

A Polícia Judiciária Civil, em ação investigativa realizada pela Corregedoria-Geral da instituição, com apoio do Grupo de Operações Especiais (GOE) e da Diretoria de Inteligência prendeu nesta terça-feira (15.10), em flagrante, dois investigadores pelo crime de concussão (ato de exigir para si ou outrem vantagem indevida em razão da função exercida, direta ou indiretamente), praticado contra um empresário em Várzea Grande.

A investigação teve início com o recebimento de uma denúncia pela Corregedoria de que os profissionais foram a uma empresa em Várzea Grande onde teriam exigido dinheiro. Após diligências, a equipe policial apurou que o empresário foi procurado por dois policiais que exigiram a quantia de R$ 30 mil, alegando que a cabine de um veículo comprado pela empresa não teria documentos. A vítima alegou à polícia que o veículo estaria em situação regular.

A vítima negociou com os policiais informando que somente poderia pagar R$ 5 mil, sendo R$ 3 mil no momento e o restante posteriormente, condição aceita pelos policiais, conforme narra a denúncia. Ficou acertado que os policiais buscariam o restante no dia 15 de outubro.

Em horário combinado, vítima e policiais se encontraram em um posto de combustíveis em Várzea Grande, momento em que foi entregue o valor de R$ 2 mil aos policiais. As cédulas foram fotografadas pela vítima e entregues à equipe da corregedoria, que abordou os policiais próximo do bairro Santa Izabel, em Várzea Grande, logo após a entrega dos valores. Com eles foram apreendidos valores em moeda corrente, entre eles 40 cédulas de R$ 50,00 que conferiam com os números de séries das notas fotografadas pela vítima.

Os dois investigadores foram encaminhados a uma unidade policial para registro do flagrante e depois ficarão à disposição da Justiça.

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A direção da Polícia Judiciária Civil ressalta que a atuação da Corregedoria é pautada na responsabilidade e legalidade, em respeito à sociedade mato-grossense que merece uma segurança pública de qualidade e eficiente.

Fonte: PJC MT
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Polícia Civil desarticula grupo atuante com jogos de azar em Colíder

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Assessoria | PJC-MT

Três homens e duas mulheres, integrantes de uma associação atuante na prática de jogos de azar, foram presos pela Polícia Judiciária Civil no município de Colíder (650 km ao Norte de Cuiabá), durante operação “Loterias” deflagrada na terça-feira (15.10), visando desarticular pontos de venda de jogo do bicho na cidade. 

Além das prisões, a operação resultou na apreensão de cerca de R$ 3,7 mil em dinheiro, e de diversos materiais utilizados para contravenção penal. Segundo as investigações, nos últimos meses a quadrilha movimentou ilegalmente mais de R$ 156 mil.

J.S.R., 66, L.X.M.P., 21, V.V.S., 32, e as mulheres, D.S.C., 36, e K.C.S.,28, responderão por crimes de falsificação, corrupção, adulteração de produtos destinados para fins terapêuticos, além da contravenção penal de jogo do bicho.

A operação “Loterias” foi realizada após várias denúncias sobre a prática de jogos de azar, tipo jogo do bicho, ocorrendo na região. Durante diligências iniciadas há cerca de cinco meses, os investigadores conseguiram identificar os envolvidos.

Segundo apurado, a suspeita K.C.S.,28 atuava como gerente do jogo do bicho em Colíder, responsável pela distribuição das maquininhas e pela arrecadação dos valores proveniente da venda de bilhetes. 

A segunda investigada, D.S.C., 36, utilizava do guichê de venda de passagens de uma empresa particular no terminal Rodoviário de Colíder para vender os bilhetes do jogo de azar. As duas foram detidas pelos policiais civis no guichê onde D.S.C. ficava.

Os outros três indivíduos seriam responsáveis pela vendas dos bilhetes do jogo do bicho, em diferentes pontos da cidade. O trio foi abordado cada um em seu respectivo endereço de atuação.

Foram apreendidos com os suspeitos: estimulantes sexuais de origem paraguaia e venda proibida no Brasil, aproximadamente R$ 3,7 mil em notas trocadas, vários extratos bancários, oito máquinas de jogo, diversas tabelas de bichos com valores e numeração dos animais, impressoras, notebooks, entre outros materiais.

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Conduzidos à Delegacia de Colíder, os cinco foram ouvidos pelo delegado Ruy Guilherme Peral da Silva, ocasião em que colaboraram com as investigações. Na delegacia foi verificado através das máquinas apreendidas, que o grupo contraventor movimentou nos últimos cinco meses mais de R$ 156 mil.

Conforme o delegado, as investigações continuam com objetivo de identificar outros possíveis envolvidos, bem como verificar as possibilidades da existência de outros crimes, como lavagem de dinheiro.

 

 

 

 

Fonte: PJC MT
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